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QUARTA FEIRA 23 DE ABRIL 2014

CARISSA E MICK VENCEM EM BELL'S

Uma final australiana fechou o Rip Curl Pro Bells Beach nas ondas de Winkipop na quarta-feira, com o tricampeão mundial Mick Fanning derrotando Taj Burrow para badalar o sino da vitória pela terceira vez na etapa mais tradicional do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 na Austrália. Gabriel Medina perdeu o duelo brasileiro para Adriano de Souza na repescagem, mas permaneceu em primeiro lugar no ranking com a derrota de Kelly Slater e Joel Parkinson nas quartas de final. O fenômeno volta ao Brasil para defender a liderança no Billabong Rio Pro, que começa no dia 7 e vai até 18 de maio no Postinho da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ).

Foto de Kirstin Scholtz / ASP Images

Foto de Kirstin Scholtz / ASP Images

Depois de vencer o número 1 do mundo neste início de temporada, Mineirinho acabou sendo eliminado por Taj Burrow na abertura das quartas de final, com o australiano acabando com a chance dele prosseguir na busca pelo bicampeonato no Rip Curl Pro Bells Beach. Com o quinto lugar na prova que fechou a “perna australiana” na quarta-feira de boas ondas de 4-6 pés, Adriano de Souza permaneceu em sexto lugar no ranking que continua liderado por Gabriel Medina. Isto porque Joel Parkinson e Kelly Slater, únicos que poderiam ultrapassa-lo, também foram barrados nas quartas de final, por Julian Wilson e John John Florence, respectivamente.

“Eu comecei bem a bateria, mas a segunda onda que eu peguei não era boa e o Taj (Burrow) teve a oportunidade que precisava para me vencer”, contou Adriano de Souza, que no ano passado conquistou uma vitória inédita para o Brasil no Rip Curl Pro Bells Beach. “Eu fiz o meu melhor, isso é tudo o que eu posso dizer neste momento. Agora o foco é o Brasil e já estou ansioso de que será outro bom campeonato para mim. Vamos ver o que posso fazer lá no Rio de Janeiro. Eu gostaria muito de defender o meu título aqui na final, mas estou feliz por ter avançado até as quartas de final, pois o quinto lugar também é um bom resultado”.

A confiança de Mineirinho para a etapa brasileira do Samsung Galaxy ASP World Tour é justificada pelo seu bom desempenho nas ondas da Barra da Tijuca. Nas três edições do Billabong Rio Pro na capital carioca, ele foi campeão na que marcou a volta do WCT para o Rio de Janeiro em 2011 derrotando o próprio Taj Burrow que o barrou em Bells Beach e também foi finalista no ano passado, quando acabou perdendo a decisão do título para o sul-africano Jordy Smith nas ondas do Postinho. Mas, de novo saiu do Brasil liderando o ranking mundial.

Depois de tirar o último brasileiro da disputa do título em Bells, Taj Burrow despachou o dono da única nota 10 da temporada 2014 do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014, o havaiano John John Florence, que vinha embalado pela vitória sobre Kelly Slater nas quartas de final. As semifinais e a final foram transferidas do Bowl de Bells para Winkipop, onde Mick Fanning também conquistou a outra vaga na decisão na melhor bateria do campeonato. Ele e o também australiano Julian Wilson surfaram ótimas ondas e o tricampeão mundial precisou estabelecer um novo recorde de 18,20 pontos para superar os 17,36 do seu oponente.

Na última bateria do Rip Curl Pro Bells Beach 2014, Mick Fanning também começou bem com uma nota 8,00 e logo surfou uma melhor ainda que valeu 8,83. Enquanto isso, Taj Burrow falhava nas suas tentativas, mas quando conseguiu pegar uma boa, mostrou todo o seu potencial para tirar a maior nota da grande final, 9,63. Só que não achou outra para somar e acabou computando uma nota 3,83 no placar encerrado em 16,83 a 13,46 pontos. O campeão Mick Fanning faturou o prêmio máximo de 100 mil dólares e Burrow ficou com 40 mil dólares pelo vice-campeonato. Com a vitória, Fanning subiu da 11.a para a terceira posição no ranking e Burrow do nono para o quinto lugar na classificação geral das três etapas da Austrália.

“Depois do mau resultado (13.o lugar) em Margaret River, eu fui para casa e trabalhei muito duro para me recuperar aqui em Bells, então estou feliz porque valeu a pena”, disse Mick Fanning. “E quero parabenizar o Taj (Burrow), pois nunca fiquei tão nervoso na minha vida como nos 9 minutos finais da bateria. Ele surfou incrivelmente bem e o evento esse ano foi sensacional. Pudemos competir no Bowl de Bells, em Rincon e em Winkipop. Sempre foi meu sonho disputar uma bateria em Winkipop e este campeonato é muito especial para mim”.

O australiano Taj Burrow não conseguiu uma segunda vitória no Rip Curl Pro Bells Beach, mas ficou feliz com o vice-campeonato também. “Foi uma boa final com o Mick (Fanning) e vi que ele ficou tenso sabendo que eu precisava de uma nota 7. Até porque havia ondas para isso, mas eu não consegui. Não há nada melhor do que tocar o sino deste troféu especial para a carreira de qualquer surfista. Sou feliz por já ter o meu nome nele, mas eu adoraria ver ele registrado uma segunda vez. Tudo bem, não deu e agora é tentar vencer o próximo, no Brasil”.

HAVAIANA SUPERCAMPEà– Diferente da categoria masculina, o Rip Curl Women´s Pro Bells Beach terminou com uma reedição da final do ano passado e o resultado foi o mesmo, com a bicampeã mundial Carissa Moore derrotando a australiana Tyler Wright. Aliás, as duas já haviam decidido o título da etapa passada em Margaret River, que a havaiana também venceu. Com a segunda vitória consecutiva, Carissa Moore se isola na liderança do ranking, pois a pentacampeã mundial Stephanie Gilmore perdeu nas semifinais para Tyler Wright.

Gilmore agora é a vice-líder, mas seguida de perto por Tyler Wright, que vai defender o título de campeã da etapa brasileira do Samsung Galaxy ASP Women´s World Tour conquistado na final australiana do ano passado com Sally Fitzgibbons. Depois de muitos anos, nesta temporada não tem nenhuma surfista da América do Sul entre as top-17 da elite mundial feminina. No entanto, a brasileira Silvana Lima, que perdeu a vaga no WCT junto com a peruana Sofia Mulanovich no ano passado, já foi confirmada para competir como convidada nas ondas do Postinho da Barra da Tijuca, de 7 a 18 de maio no Rio de Janeiro.
 

TOP-22 NO RANKING DO SAMSUNG GALAXY ASP WORLD TOUR 2014 – 3 etapas:

1.o: Gabriel Medina (BRA) – 19.200 pontos

2.o: Joel Parkinson (AUS) – 18.400

3.o: Mick Fanning (AUS) – 16.950

4.o: Kelly Slater (EUA) – 16.900

5.o: Taj Burrow (AUS) – 16.250

6.o: Adriano de Souza (BRA) – 15.700

7.o: Josh Kerr (AUS) – 13.750

8.o: Michel Bourez (TAH) – 12.250

9.o: Nat Young (EUA) – 10.950

9.o: Miguel Pupo (BRA) – 10.950

11: Julian Wilson (AUS) – 10.000

12: Jordy Smith (AFR) – 9.700

13: John John Florence (HAV) – 8.750

13: Bede Durbidge (AUS) – 8.750

15: C. J. Hobgood (EUA) – 8.700

15: Owen Wright (AUS) – 8.700

17: Fredrick Patacchia (HAV) – 8.500

18: Adam Melling (AUS) – 7.500

19: Filipe Toledo (BRA) – 6.250

19: Mitch Crews (AUS) – 6.250

21: Kai Otton (AUS) – 4.000

21: Sebastian Zietz (HAV) – 4.000

Nesse momento Raoni, Jadson e Alejo estão fora da elite.

 


SEGUNDA 21 DE ABRIL 2014.
MEDINA X MINEIRINHO PRA VER QUEM VAI
DISPUTAR AS QUARTAS DE FINAL
 

Um duelo entre o atual líder do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 com o defensor do título do Rip Curl Pro Bells Beach define quem vai representar o Brasil nas quartas de final da etapa que fecha a “perna australiana” em Torquay. Para seguir na busca pelo bicampeonato em Bells Beach, Adriano de Souza terá que encarar o número 1 do ranking 2014, Gabriel Medina, na abertura da última repescagem do campeonato. Na segunda-feira de boas ondas de 4-6 pés para os aéreos em Bells Beach, foram conhecidos os quatro primeiros classificados para as quartas de final, os australianos Mick Fanning, Joel Parkinson e Taj Burrow, que derrotou Mineirinho, além do havaiano John John Florence, que voou alto para tirar a primeira nota 10 do ano e mandar Kelly Slater e Gabriel Medina para a repescagem.

O aéreo de John John Florence da primeira nota 10 do ano no WCT (Foto: Kelly Cestari / ASP)

O aéreo de John John Florence da primeira nota 10 do ano no WCT (Foto: Kelly Cestari / ASP)

“É muito bom ganhar uma bateria assim, ainda mais contra o (Gabriel) Medina que me tirou das duas primeiras etapas esse ano”, disse John John Florence. “Eu já comecei a ficar nervoso quando vi minha bateria, pois é assustador enfrentar caras como o Kelly (Slater) e o Gabriel (Medina). Só que o nervosismo acabou quando eu peguei aquela onda. Eu vi uma seção armando pra mandar o aéreo, o vento estava bom e me pegou para fazer o giro perfeitamente. Estou muito feliz por vencer essa bateria e por estar nas quartas de final pela primeira vez esse ano”.

Como Medina ficou em último lugar nessa bateria e Adriano de Souza em segundo na anterior, que abriu a primeira rodada classificatória para as quartas de final, os dois acabaram se encontrando na repescagem e só um poderá avançar na competição. Medina tinha passado fácil por Bede Durbidge totalizando exatos 17 pontos, que na terceira fase só foram superados pelos 17,03 do também australiano Julian Wilson na vitória sobre o brasileiro Miguel Pupo e pelos 17,44 do sul-africano Jordy Smith.

Mas, na rodada seguinte, que na maré cheia no Bowl de Bells Beach foi transferida para Rincon, não sobrou onda para o líder do ranking no confronto com Kelly Slater e John John Florence. Slater largou na frente com notas 6,67 e 7,60. O havaiano escolheu arriscar os aéreos e começou bem com nota 8,00, depois tirou 7,60 e aí sacramentou a vitória no aéreo 360 muito alto com aterrisagem perfeita que valeu a primeira nota 10 do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014. John John Florence totalizou 18 pontos de 20 possíveis, contra 16,53 de Slater e apenas 11,17 de Medina, que já havia derrotado o havaiano três vezes esse ano nas etapas da Gold Coast e Margaret River.

O atual campeão do Rip Curl Pro Bells Beach, Adriano de Souza, disputou o segundo confronto da segunda-feira no Bowl de Bells Beach, contra o também brasileiro Filipe Toledo. Infelizmente, foi uma bateria fraca de ondas e Mineirinho levou a melhor por 11,20 a 10,74 pontos, o placar mais baixo do dia na Austrália. Já em Rincon, Adriano só conseguiu surfar duas ondas na primeira disputa por vaga nas quartas de final. O australiano Taj Burrow pegou quatro e na soma das duas melhores acabou vencendo por 15,57 pontos com notas 8,07 e 7,50. Mineirinho ficou em segundo com 12,10 e Adam Melling em último com 10,90.

Na penúltima bateria do dia, Joel Parkinson garantiu passagem direta para as quartas de final por 16,66 pontos, superando os 15,00 de Jordy Smith e 12,20 de Owen Wright. Já o atual campeão mundial, Mick Fanning, fechou a segunda-feira derrotando Fredrick Patacchia e Julian Wilson por 16,34 a 12,17 a 10,54 pontos, respectivamente. Fanning tenta um bom resultado neste último desafio da “perna brasileira” para entrar na briga pelas primeiras posições no ranking, pois só venceu uma bateria em Margaret River e despencou para o 11.o lugar na classificação geral das duas primeiras etapas do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014.
 

DOMINGO 20 DE ABRIL 2014

BRASIL DOMINA A ARGENTINA.

Os brasileiros dominaram o Rip Curl Pro Stamina pelo segundo ano consecutivo na Argentina. Agora, até as semifinais foram 100% verde-amarelas nas ondas da Playa Grande de Mar del Plata e Alex Ribeiro foi o campeão na decisão do título contra Messias Felix (2.o lugar), Hizunomê Bettero (3.o) e Franklin Serpa (4.o). A vitória na etapa do ASP 3-Star da Argentina valeu 750 pontos para o ranking do ASP Qualifying Series e 2.000 para o sul-americano, que começa com Alex Ribeiro largando na frente na disputa pelo título do ASP South America Surf Series 2014 em Mar del Plata.

O campeão Alex Ribeiro voando na Playa Grande de Mar del Plata (Foto: Leandro Barsocchini / Proenter)

O campeão Alex Ribeiro voando na Playa Grande (Foto: Leandro Barsocchini / Proenter)

“Eu vim muito empolgado e focado para este evento, consegui me adaptar muito bem às ondas aqui da Playa Grande, especialmente a esquerda, e arrisquei manobras mais radicais e os aéreos”, disse Alex Ribeiro, que é de uma cidade com o mesmo nome, Praia Grande, na Baixada Santista. “Eu tive baterias bem difíceis hoje (domingo) aqui, mas fiz boas estratégias que funcionaram e na final estava superconcentrado para ganhar o campeonato. Estou muito feliz porque é minha primeira vitória na ASP”.

Alex Ribeiro despachou os últimos estrangeiros no domingo e faturou os 8.000 dólares oferecidos ao campeão do ASP 3-Star Rip Curl Pro Stamina por 15,60 pontos nas duas notas computadas. O bicampeão brasileiro Messias Felix terminou em segundo com 13,67 e recebeu 4.000 dólares, com Hizunomê Bettero ficando em terceiro com 12,90 e 2.500 dólares, enquanto Franklin Serpa só somou 8,77 pontos e levou 2.000 dólares pelo quarto lugar. Mesmo assim, foi um ótimo resultado no evento que começou na quarta-feira com 112 competidores de quinze países.

Os últimos surfistas de outros países foram barrados pelos brasileiros nos primeiros confrontos do Domingo de Páscoa nas boas ondas da lotada Playa Grande, no balneário argentino de Mar del Plata. O campeão Alex Ribeiro participou da primeira bateria do dia, que fechava as oitavas de final iniciadas no sábado. Ele venceu e Sidney Guimarães passou em segundo lugar, despachando o japonês Reo Inaba. Os outros dois únicos não brasileiros, Dylan Lightfoot da África do Sul e Marco Giorgi do Uruguai, perderam nas quartas de final para os dois melhores surfistas do campeonato, Alex Ribeiro e Messias Felix.

DOBRADINHA CAMPEà– Essa dobradinha campeã funcionou de novo nas semifinais, sempre com Messias em primeiro e Alex em segundo, tirando do pódio dois talentos de mais uma nova geração do surfe brasileiro, o potiguar Italo Ferreira e o cearense Michael Rodrigues. Outros dois ficaram na primeira semifinal, com os mais experientes Franklin Serpa e Hizunomê Bettero superando os paulistas Deivid Silva e Victor Bernardo.

Primeira vitória de Alex Ribeiro na ASP South America e no Circuito Mundial (Foto: Leandro Barsocchini / Proenter)

Primeira vitória de Alex Ribeiro na ASP South America (Foto: Leandro Barsocchini / Proenter)

Foi o jovem Victor Bernardo que acabou com a chance do paranaense Jihad Khodr seguir tentando o bicampeonato no Rip Curl Pro da Argentina. Ele ficou com a segunda vaga para as semifinais na bateria vencida pelo baiano Franklin Serpa e o defensor do título terminou em 13.o lugar esse ano em Mar del Plata. Os outros finalistas da decisão brasileira do ano passado, Matheus Navarro, David do Carmo e Marco Fernandez, nem conseguiram chegar no domingo.

PRÓXIMAS ETAPAS – A próxima etapa do ASP Qualifying Series também será válida pelo ASP South America Surf Series 2014 porque é no Brasil. A Powerade apresenta Quiksilver Saquarema Prime é o primeiro grande evento do ano na disputa pelas dez vagas para o grupo dos top-34 do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour. A vitória no primeiro ASP World Prime da temporada vale 6.500 pontos neste ranking de acesso para a elite mundial. Se o campeão for sul-americano, também marca 2.000 pontos no ranking do ASP South America Surf Series 2014.

Esta nova regra estipula que todas as etapas realizadas pelo escritório regional valem 2.000 pontos, independente da premiação e o seu status no ASP Qualifying Series. O objetivo da ASP South America é premiar quem mais participa das provas no continente, pois nos últimos anos o campeão sul-americano era praticamente definido no ASP World Prime de 6.500 pontos de Saquarema. Em 2013, inclusive, Gabriel Medina e Raoni Monteiro perderam nas semifinais do Quiksilver Saquarema Prime e dividiram o primeiro lugar no ranking sul-americano, com Medina faturando o seu segundo título pela melhor posição no ranking de 2012.

Depois de Saquarema, mais duas etapas estão confirmadas para fechar o ASP South America Surf Series 2014. A próxima é o ASP 3-Star Maui and Sons Arica World Star Tour, de 22 a 26 de julho nas ondas desafiadoras de El Gringo, em Arica, no Chile, que vale 750 pontos no ranking mundial do ASP Qualifying Series, como o Rip Curl Pro Stamina na Argentina. E o ASP 4-Star Mahalo Surf Eco Festival agora vai decidir o título sul-americano na Bahia, entre os dias 9 e 14 de setembro na Praia da Tiririca, em Itacaré.

FINAL DO ASP 3-STAR RIP CURL PRO STAMINA:

Campeão: Alex Ribeiro (BRA) por 15,60 pontos – US$ 8.000 e 750 pontos no ASP Qualifying Series

Vice-campeão: Messias Felix (BRA) com 13,67 – US$ 4.000 e 563 pontos

Terceiro lugar: Hizunomê Bettero (BRA) com 12,90 – US$ 2.500 e 422 pontos

Quarto lugar: Franklin Serpa (BRA) com 8,77 – US$ 2.000 e 369 pontos


SÁBADO 19 DE ABRIL 2014.
MEDINA AVANÇA AO ROUND 03, O RESTO
DA EQUIPE FOI PRA REPESCAGEM.


Depois de três dias de espera, as ondas finalmente apareceram no Sábado de Aleluia para o início do Rip Curl Pro Bells Beach na Austrália. Mesmo assim, as condições estavam difíceis nas séries de 4-6 pés, com poucas ondas boas entrando nas baterias. O líder do ranking no Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014, Gabriel Medina, foi o único brasileiro que estreou com vitória e passou direto para a terceira fase num dos muitos confrontos fracos de ondas. O defensor do título de campeão desta etapa de Bells Beach, Adriano de Souza, entrou na disputa seguinte, só conseguiu surfar uma onda boa que valeu a maior nota da bateria – 7,83 – e acabou derrotado pelas 7,00 e 7,10 do australiano Owen Wright.

Gabriel Medina salvou a pátria no primeiro dia do Rip Curl Pro (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Gabriel Medina salvou a pátria no primeiro dia do Rip Curl Pro (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Além de Mineirinho, outros quatro brasileiros terão que encarar a repescagem iniciada no sábado em condições mais difíceis ainda na maré cheia em Bells Beach. A tentativa era realizar até a oitava bateria, mas só aconteceram as duas primeiras e a comissão técnica decidiu parar o campeonato de forma acertada. Até porque o prazo do evento ainda vai até o dia 27. Foi então marcada uma primeira chamada do domingo para as 7h00 na Austrália, 18h00 pelo fuso horário de Brasília, ao vivo pelo www.aspworldtour.com

O defensor do título do Rip Curl Pro Bells Beach, Adriano de Souza, foi escalado na quarta bateria com o norte-americano Brett Simpson, portanto a segunda do dia. No duelo seguinte, o carioca Raoni Monteiro que perdeu para o havaiano Sebastian Zietz no segundo confronto do sábado, enfrenta o australiano Kai Otton numa reedição da final do Quiksilver Saquarema Prime de 2011 na casa do brasileiro. Tanto Raoni como Simpson ainda não venceram nenhuma bateria no Samsung Galaxy ASP World Tour 2014.

Depois vêm mais dois duelos consecutivos com brasileiros. Na sétima bateria, Miguel Pupo que foi mandado para a repescagem na vitória verde-amarela solitária de Gabriel Medina na primeira fase, pega um dos estreantes da temporada, o australiano Dion Atkinson. Na oitava, entra o também paulista Filipe Toledo, que terá outro sul-africano pela frente. Ele foi derrotado por Jordy Smith e agora é contra Travis Logie. Já o potiguar Jadson André, que não achou ondas na bateria vencida pelo norte-americano C. J. Hobgood, fecha a participação brasileira no penúltimo confronto da repescagem com o havaiano Fredrick Pattachia.

PRÓXIMA NO BRASIL – Nesta terceira e última etapa da “perna australiana” do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014, a seleção verde-amarela está desfalcada do catarinense Alejo Muniz, que não se recuperou da contusão no tornozelo sofrida antes do início do Drug Aware Margaret River Pro. Ele continua o tratamento para poder competir no próximo desafio que será no Brasil, o Billabong Rio Pro que terá sua base principal novamente instalada nas ondas do Postinho da Barra da Tijuca. O prazo da etapa brasileira do WCT começa em 7 de maio e vai até o dia 18 no Rio de Janeiro.

TERÇA FEIRA 15 DE ABRIL 2014.
BF NA CABEÇA

ÍTALO FERREIRA VENCE A PRIMEIRA ETAPA
DO CIRCUITO PROFISSIONAL PAULISTA.



Quero ver quem vai segurar esse Monstro.Foto : Silvia Winik / FMA Notícias

Numa final emocionante, definida no último minuto, o potiguar Ítalo Ferreira faturou a abertura do Maresia Paulista de Surf Profissional, neste domingo (13), na praia de Pitangueiras, Guarujá. Com o resultado, ele faturou R$ 8 mil de prêmio, de um total de R$ 30 mil na etapa, que reuniu 104 surfistas de 11 estados. A vitória foi valorizada pelo alto nível técnico, com o cearense bicampeão brasileiro, Messias Félix, em segundo lugar, o guarujaense campeão mundial pro júnior, Caio Ibelli, em terceiro, e o ubatubense, talento da nova geração, Arthur Aguiar, em quarto.

 

Ítalo ainda comemorou sua melhora no ranking brasileiro, encostando no atual líder Bino Lopes, da Bahia, que neste evento ficou em nono lugar. Agora, a diferença entre os dois é de apenas cinco pontos – 3.150 a 3.145. “O meu foco é o WQS, mas vou conciliar as disputas aqui no Brasil com o Circuito Mundial. Não é nada mal ser campeão paulista e tem o brasileiro”, acrescentou o surfista de 19 anos, campeão brasileiro e sul-americano pro-júnior em 2012.

 

Antes de chegar à final, Ítalo já tinha demonstrado que estava muito bem sintonizado com as ondas do pico do Canto do Maluf, garantindo a melhor atuação do evento nas quartas-de-final, com a maior nota, 9,5, e a maior somatória, 17,50 de 20 possíveis. Na final, demorou a “engrenar” e só encaixou as manobras nos minutos decisivos.


Resultados da primeira etapa do Paulista Pro 2014

 

1 Ítalo Ferreira/RN – 1.000 pontos – R$ 8.000,00

2 Messias Felix/CE – 860 pontos – R$ 5.000,00

3 Caio Ibelli/Guarujá – 730 pontos – R$ 3.200,00

4 Arthur Aguiar/Ubatuba – 670 pontos – R$ 2.600,00

5 Luciano Brulher/Caraguatatuba – 610 pontos – R$ 1.600,00

5 Marcos Corrêa/São Vicente – 610 – R$ 1.600,00

7 Hizunomê Bettero/Ubatuba – 555 pontos – R$ 1.200,00

7 Alex Ribeiro/Praia Grande – 555 pontos – R$ 1.200,00

9 Alandresson Martins/RJ – 500 pontos – R$ 800,00

9 Ícaro Rodrigues/Guarujá – 500 pontos – R$ 800,00

9 Bino Lopes/BA – 500 pontos – R$ 800,00

9 Ricardo Ferreira/Praia Grande – 500 pontos – R$ 800,00

13 Alan Donato/PE – 450 pontos – R$ 600,00

13 Gustavo Fernandes/RJ – 450 pontos – R$ 600,00

13 Rudá Carvalho/BA – 450 pontos – R$ 600,00

13 Danilo Costa/RN (Guarujá) – 450 pontos – R$ 600,00


SEGUNDA 14 DE ABRIL 2014

A PRIMEIRA VEZ NINGUÉM ESQUECE.

O Brasil segue liderando o ranking mundial com Gabriel Medina, 20 anos, com os mesmos 2.000 pontos de vantagem que tinha sobre o australiano Joel Parkinson, 32, porque ambos perderam nas quartas de final que abriram o domingo decisivo do Drug Aware Margaret River Pro na Austrália. O campeão da segunda etapa do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 foi Michel Bourez, 28, que se tornou o primeiro surfista do Taiti a vencer uma etapa do WCT. A disputa pelo prêmio máximo de 100 mil dólares foi contra o australiano Josh Kerr, 30, que barrou Gabriel Medina e terminou como vice-campeão em Margaret River como no ano passado, quando perdeu a final para o havaiano Dusty Payne, 25 anos.

Michel Bourez campeão pela primeira vez em etapas do WCT (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Michel Bourez campeão pela primeira vez em etapas do WCT (Foto: Kelly Cestari / ASP)

“É muito bom sentir a sensação de ganhar, é um sonho se tornando realidade”, disse Michel Bourez.“Fazer a final aqui contra uma pessoa incrível como o Josh Kerr foi maravilhoso. Foi uma bateria difícil porque você nunca sabe o que ele pode fazer. E a semifinal foi como uma final também pra mim. Surfar contra o Kelly (Slater) é sempre difícil, então eu tive que empurrar mesmo o meu nível às alturas para tirar aquele 9,37. O Kelly é o maior surfista de todos os tempos e é sempre um prazer competir com ele. É um ano longo, ainda temos nove campeonatos pela frente, então preciso focar no próximo e gosto bastante da onda em Bells Beach”.

Os dois finalistas também entram na briga pelo título mundial neste início de temporada, com Josh Kerr subindo para terceiro no ranking e o campeão Michel Bourez para quarto, à frente de Kelly Slater em quinto e Adriano de Souza, que caiu do terceiro para o sexto lugar. Agora, todos voltam a atravessar a Austrália para o Rip Curl Pro Bells Beach, que começa na quarta-feira com Adriano defendendo o título de campeão da etapa e Medina a liderança do ranking no evento que tem prazo até o dia 27 de abril.

Depois das três provas da “perna australiana”, o Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 vem para o Brasil, com os melhores surfistas do mundo se apresentando no Billabong Rio Pro entre os dias 7 e 18 de maio nas ondas do Postinho da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Em Margaret River, o único brasileiro no último dia competiu numa hora em que o mar estava em transformação, com ondas inconsistentes de 4-5 pés não proporcionando mais do que três manobras. Os dois arriscaram os aéreos, mas o vento também não ajudava e com notas 7,00 e 6,70 o australiano Josh Kerr avançou para as semifinais por 13,70 a 10,77 pontos.

O confronto seguinte foi o clássico do domingo e no duelo dos campeões mundiais as ondas já começaram a melhorar, com Kelly Slater, sempre ele, surfando os primeiros tubos do domingo para derrotar Joel Parkinson por menos de um ponto no placar de 15,53 a 15,44 pontos. Parko ganharia a ponta do ranking se fosse finalista em Margaret River e Slater poderia empatar com Medina se ganhasse o campeonato. Mas, Michel Bourez garantiu a liderança isolada do brasileiro na onda incrível que surfou para derrotar Slater na semifinal por 16,14 a 15,90 com a maior nota do domingo, 9,37.

Josh Kerr amargou o segundo vice-campeonato seguido (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Josh Kerr amargou o segundo vice-campeonato seguido (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Nesta hora, as séries já entravam com 6-8 pés em Surfers Point e também por um placar apertado de 15,10 a 14,87 pontos, Josh Kerr tinha vencido a semifinal australiana com Bede Durbidge para fazer sua segunda decisão de título consecutiva no Drug Aware Margaret River Pro. No ano passado, a etapa era válida pelo ASP World Prime e ele perdeu para o havaiano Dusty Payne. Ele tentou usar sua arma mortal, mas não completou os aéreos e o “power surf” de Michel Bourez foi mais eficiente para vencer por 15,90 a 12,44 pontos com notas 8,33 e 7,57 nas duas melhores ondas surfadas na bateria.

“Foi uma bateria difícil, mas eu queria dar um show para toda essa torcida que veio a praia hoje ver o último dia do campeonato”, disse Josh Kerr. “Doeu no ano passado ter sido vice-campeão e dói ainda mais esse ano. Eu cometi alguns erros no início da bateria, não escolhi bem as ondas e é muito chato não surfar bem numa final, mas estou feliz pelo resultado. Este campeonato tem sido muito bom para mim, já venci aqui em 2010, essa é a segunda final seguida e estou feliz que temos um WCT agora aqui. Espero conseguir vencer no próximo ano”.

Além dos 10.000 pontos no ranking, o taitiano festejou a sua primeira vitória no ASP World Tour com o prêmio de 100 mil dólares, com Josh Kerr ficando com 40 mil dólares pelo vice-campeonato. Michel Bourez iniciou a caminhada para o título quando passou por Adriano de Souza na repescagem para as quartas de final na sexta-feira em The Box, pico de direitas tubulares que nunca tinha sido utilizado nas etapas da ASP em Margaret River. No domingo, o taitiano derrotou dois norte-americanos para chegar a sua terceira final no WCT, Nat Young nas quartas de final e Kelly Slater nas semifinais.

“Eu cometi um grande erro tático que foi fatal pra mim”, admitiu Kelly Slater, que nunca venceu um campeonato em Margaret River. “Eu estava na liderança da bateria desde o início até o fim quase, quando veio uma onda e eu tinha prioridade (de surfar), fui contra o meu instinto e peguei. Mas, a melhor onda veio depois e o Michel (Bourez) conseguiu a nota alta que precisava para vencer. Antes da bateria, já sabia que essa onda combina com seu estilo e ele mereceu passar pra final mesmo”.

 

FINAL DO DRUG AWARE MARGARET RIVER PRO:

Campeão: Michel Bourez (TAH) por 15,90 (notas 8,33 e 7,57) – US$ 100.000 e 10.000 pontos

Vice-campeão: Josh Kerr (AUS) com 12,44 pontos (7,37+5,07) – US$ 40.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 6.500 pontos e US$ 20.000:

1.a: Josh Kerr (AUS) 15.10 x 14.87 Bede Durbidge (AUS)

2.a: Michel Bourez (TAH) 16.14 x 15.90 Kelly Slater (EUA)
 

TOP-22 NO RANKING DO SAMSUNG GALAXY ASP WORLD TOUR 2014 – 2 etapas:

1.o: Gabriel Medina (BRA) – 15.200 pontos

2.o: Joel Parkinson (AUS) – 13.200

3.o: Josh Kerr (AUS) – 12.000

4.o: Michel Bourez (TAH) – 11.750

5.o: Kelly Slater (EUA) – 11.700

6.o: Adriano de Souza (BRA) – 10.500

7.o: Nat Young (EUA) – 9.200

7.o: Miguel Pupo (BRA) – 9.200

9.o: Taj Burrow (AUS) – 8.250

10: Bede Durbdige (AUS) – 7.000

11: Mick Fanning (AUS) – 6.950

11: C. J. Hobgood (EUA) – 6.950

13: Jordy Smith (AFR) – 5.700

14: Filipe Toledo (BRA) – 4.500

14: Fredrick Patacchia (HAV) – 4.500

14: Mitch Crews (AUS) – 4.500

17: Julian Wilson (AUS) – 3.500

17: Adrian Buchan (AUS) – 3.500

17: Adam Melling (AUS) – 3.500

17: Kolohe Andino (EUA) – 3.500

17: Jadson André (BRA) – 3.500

QUARTA FEIRA 09 DE ABRIL 2014.
QUATRO BRASILEIROS AINDA SOBREVIVEM
NA AUSTRÁLIA.



A Força Aérea Brasileira entrou em ação no domingo atacando a costa ocidental da Austrália para conquistar quatro
vitórias na terceira fase do Drug Aware Margaret River Pro. O atual líder do ranking no Samsung Galaxy ASP World
Championship Tour 2014, Gabriel Medina, fez o segundo maior placar do dia - 16,44 pontos - e Adriano de Souza,
Miguel Pupo e Filipe Toledo, também liquidaram seus oponentes. Todos agora têm duas chances de classificação
para as quartas de final e o único piloto abatido foi Jadson André, derrotado pelo maior astro do esporte, Kelly Slater.
No domingo foi encerrada a etapa feminina e a havaiana Carissa Moore conquistou o bicampeonato em
Margaret River na reedição da final do ano passado com a australiana Tyler Wright.


As meninas abriram o domingo de boas ondas de 4-6 pés em Main Break com as mesmas semifinais
disputadas em 2013 no Drug Aware Margaret River Pro. Os resultados também foram iguais, com
Carissa Moore vingando a derrota sofrida nesta mesma fase para a pentacampeã mundia
l Stephanie Gilmore na etapa que abriu a temporada 2014 na Gold Coast e Tyler Wright ganhando
o duelo australiano com Sally Fitzgibbons. Na grande final, as duas surfistas pegaram boas ondas
e a havaiana foi um pouco melhor, computando notas 8,23 e 7,50 contra 8,00 e 6,10 da australiana
para festejar sua primeira vitória no ano por 15,73 a 14,10 pontos. Carissa Moore agora divide
a liderança do ranking com Stephanie Gilmore.


"A Tyler (Wright) estava surfando de forma incrível hoje (domingo) e ela é sempre uma forte concorrente",
destacou a atual campeã mundial Carissa Moore. "Eu acho que nós temos a mesma atitude de
querer ganhar campeonatos e eu estava muito confiante para esta bateria. A onda aqui em
Margaret River é muito difícil e a gente está sempre aprendendo como surfar ela, então estou
muito feliz por ter conseguido vencer aqui novamente. Eu amo este lugar e é muito bom estar
lá no topo do ranking de novo, junto com a Stephanie (Gilmore). Já estou ansiosa para ver
como vai ser o restante da temporada, que promete ser emocionante".


Entre as semifinais e a final feminina, foram realizadas as quatro primeiras baterias da terceira fase e
o paulista Miguel Pupo ganhou a última delas, batendo pela segunda vez o campeão mundial
C. J. Hobgood esse ano em Margaret River. A vitória foi por 11,34 a 9,67 pontos sobre o norte-americano.
Depois da primeira decisão de título do Drug Aware Pro 2014, Gabriel Medina entrou no mar para
defender a liderança do ranking e uma invencibilidade sobre o havaiano John John Florence nesta temporada.


A bateria foi adrenalizante, com ambos usando os aéreos para arrancar notas maiores dos juízes.
John John já havia sido derrotado por Medina na rodada inicial do Quiksilver Pro Gold Coast e
também em Margaret River, então tentou começar bem para quebrar o tabu, mas não conseguiu.
Quem largou na frente foi o brasileiro massacrando uma direita com manobras potentes de backside
para ganhar nota 7,67 e logo surfou outra que rendeu 5 pontos. Florence entrou na briga com uma
série de manobras numa boa onda finalizada com um aéreo para assumir a ponta com nota 8,50. Mas,
o brasileiro manteve a calma e confirmou sua terceira vitória sobre o havaiano com um
"aéreo-reverse full rotation" incrível, aterrisando com perfeição para ganhar nota 8,77
e fechar o placar em 16,44 a 14,00 pontos.


"Eu estava nervoso antes da bateria, porque é sempre difícil competir contra o
John John (Florence), que é um excelente surfista", disse Gabriel Medina. "Nós já
disputamos várias baterias e somos realmente muito competitivos. Eu apenas tento
me concentrar no meu próprio jogo para fazer o melhor que posso nas ondas, mas
é ótimo competir contra alguém como o John John, porque nós ficamos empurrando
os limites um do outro, então é sempre emocionante enfrentá-lo".


Os 16,44 pontos de Gabriel Medina só foram ultrapassados pelo australiano Yadin Nicol, que
acertou um aéreo rodando sensacional para derrotar o atual campeão mundial Mick Fanning
por 16,94 pontos com a nota 9,77 recebida nessa onda, a maior do dia. Os dois recordistas do
domingo vão disputar a primeira rodada classificatória para as quartas de final com Miguel Pupo
na segunda bateria. Nesta quarta fase, os vencedores passam direto, mas os perdedores
têm uma segunda e última chance nos duelos homem a homem da repescagem.


Diferente de Mick Fanning, Kelly Slater confirmou o favoritismo contra o potiguar Jadson André
na reedição da final da única vitória do brasileiro no ASP World Tour, em 2010 no Billabong
Santa Catarina Pro em Imbituba. Foi uma bateria de poucas ondas boas, com o maior astro
do esporte levando a melhor por 12,56 a 10,47 pontos nas duas notas computadas. Jadson
está retornando ao grupo dos top-34 da ASP esse ano e pela segunda vez foi barrado na
terceira fase, ficando em 13.o lugar com 1.750 pontos como na Gold Coast.


DOMINGO 06 DE ABRIL 2014.

HAVAIANA PASSEIA NA AUSTRÁLIA 
E CONFIRMA O BI.



Carissa Moore conquistando o bicampeonato em M-River (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Nesse domingo foi encerrada a etapa feminina e a havaiana Carissa Moore conquistou o bicampeonato em Margare
t River na reedição da final do ano passado com a australiana Tyler Wright.

As meninas abriram o domingo de boas ondas de 4-6 pés em Main Break com as mesmas semifinais de 2013 no Drug Aware Margaret River Pro. Os resultados também foram iguais, com Carissa Moore vingando a derrota sofrida nesta mesma fase para a pentacampeã mundial Stephanie Gilmore na etapa que abriu a temporada 2014 na Gold Coast e Tyler Wright ganhando o duelo australiano com Sally Fitzgibbons. Na grande final, as duas pegaram boas ondas e a havaiana foi um pouco melhor, computando notas 8,23 e 7,50 contra 8,00 e 6,10 da australiana para festejar sua primeira vitória no ano por 15,73 a 14,10 pontos. Carissa Moore agora divide a liderança do ranking com Stephanie Gilmore.

“A Tyler (Wright) estava surfando de forma incrível hoje (domingo) e ela é sempre uma forte concorrente”, destacou a atual campeã mundial Carissa Moore. “Eu acho que nós temos a mesma atitude de querer ganhar campeonatos e eu estava muito confiante para esta bateria. A onda aqui em Margaret River é muito difícil e a gente está sempre aprendendo como surfar ela, então estou muito feliz por ter conseguido vencer aqui novamente. Eu amo este lugar e é muito bom estar lá no topo do ranking de novo, junto com a Stephanie (Gilmore). Já estou ansiosa para ver como vai ser o restante da temporada, que promete ser emocionante”.

FINAL FEMININA DO DRUG AWARE MARGARET RIVER PRO:

Campeã: Carissa Moore (HAV) por 15,73 (notas 8.23+7.50) – 10.000 pontos

Vice-campeã: Tyler Wright (AUS) com 14,10 pontos (8.00+6.10) – 8.000 pontos

SEMIFINAIS FEMININAS – 3.o lugar – 6.500 pontos:

1.a: Stephanie Gilmore (AUS) 15.83 x 12.67 Carissa Moore (HAV)

2.a: Tyler Wright (AUS) 13.83 x 9.16 Sally Fitzgibbons (AUS)

TOP-10 DO RANKING DO ASP WOMEN´S TOUR 2014 – 2 etapas:

1.a: Carissa Moore (HAV) – 16.500 pontos

1.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 16.500

3.a: Tyler Wright (AUS) – 13.200

3.a: Bianca Buitendag (AFR) – 13.200

5.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 11.700

6.a: Courtney Conlogue (EUA) – 10.400

6.a: Malia Manuel (HAV) – 10.400

8.a: Lakey Peterson (EUA) – 8.250

9.a: Paige Hareb (NZL) – 8.000

9.a: Dimity Stoyle (AUS) – 8.000


SEXTA FEIRA 04 DE ABRIL 2014
SHOW DE IMAGENS DO 
BRASILEIRO MASTER EM NORONHA
.


WENDALL DA MARANDS COM FÁBIO GOUVEIA.

Veja galeria de fotos do evento inédito que aconteceu em Fernando de Noronha, a segunda etapa do Circuito Brasileiro
Master que reuniu os grandes nomes do esporte no Brasil.

CLIQUE AQUI E VEJA AS FOTOS.


DOMINGO 30 DE MARÇO 2014
PEDRO LIMA VENCE O QUARTO
EVENTO MASTER SEGUIDO, SENDO 03 BRASILEIROS.



Atleta chega a sua quarta vitória em eventos Master, sendo 03 brasileiros, dessa vez foi aqui em Noronha. Parabéns Delegado.
Quem também deu show foi o baiano Jojó de Olivença que venceu duas finais e fez história na Ilha.


o pernambucano Pedro Lima manteve a invencibilidade nas duas primeiras etapas do Circuito Master da CBS em 2014. Ele estava em último na bateria, mas pegou uma boa onda e saltou para o segundo lugar na disputa toda liderada por Fabricio Junior. Só que o potiguar foi brigar por uma onda no minuto final e cometeu uma interferência, recebendo como penalidade computar uma nota com apenas metade da outra. Com isso, caiu para terceiro lugar e Pedro Lima festejou sua quarta vitória consecutiva na categoria Master, pois não perdeu nenhuma etapa que disputou desde o ano passado.

"Estou amarradão pela vitória, depois daquela interferência ali do Fabrício (Junior), porque eu já estava colado nele em segundo lugar", disse Pedro Lima. "Eu estou muito feliz por fazer mais uma final e ganhar de novo para manter o primeiro lugar no ranking com duas vitórias. Agora estou praticamente dentro do time que vai disputar o Mundial Master da ISA e vou continuar treinando bastante para representar bem o Brasil lá. As ondas estavam muito difíceis hoje (domingo), mas consegui achar algumas que renderam algumas manobras para eu poder sair daqui com mais um troféu de campeão".

O baiano Jojó de Olivença foi o grande destaque do Marands Brasileiro de Surf Master que fechou a segunda edição do Noronha Surf Festival no arquipélago pernambucano de Fernando de Noronha. Ele foi o supercampeão do domingo de ondas de 3-4 pés na Cacimba do Padre, faturando o título em duas categorias, Grand Master e Kahuna, além de vencer a bateria especial com a participação do ator Paulo Vilhena. Na categoria Master, o pernambucano Pedro Lima manteve a invencibilidade no Circuito da Confederação Brasileira de Surf (CBS) e na Grand Kahuna a vitória foi do bicampeão brasileiro da categoria, o catarinense Mickey Hoffman.

O domingo foi de chuva e céu carregado de nuvens em Fernando de Noronha, portanto de ondas pequenas, já que a Cacimba do Padre só funciona mesmo quando tem Sol. Diferente dos outros três dias de competições no Marands apresenta Noronha Surf Festival, no domingo o baiano Jojó de Olivença teve que mostrar a força do seu backside nas esquerdas do canto do Morro Dois Irmãos. Até então, ele só havia surfado as direitas do meio da praia, mas deu um show também nas esquerdas faturando dois títulos sem sair do mar. 
RESULTADOS DO DOMINGO NO MARANDS BRASILEIRO MASTER DE SURF:

CATEGORIA MASTER - surfistas com 35 anos ou mais de idade:
Campeão: Pedro Lima (PE) - 1.000 pontos
Vice-campeão: Rogerio Dantas (CE) - 900
Terceiro lugar: Fabricio Junior (RN) - 810
Quarto lugar: Marcelo Alves (BA) - 729

CATEGORIA GRAND MASTER - surfistas com 40 anos ou mais:
Campeão: Jojó de Olivença (BA) - 1.000 pontos
Vice-campeão: Fabio Gouveia (PB) - 900
Terceiro lugar: Caia de Souza (FN) - 810
Quarto lugar: Roni Ronaldo (SC) - 729

CATEGORIA KAHUNA - surfistas com 45 anos ou mais:
Campeão: Jojó de Olivença (BA) - 1.000 pontos
Vice-campeão: Claudio Marroquim (PE) - 900
Terceiro lugar: Armando Maciel (SC) - 810
Quarto lugar: Cardoso Junior (CE) - 729

CATEGORIA GRAND KAHUNA - surfistas com 50 anos ou mais:
Campeão: Mickey Hoffman (SC) - 1.000 pontos
Vice-campeão: Fernando Neguinho (RN) - 900
Terceiro lugar: Lucio Costa (BA) - 810
Quarto lugar: Dedé Cabral (RN) - 729

SEXTA FEIRA 28 DE MARÇO 2014

PATRICK TAMBERG VENCE EM CASA 

A PRIMEIRA ETAPA DO PERNAMBUCANO 2014.


O Local de Noronha 
Patrick Tamberg Tamberg venceu a etapa inicial do Pernambucano 2014 no quintal de casa. Na entrega da premiação presença dos atores Paulinho Vilhena e Eri Johnsson na Cacimba do Padre.

Os noronhenses fizeram a festa no Marands Pernambucano de Surf com duas vitórias nas sete categorias da etapa de abertura do Circuito Estadual de Pernambuco encerrada na sexta-feira em Fernando de Noronha. Patrick Tamberg faturou o principal título em disputa, largando na frente do ranking pernambucano e do Circuito Nordestino de Surf Profissional. O outro nativo do arquipélago que levantou o troféu de campeão foi Brayner Alves na categoria Mirim. Quem também se destacou na sexta-feira foi o pernambucano Reginaldo Nascimento, que venceu a Open com pranchinha e a Longboard com o pranchão. Na Junior, a vitória foi do pernambucano Ivan Silva, o paraibano Saulo Carvalho ganhou a Senior e o baiano Jojó de Olivença conquistou o título Master na onda que surfou nos últimos segundos da bateria.

Depois de dois dias de Marands Pernambucano de Surf, no sábado e domingo a Cacimba do Padre ficará reservada para os grandes ídolos do passado, como o próprio Jojó de Olivença, que vão participar do Marands Brasileiro de Surf Master. As quatro categorias do evento válido como segunda etapa do Circuito Master da Confederação Brasileira de Surf (CBS), já esgotaram o limite de inscrições e precisou ser criada uma lista de espera para caso apareça alguma vaga. A primeira chamada para o início da competição que fecha a segunda edição do Noronha Surf Festival apresentado pela Marands, foi marcada para as 8h00 do sábado na Cacimba do Padre.

O último dia do Marands Pernambucano de Surf também era para ser iniciado às 8h00, mas a sexta-feira amanheceu com muita chuva em Fernando de Noronha e sem ondas na Cacimba do Padre. As condições só melhoraram um pouco para começar a competição às 10h00, com as finais sendo encerradas por volta das 17h00. A primeira decisão a entrar no mar foi a da categoria profissional com dois surfistas de Fernando de Noronha contra dois de Pernambuco. Patrick Tamberg foi preciso na escolha das ondas, só surfou duas que renderam dois bons tubos notas 6,67 e 6,43 para faturar o prêmio máximo de 3.000 Reais por 13,10 pontos.

"Eu passei o dia inteiro aqui na praia olhando o mar e me posicionei ali no canto para pegar os tubos nas esquerdas. Eu estava muito confiante e sabia que se viesse a onda eu ia fazer o tubo, então estou feliz que elas vieram e eu consegui conquistar essa vitória que busco há muito tempo", disse Patrick Tamberg. "O Buday (Santos) também pegou os tubos ali e Noronha está de parabéns, com dois atletas na final da Profissional. Pena que o Halley (Batista) virou no finalzinho e não deu uma dobradinha noronhense, mas estou muito feliz pela vitória".

A dobradinha noronhense no alto do pódio só não aconteceu porque o pernambucano Halley Batista pegou uma onda no minuto final e acertou um aéreo para deixar um suspense na praia. Ele precisava de 7,43 pontos para vencer e recebeu nota 6,57 que deu apenas para tirar o vice-campeonato de Buday Santos. O noronhense tinha surfado bons tubos também, mas acabou terminando em terceiro lugar, com o big-rider pernambucano Alexandre Ferraz ficando em quarto. Mesmo assim, a torcida fez a festa com a vitória inédita de Patrick Tamberg no Circuito Pernambucano de Surf.

RESULTADOS DAS FINAIS DO MARANDS PERNAMBUCANO DE SURF:

CATEGORIA PROFISSIONAL:
1.o: Patrick Tamberg (FN) - 1.000 pontos
2.o: Halley Batista (PE) - 860
3.o: Buday Santos (FN) - 730
4.o: Alexandre Ferraz (PE) - 670

CATEGORIA AMADOR OPEN:
1.o: Reginaldo Nascimento (PE) - 1.000 pontos
2.o: Ivan Silva (PE) - 910
3.o: Arthur Vilar (PB) - 830
4.o: Nego Noronha (FN) - 729

CATEGORIA AMADOR JUNIOR:
1.o: Ivan Silva (PE) - 1.000 pontos
2.o: André Labanca (PE) - 910
3.o: Lucas Rodrigues (PE) - 830
4.o: Felipe Justus (RN) - 729

CATEGORIA AMADOR MIRIM:
1.o: Brayner Alves (FN) - 1.000 pontos
2.o: Netinho Silva (FN) - 910
3.o: Douglas Souza (FN) - 830
4.o: Valderez dos Santos (FN) - 729

CATEGORIA AMADOR SENIOR:
1.o: Saulo Carvalho (PB) - 1.000 pontos
2.o: Mauricio Bandeira (PE) - 910
3.o: Fred Vilela (AL) - 830
4.o: Hector Correa (RJ) - 729

CATEGORIA AMADOR MASTER:
1.o: Jojó de Olivença (BA) - 1.000 pontos
2.o: Arthur Gama (RJ) - 910
3.o: Saulo Carvalho (PB) - 830
4.o: Marcos Monteiro (RJ) - 729

CATEGORIA LONGBOARD:
1.o: Reginaldo Nascimento (PE) - 1.000 pontos
2.o: Rafael Cavalcanti (PE) - 910
3.o: Marcelo Bibita (CE) - 830


QUINTA FEIRA 27 DE MARÇO 2014

PERNAMBUCANO 2014 COMEÇA COM 
ALTAS ONDAS EM NORONHA
.



O LOCAL PATRICK TAMBERG ESTA NA FINAL PRO.


O BAIANO WILSON NORA PEGOU TUBOS NA CACIMBA MAS FICOU NA SEMI.

A Cacimba do Padre já apresentou o seu potencial de tubos no primeiro dia do Marands apresenta Noronha Surf Festival no arquipélago pernambucano de Fernando de Noronha. O mar foi melhorando durante a manhã e os organizadores decidiram realizar apenas as categorias Profissional e Master do Marands Pernambucano de Surf nas ondas de 4-5 pés da quinta-feira. E quem comandou o show nos tubos foi o baiano Wilson Nora, que fez os recordes do dia na segunda bateria que disputou na categoria Profissional, um tubaço que valeu nota 9,83 e 16,66 pontos de 20 possíveis. Nesta sexta-feira, serão definidos os campeões das seis categorias da etapa de abertura do Circuito Pernambucano de Surf e no sábado começa o Marands Brasileiro de Surf Master com os ídolos do passado competindo nas melhores ondas do Brasil.


"A onda veio pra mim, aquela esquerdinha que a gente gosta, do coqueirinho, remei no lugar certo, mas vi que ela tava muito lá na frente, então o jeito foi dropar acelerando, fiquei lá dentro entocado, consegui sair e esperava até uma nota 10 pela dificuldade do tubo, mas saiu um 9,83 e fiquei amarradão assim mesmo", contou Wilson Nora, um dos poucos surfistas que participaram de todos os campeonatos realizados em Fernando de Noronha desde o ano 2000. 

"Quando eu soube desta etapa, não pensei duas vezes e me inscrevi logo porque eu quase não vinha pra Noronha esse ano e estava tristão com isso", contou Wilson Nora. "Para mim, aqui é o Havaí brasileiro e que se tornou minha segunda casa. Eu tenho vindo todos os anos e estou muito feliz por estar passando as baterias, já que no ano passado eu dancei de cara e fiquei muito triste porque tinha pego altos tubos no freesurf, mas não consegui achar nada na bateria. Agora está dando tudo certo, as ondas estão vindo pra mim e espero que continue assim até a final".

NORONHENSES - A categoria profissional do Marands Pernambucano de Surf abriu a segunda edição do Noronha Surf Festival às 9h00 na Cacimba do Padre, quando o mar ainda não estava tão bom como na bateria que Wilson Nora fez os recordes do campeonato. Dois surfistas locais de Fernando de Noronha se classificaram nas duas primeiras baterias do dia e depois passaram para as semifinais na segunda fase realizada em seguida, o jovem Buday Santos e o mais experiente Patrick Tamberg, que já chegou a fazer parte da divisão de elite do surfe brasileiro. Além deles, um dos ícones do surfe de Noronha, Caia de Souza, também passou para as semifinais da categoria profissional, que vale pontos no ranking pernambucano e para o do Circuito Nordestino de Surfe Profissional.

"O mar está um pouco difícil porque tem duas ondulações agindo ao mesmo tempo aqui na Cacimba, de Leste e Nordeste, além do vento que não é tão bom também, um pouco de Nordeste com influência de Leste. Mas, no decorrer do dia, com a influência da maré, ainda vai dar boas ondas hoje (quinta-feira)", analisou Patrick Tamberg, após passar em segundo lugar na segunda bateria do dia, vencida pelo pernambucano Paulo Moura que depois foi eliminado na segunda fase. E as previsões do noronhense se concretizaram, porque as ondas foram realmente melhorando durante o dia até atingir 4-5 pés sólidos no início da tarde. 

"Não é porque eu sou daqui não, mas aqui é o lugar onde tem as melhores ondas do Brasil", sentenciou Patrick Tamberg. "O que quebra de onda boa aqui durante vários dias do ano, praticamente sem ninguém surfando, é uma coisa absurda. Certamente nenhum lugar do Brasil tem onda tão boa hoje como as que estão rolando aqui. Então, eu acho até que é pouco ter só um campeonato importante por ano aqui em Noronha. Deveriam ter bem mais para aproveitar o potencial de ondas deste lugar e tomara que um dia isso aconteça". 


DOMINGO 23 DE MARÇO 2014
PERUANA VENCE EM CASA E FAZ A FESTA.



Nenhuma das outras 43 surfistas de treze países que participaram do Rip Curl Girls Pro Qualifying Series, conseguiu impedir a reedição da mesma final do ano passado na etapa do WQS feminino da ASP South America no Peru. Assim como em Punta Rocas, a decisão do título em San Bartolo foi 100% peruana, mas desta vez a ex-top do WCT, Sofia Mulanovich, 30 anos, foi a campeã dominando toda a bateria contra Anali Gomez, 27, para faturar os 7.000 dólares e os 1.000 pontos da vitória no ASP 4-Star do Peru. Derrotadas nas semifinais, a brasileira Jacqueline Silva, 34, e a norte-americana Demi Boelsterli, 23, dividiram o terceiro lugar no pódio do domingo em San Bartolo.

"Estou muito feliz por ter vencido o campeonato, mas eu sabia que nada estava decidido até o fim da bateria, porque a Anali (Gomez) tem um nível de surfe incrível", destacou a campeã mundial do WCT em 2004, Sofia Mulanovich. "Não deu muita onda na final, mas estou muito contente por ter vencido esta revanche contra a "La Negra" (Anali Gomez), que me ganhou o título no ano passado em Punta Rocas. Mais um pódio peruano me enche de felicidade, pois mostra o nível técnico do surfe peruano no momento. E a Anali me motiva, é uma grande surfista e admiro bastante o seu surfe. Agora vou escolher os campeonatos que vou competir, mas sem muita pressão por resultados, apenas para me divertir e surfar, surfar, sempre".

No caminho até a sua segunda final consecutiva no ASP 4-Star Rip Curl Girls Pro, Sofia Mulanovich bateu todos os recordes do campeonato na quarta de final contra a australiana Georgia Fish, 20 anos. Ela recebeu nota 9,25 na melhor onda surfada em San Bartolo e totalizou 17,75 pontos, superando os 16,50 da norte-americana Demi Boelsterli no sábado. Depois, Sofia despachou a própria Boelsterli na semifinal para confirmar outra final contra Anali Gomez na etapa WQS feminino da ASP South America no Peru. Isto porque a defensora do título já havia derrotado a brasileira Jacqueline Silva na bateria anterior.

Infelizmente, longas calmarias marcaram a grande final de poucas ondas surfadas pelas duas competidoras. A bateria de 30 minutos começou as 14h10 na maré cheia em San Bartolo e Anali escolheu a primeira onda, mas ela fechou. Só depois de 5 minutos entrou outra série para Sofia surfar bem uma direita com quatro manobras fortes de frontside e largar na frente com nota 6,75. Cinco minutos depois, a campeã mundial pega outra onda que abre a parede para ela ir manobrando até os molhes de San Bartolo e tirar nota 6,5.

Anali Gomez demorou 12 minutos para pegar outra onda, mas novamente escolheu mal e ela fechou rápido. A de trás era melhor e ficou para Sofia fazer 5,65 pontos que foram descartados. Anali só surfou sua primeira onda boa quando restavam 8 minutos para o término e foi a melhor da final, com suas potentes batidas de backside arrancando nota 8,75 dos juízes, a segunda maior de todo o campeonato. Porém, Sofia logo respondeu destruindo outra direita que valeu nota 8,0, mantendo uma boa vantagem de 6 pontos. Depois disso, não entrou mais nenhuma onda e o placar da vitória de Sofia Mulanovich ficou em 14,75 a 9,75 pontos.

Anali não gostou por praticamente não ter achado ondas justamente na bateria decisiva. Antes, ela tinha derrotado as duas principais concorrentes do Brasil ao título, a amiga Silvana Lima, 29 anos, que estava hospedada em sua casa nas quartas de final e Jacqueline Silva na semifinal. "Estou feliz por ter feito mais uma final com a Sofia (Mulanovich), mas infelizmente eu não pude fazer quase nada porque não tinha onda e as que eu peguei fecharam rápido. Gostei da final, mas não das ondas que faltaram para mim na bateria", lamentou Anali Gomez.

G-6 PARA O WCT 2015 - Com os 750 pontos do vice-campeonato, ela subiu da 25.a para a 16.a posição no ranking do ASP Qualifying Series que classifica seis surfistas para o WCT feminino do ano que vem. Duas surfistas entraram no G-6 do WQS no Rip Curl Girls Pro, ambas derrotadas nas quartas de final. A brasileira Silvana Lima estava em nono lugar e agora é a sexta colocada, com a australiana Georgia Fish assumindo a sétima posição. As duas tiraram da zona de classificação para o WCT a norte-americana Sage Erickson e a australiana Laura Enever, que não competiram no Peru.

Diferente de Anali Gomez, que viajou para a Austrália para participar das duas etapas do ASP 6-Star em Sydney e Newcastle, o Rip Curl Girls Pro foi a primeira competição da campeã Sofia Mulanovich, que já entra no ranking do WQS em 32.o lugar com os 1.000 pontos da vitória em San Bartolo. Quem também deu um grande salto foi a brasileira Jacqueline Silva, que subiu da 74.a para a 35.a posição com os 563 pontos do terceiro lugar no Peru. Das quatro semifinalistas, ela foi a única que competiu desde a primeira fase, enquanto as outras três faziam parte das cabeças de chave que entraram na segunda rodada de oito baterias.

FINAL DO ASP 4-STAR RIP CURL GIRLS PRO QUALIFYING SERIES:

Campeã: Sofia Mulanovich (PER) por 14,75 pontos (8,00+6,75) - US$ 7.000 e 1.000 pontos
Vice-campeã: Anali Gomez (PER) com 9,75 (notas 8,75+1,00) - US$ 3.500 e 750 pontos

SEMIFINAIS - 3.o lugar - US$ 1.550 e 563 pontos:
1.a: Anali Gomez (PER) 14.00 x 12.75 Jacqueline Silva (BRA)
2.a: Sofia Mulanovich (PER) 12.80 x 11.95 Demi Boelsterli (EUA)

RANKING DO ASP WOMENS STAR 2014 - 5 etapas:
1.a: Malia Manuel (HAV) - 5.580 pontos
2.a: Alessa Quizon (HAV) - 5.280
3.a: Carissa Moore (HAV) - 3.500
4.a: Maud Le Car (FRA) - 3.316
5.a: Nage Melamed (HAV) - 3.120
6.a: Silvana Lima (BRA) - 2.632
7.a: Georgia Fish (AUS) - 2.525
8.a: Nikki Van Dijk (AUS) - 2.480
9.a: Bianca Buitendag (AFR) - 2.460
9.a: Sage Erickson (EUA) - 2.460


SÁBADO 22 DE MARÇO 2014.
A BRASILEIRA SILVANA LIMA (CE) ENTRA NO G-6
E SONHA COM SUA VOLTA AO WCT.




As principais estrelas do Rip Curl Girls Pro Qualifying Series confirmaram o favoritismo e estrearam com vitórias no sábado de boas ondas de 2-3 pés em San Bartolo, Lima, no Peru. As peruanas Sofia Mulanovich e Anali Gomez, finalistas desta etapa da ASP South America no ano passado em Punta Rocas, foram duas delas. A brasileira Silvana Lima venceu o primeiro confronto do dia e já entrou na lista das seis surfistas que o WQS indica para a elite do WCT feminino. E a francesa Maud Le Car subiu do quinto para o quarto lugar no ranking com sua estreia vitoriosa na bateria que fechou a lista das dezesseis classificadas de sete países que vão disputar vagas para as quartas de final a partir das 8 horas do domingo em San Bartolo. O Brasil é maioria com cinco surfistas entre as concorrentes ao prêmio de 7.000 dólares e os 1.000 pontos do título no ASP 4-Star do Peru.

"Entrei na primeira bateria do dia, o que é sempre complicado, e as ondas estavam demorando bastante para entrar. Mas, consegui fazer uma boa nota de 7 pontos que me garantiu na terceira fase", disse Silvana Lima, que já ganhou três posições no ranking e amanhece o domingo em quinto lugar no ASP Qualifying Series. "Espero ganhar este evento para somar 1.000 pontos no ranking. Eu vou competir em todas as etapas do WQS esse ano porque quero voltar ao WCT. O nível aqui está bem alto, com surfistas de vários países, mas vou dar o meu melhor para conseguir meu objetivo".

No fim do dia, Silvana Lima ainda festejou a conquista da Cyzone Expression Session com um aéreo para ganhar 500 dólares pela melhor manobra na bateria. Na primeira do dia, a peruana Melanie Giunta estreou como cabeça de chave junto com ela e ganhou a briga pela segunda vaga para a terceira fase da bicampeã brasileira Suelen Naraísa e da espanhola Lucia Martino. Na segunda bateria, outra dobradinha sul-americana da equatoriana Dominic Barona com a brasileira Jacqueline Silva, que despachou as japonesas Reika Noro e Nao Omura. Depois só teve mais uma bateria e a competição foi paralisada por causa da maré cheia que diminuiu a frequência das séries e deixaram as ondas muito gordas em San Bartolo.

SEXTA FEIRA 21 DE MARÇO 2014

BRASILEIRA AVANÇA NO PERU.

A brasileira Jacqueline Silva foi o grande destaque no primeiro dia do ASP 4-Star Rip Curl Girls Pro apresentado pela Powerade no Peru, que foi iniciado com 45 surfistas de treze países. A catarinense fez os recordes da primeira fase logo no segundo confronto da quinta-feira de boas ondas de 2-3 pés na praia San Bartolo, em Lima. Ela atingiu imbatíveis 15,65 pontos, fazendo as marcas a serem batidas na primeira etapa do ASP Womens Qualifying Series organizada pela ASP South America esse ano. A peruana Miluska Tello também estreou bem, vencendo a terceira bateria com o segundo maior placar do dia, 12,50 pontos. As dezesseis classificadas no primeiro dia vão enfrentar as cabeças de chave do evento na segunda fase.

Foto de arquivo de Jacqueline Silva no Maresia Girls International 2005 (Foto: Basilio Ruy / Fecasurf)

Foto de arquivo de Jacqueline Silva no Maresia Girls International 2010 (Foto: Basilio Ruy / Fecasurf)

O Rip Curl Girls Pro prossegue até domingo no principal palco do WQS feminino na América do Sul. Esta é quarta vez que San Bartolo sedia uma etapa válida pelo ranking de acesso para a divisão de elite do ASP Womens World Tour. Foi lá na capital peruana, só que na Playa Asia, que foi disputado o primeiro WQS feminino no continente em 2005. A vencedora foi a australiana Jessi Miley-Dyer, que já se aposentou e hoje ocupa o cargo de Tour Manager do WCT feminino na ASP. Já a vice-campeã daquele ano continua na ativa, a brasileira Jacqueline Silva, que só agora está voltando a competir nas ondas de San Bartolo.

“Esta é a sétima vez que venho ao Peru, mas só a segunda aqui em San Bartolo, de onde guardo ótimas recordações”, disse Jacqueline Silva, que não tem patrocínio e está viajando este ano para as etapas do Circuito Mundial com as doações conseguidas nas redes sociais. “Já fazem 4 anos que não tenho patrocinadores. No ano passado não pude competir por falta de apoio, então junto com um amigo criamos uma campanha no Facebook para quem pudesse me ajudar. Graças a Deus e a minha família, amigos, fãs e seguidores, consegui dinheiro para competir nas etapas da Austrália esse ano e também para viajar aqui para o Peru”.

Com as ótimas que achou logo nas duas primeiras ondas que surfou no Rip Curl Girls Pro e valeram notas 7,00 e 8,65, Jacqueline Silva ganhou fácil a sua bateria. Na briga pela segunda vaga para a rodada das cabeças de chave, a espanhola Lucia Martino acabou eliminando a chilena Pomare Tepano e a peruana Karen Mendiguetti. A catarinense agora vai enfrentar na segunda fase a equatoriana Dominic Barona que já tem uma vitória em San Bartolo em 2010 e as japonesas Nao Omura e Reika Noro. Jacqueline busca um bom resultado para entrar no grupo das seis surfistas que o WQS classifica para o WCT, mas lamenta a falta de competições femininas no Brasil.
“Infelizmente, acabaram os campeonatos profissionais femininos no Brasil e também não temos muito apoio das marcas”, destacou a experiente surfista de 34 anos de idade que por muitas temporadas defendeu o Brasil no WCT feminino. “A única saída para mim foi fazer essa campanha pelo Facebook e confesso que me surpreendi com todo o apoio que recebi. Quero tentar retribuir toda essa confiança da melhor maneira possível e para isso cheguei uns dias antes aqui no Peru para treinar, só que o mar estava bem pequeno. Hoje (quinta-feira) melhorou e consegui achar boas ondas na minha bateria para vencer, então estou feliz que deu tudo certo e espero que continue assim nas próximas fases”.

TERÇA FEIRA 18 DE MARÇO 2014
ELIVELTON DOMINA O PARÁ. E SAI
COM DUAS MOTOS.



O Índio voador destrói de novo. Foto / Edvan de Sousa

Esbanjando estilo e radicalidade, Elivelton dos Santos-PB fatura Open e Junior e volta pra casa com as duas motos oferecidas como premiação
Com boas condições de ondas a Praia do Atalaia, localizada no município de Salinópolis, no Pará, mostrou que a Região Norte está mais do que preparada para sediar grandes eventos de surf.

Boas ondas e expressiva participação marcaram a da 2ª Etapa do Brasileiro Amador da CBS 2014 

A chuva que compareceu desde a abertura dos trabalhos do último dia da 2ª Etapa do Circuito Brasileiro de Surf Amador da CBS 2014 trouxe consigo boas ondas e uma ótima condição para o show dos melhores competidores entre os 114 inscritos de nove estados.
E quem teve alegria em dobro foi o paraibano Elivelton Santos que levou pra casa as duas motos 0km oferecidas pela bolsa de premiação aos vencedores das categorias Open e Junior. Em um dia inspirado, o campeão saiu do mar aclamado pelos amigos e conterrâneos depois de dar um verdadeiro show nas ondas do balneário paraense.
Foto / Edvan de Sousa.

RESULTADO DA ETAPA

Open

1º Elivelton Santos-Pb

2º Rafael Venuto-Ce

3º Douglas José-Pe

4º Emannoel de Sousa-RN



Junior

1º Elivelton Santos-Pb

2º Israel Júnior-RN

3º Rafael Venuto-Ce

4º Jennifer de Souza-Ce



Feminino Open

1ª Larissa dos Santos-Ce

2ª Rayssa Fernandes-Pb

3ª Yanca dos Santos-Ce

4ª Yanka Costa-Ce



Feminino Junior

1ª Rayssa Fernandes-PB

2ª Yanka Costa-CE

3ª Larissa dos Santos-Ce

4ª Karol Ribeiro-RJ



Mirim

1º Wallace Junior-Ba

2º Douglas José-Pe

3º Rafael Tigrão-Ce

4º Rivaldo de Souza-Ce



Iniciante

1º João Vitor-RJ

2º Wellington Reis-Al

3º Cauã Nunes-Pe

4º Vitor Ferreira-RJ


QUARTA FEIRA 12 DE MARÇO 2014

MEDINA DESTRÓI NA AUSTRÁLIA.



Foto: Kelly Cestari / ASP
O título no Quiksilver Pro foi de virada nas suas duas últimas ondas da fnal contra Joel Parkinson que impediu uma decisão verde-amarela ao barrar Adriano de Souza nas semifinais da etapa de abertura do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 na Austrália

O fenômeno Gabriel Medina, 20 anos, conseguiu mais um feito inédito na carreira ao se tornar o primeiro brasileiro a ser campeão do Quiksilver Pro Gold Coast na Austrália. A final foi contra o ídolo local Joel Parkinson, 32 anos, e a vitória foi de virada nos últimos minutos como já havia feito com Taj Burrow, 35, na semifinal e com o atual campeão mundial Mick Fanning, 32, nas quartas de final. Além disso, Medina foi o segundo "goofy footer" da história do evento a conquistar o título surfando de "backside" as direitas de Snapper Rocks. A vitória valeu um prêmio de 100 mil dólares e o Brasil larga na frente na corrida pelo caneco de melhor do mundo no Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014.

"Foi inacreditável, mas acho que Deus estava do meu lado hoje aqui", disse Gabriel Medina, depois de ser carregado pela torcida brasileira do mar até a arena do evento. "Estou muito feliz por começar o ano com vitória. Eu trabalhei muito duro para me recuperar da contusão que tive em dezembro para poder estar aqui participando desta primeira etapa. Eu tive baterias muito difíceis hoje e o Joel (Parkinson) é um surfista fantástico. Ele começou bem a bateria, mas tentei fazer o meu melhor e quase nem acredito que consegui vencer esse campeonato".

Foi realmente uma vitória emocionante, por 16,33 a 16,27 pontos, com Gabriel Medina conseguindo acabar com a invencibilidade de Joel Parkinson sobre os brasileiros na terça-feira em Snapper Rocks. O australiano já havia barrado Miguel Pupo nas quartas de final e também achou tubos incríveis para ganhar a semifinal contra Adriano de Souza, que vinha embalado pelas duas vitórias sobre o defensor do título do Quiksilver Pro Gold Coast, Kelly Slater, no último dia da etapa de abertura do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014.

Como fez com Mineirinho na semifinal, Joel Parkinson abriu a decisão do título com um tubo seguido por uma série de manobras abrindo grandes leques de água que levantaram a torcida australiana na lotada Snapper Rocks na terça-feira. A nota saiu 9,0 e Gabriel Medina respondeu com um 6,17 na sua primeira onda. O brasileiro pega a segunda dele antes do australiano e repete o forte ataque de backside variando suas manobras modernas com velocidade para assumir a ponta com nota 7,0.

Era hora do Parkinson responder e fez isso também com uma série de manobras jogando muita água até onde a onda permitiu para recuperar a liderança com nota 6,83. Logo sua prancha se quebra numa onda e ele perde tempo até alguém trazer a reserva e para voltar ao outside. Mesmo assim, chegou lá antes de Medina surfar outra onda para tirar a vantagem de 8,84 pontos do australiano.

O brasileiro falhou na primeira tentativa e Parko logo vem com a prancha reserva em mais um tubo seguido por várias manobras para delírio da torcida. Ele recebe nota 7,27 e bota mais pressão no brasileiro, que passou a precisar de 9,27 pontos para virar o placar em uma onda. Mas, o australiano parecia abençoado e repete a fórmula tubo seguido por muitas manobras escolhendo muito bem as ondas, só que essa não mudou o placar porque a nota foi 6,63.

Aí Medina pega uma boa direita quando faltavam 7 minutos e aproveita todo o espaço da onda para fazer suas manobras com muita potência e entrar na briga com uma nota 8,5. Ele logo surfa outra variando cada ataque com pressão e velocidade para buscar os 7,78 pontos da vitória nos últimos minutos e a praia fica muda. A nota saiu 7,83 e Joel Parkinson passa a precisar de 7,33 pontos a 3 minutos do fim. O australiano falha na primeira tentativa e ainda pega uma onda, acerta algumas manobras, cai na última e fica o suspense, mas a nota foi 5,10 e Gabriel Medina foi consagrado como o primeiro brasileiro a ser campeão na Gold Coast.

 

DOMINGO 09 DE MARÇO 2014
VERÃO CONTINUA FORTE EM PERNAMBUCO.


Roberto Pino ataca a Vala do lobo.

Nesse final de semana não foi vista nenhuma possibiliadade de ondulações
no litoral de Pernambuco. estivemos em Porto de Galinhas e a única hora
do surf foi na enchente do Cupe na Vala do Lobo. A situação é de total
flat só deixando a opção de viajar para o norte do estado em busca
de ondas na Paraíba e Rio Grande do Norte.


SÁBADO 08 DE MARÇO 2014

FELIZ DIA DAS MULHERES

Depois de cinco dias consecutivos de competições, a quinta-feira amanheceu com ondas pequenas em Snapper Rocks, na sexta-feira e sábado também e agora é aguardar por um novo swell na Gold Coast para a continuação da etapa de abertura do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014, que tem até o dia 12 para ser encerrada na Austrália. O último dia de baterias em Snapper Rocks foi na quarta-feira, mas só deu para fazer as quartas de final do Roxy Pro, com a terceira fase do Quiksilver Pro sendo adiada pela primeira vez. Quatro brasileiros vão disputar vagas para a rodada das duas chances de classificação para as quartas de final na Gold Coast.

Carissa Moore é a única invicta nas ondas de Snapper Rocks (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Carissa Moore é a única invicta nas ondas de Snapper Rocks (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

O paulista Gabriel Medina foi o único que ficou na chave de cima, encabeçada pelo atual campeão mundial Mick Fanning. Medina compete antes dele com outro australiano, Adrian Buchan, na sexta bateria. Os outros três estão na chave de baixo, que vai apontar o segundo finalista e têm os dois que decidiram o título do Quiksilver Pro Gold Coast no ano passado, Kelly Slater que festejou a quarta vitória no evento do seu patrocinador e Joel Parkinson.

O paulista Adriano de Souza faz o oitavo duelo da terceira fase com o francês Jeremy Flores, certamente com praia lotada porque vai ser logo depois de Mick Fanning enfrentar o convidado da Quiksilver, Dane Reynolds, e da bateria do Kelly Slater com o português Tiago Pires. Os outros dois brasileiros que também passaram pela repescagem como Mineirinho, disputam dois confrontos seguidos. O potiguar Jadson André está no décimo com o norte-americano Nat Young e o paulista Miguel Pupo no 11.o com o australiano Owen Wright.

Enquanto o Brasil representa a América do Sul com o segundo maior pelotão com sete surfistas entre os top-34 do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014, depois de muitos anos, não tem nenhuma representante do continente sul-americano no grupo das top-17 que disputa o título mundial feminino. A peruana Sofia Mulanovich campeã mundial de 2004 e a brasileira Silvana Lima, que foi vice-campeã mundial em 2008 e 2009, saíram da elite no ano passado.

NOVA GERAÇÃO FEMININA – A nova geração invadiu o ASP Womens Tour e a média de idade de apenas 21 anos este ano comprova isso. E as meninas têm surfado de forma fantástica, utilizando as mesmas manobras modernas dos homens e algumas completando até aéreos, além de fazerem bem os tubos também. Na terça-feira, a atual campeã mundial Carissa Moore atingiu incríveis 19,50 pontos de 20 possíveis, somando notas 9,90 e 9,60 nas duas melhores ondas que surfou em Snapper Rocks. Na condição difícil do mar na quarta-feira, ela não achou boas ondas, mas ganhou o duelo havaiano com Malia Manuel por 10,33 a 7,00 pontos.

Carissa Moore é a única invicta entre as quatro semifinalistas e vai disputar a primeira vaga na grande final do Roxy Pro Gold Coast na bateria das duas únicas campeãs mundiais da elite feminina esse ano, contra Stephanie Gilmore. A australiana ganhou uma disputa difícil contra a norte-americana Courtney Conlogue no duelo que abriu as quartas de final na quarta-feira, por 15,43 a 13,50 pontos. E o dia de apenas quatro baterias acabou com duas surpresas desagradáveis para a torcida australiana.

TERÇA FEIRA 04 DE MARÇO 2014.

WCT COMEÇA NA AUSTRÁLIA E BRASILEIROS
AVANÇAM A FASE 3


Pupo e Jadson também avançam para a terceira fase do Quiksilver Pro

Mais dois brasileiros ganharam suas primeiras baterias no Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014 na Austrália. O potiguar Jadson André e o paulista Miguel Pupo venceram os primeiros duelos da terça-feira para se juntar aos paulistas Adriano de Souza e Gabriel Medina na terceira fase do Quiksilver Pro Gold Coast. Jadson despachou o havaiano Sebastian Zietz e Miguel derrotou o catarinense Alejo Muniz no confronto verde-amarelo da repescagem. Os quatro brasileiros já estão escalados para o próximo desafio nas ondas de Snapper Rocks, com a vitória agora valendo duas chances de classificação para as quartas de final da etapa que abre a disputa pelo título mundial da temporada na Austrália.

Foto de arquivo de Miguel Pupo no Quiksilver Pro Gold Coast 2012 (Foto: Steve Robertson / ASP)

Foto de arquivo de Miguel Pupo no Quiksilver Pro Gold Coast 2012 (Foto: Steve Robertson / ASP)

O primeiro a competir na terceira fase é Gabriel Medina, na quinta bateria com Adrian Buchan. Eles já fizeram dois duelos eliminatórios no WCT, ambos no ano passado, com o brasileiro derrotando o australiano tanto no Billabong Pro Rio como no Quiksilver Pro France. Por outro lado, Adriano de Souza, próximo brasileiro a entrar no mar na oitava bateria com Jeremy Flores, depois da do Kelly Slater com o português Tiago Pires, também teve dois confrontos com o francês e perdeu os dois, mas faz tempo, em 2007 no Taiti e em 2008 em Trestles.

Além de Mineirinho, os outros dois brasileiros que passaram pela repescagem na manhã da terça-feira na Austrália, também ficaram na chave de baixo da terceira fase encabeçada por Kelly Slater, que vai apontar o segundo finalista do Quiksilver Pro Gold Coast. O potiguar Jadson André que está retornado ao grupo dos top-34 da ASP, já derrubou o número 16 do ano passado, Sebastian Zietz, agora vai enfrentar o oitavo cabeça de chave, Nat Young, dos Estados Unidos, na décima bateria. E a 11.a será entre Miguel Pupo e o australiano Owen Wright, que está retornando de contusão.

Jadson nunca tinha disputado baterias eliminatórias no WCT com Sebastian Zietz e nem com Nat Young, seu próximo adversário. Isto porque ambos entraram na elite em 2013, ano em que o brasileiro ficou de fora buscando recuperar a vaga perdida na temporada anterior. Já Miguel Pupo e Owen Wright tiveram um único duelo e também na terceira fase do Billabong Pro Tahiti em 2012, com o australiano levando a melhor no ano de estreia do brasileiro na divisão principal do ASP World Tour, que também competia pela primeira vez em Teahupoo.

Já o duelo verde-amarelo na segunda fase com o seu parceiro de viagem no Circuito Mundial, Alejo Muniz, o da terça-feira já foi a quarta vez que aconteceu para eles. O catarinense só ganhou o primeiro, em 2012 na etapa de Trestles, na Califórnia. Depois, Miguel Pupo devolveu essa derrota na repescagem no Billabong Rio Pro e ainda no ano passado deixou o amigo em 25.o lugar no Billabong Pipe Masters, quando precisava de resultado para confirmar sua permanência na elite dos top-34 e conseguiu isso surfando altos tubos em Banzai Pipeline.

Além das duas baterias envolvendo os brasileiros, aconteceram mais duas para fechar a repescagem do Quiksilver Pro e depois a terça-feira em Snapper Rocks ficou toda para o Roxy Pro Gold Coast. O jovem norte-americano Kolohe Andino barrou o experiente australiano Bede Durbidge. E Adam Melling ganhou o confronto australiano pela última vaga para a terceira fase de Matt Wilkinson, que começa a temporada 2014 sem vencer nenhuma bateria na Gold Coast, assim como três brasileiros, Filipe Toledo, Alejo Muniz e Raoni Monteiro.

SHOW DAS MENINAS – As ondas foram melhorando durante o dia em Snapper Rocks e as meninas deram um show, surfando belos tubos e apresentando manobras modernas executadas com pressão e velocidade incríveis para a categoria feminina. Foram realizadas três rodadas completas para definir as classificadas para as quartas de final e o grande destaque do dia foi mais uma vez a atual campeã mundial Carissa Moore.

A havaiana bateu todos os recordes do Roxy Pro Gold Coast, totalizando impressionantes 19,50 pontos de 20 possíveis com as notas 9,90 e 9,60 que recebeu nas melhores ondas que surfou contra a compatriota Malia Manuel e a francesa Pauline Ado na primeira rodada classificatória para as quartas de final. Manuel depois passou pela neozelandesa Paige Hareb na repescagem e vai enfrentar a número 1 do mundo pela terceira vez na Austrália.

QUARTAS DE FINAL – Malia perdeu na primeira e na terceira fase, agora vai tentar a primeira vitória sobre Carissa Moore na segunda quarta de final. A primeira será entre a pentacampeã mundial Stephanie Gilmore e a norte-americana Courtney Conlogue. Depois do duelo havaiano de Carissa e Malia, tem a defensora do título do Roxy Pro Gold Coast, Tyler Wright, da Austrália, enfrentando a sul-africana Bianca Buitendag. E a última vaga nas semifinais será disputada pela australiana Sally Fitzgibbons e a norte-americana Lakey Peterson.

TERCEIRA FASE DO QUIKSILVER PRO GOLD COAST – Derrota=13.o lugar com US$ 9.500 e 1.750 pontos:

1.a: Taj Burrow (AUS) x Travis Logie (AFR)

2.a: Michel Bourez (TAH) x Fredrick Patacchia (HAV)

3.a: Julian Wilson (AUS) x Mitch Crews (AUS)

4.a: C. J. Hobgood (EUA) x Adam Melling (AUS)

5.a: Gabriel Medina (BRA) x Adrian Buchan (AUS)

6.a: Mick Fanning (AUS) x Dane Reynolds (EUA)

7.a: Kelly Slater (EUA) x Tiago Pires (PRT)

8.a: Adriano de Souza (BRA) x Jeremy Flores (FRA)

9.a: Josh Kerr (AUS) x Kolohe Andino (EUA)

10: Nat Young (EUA) x Jadson André (BRA)

11: Owen Wright (AUS) x Miguel Pupo (BRA)

12: Joel Parkinson (AUS) x Dion Atkinson (AUS)


SEXTA FEIRA 28 DE FEVEREIRO 2014

Roberto Pino amarradão com a Revista na mão ao lado do editor Regi Galvão.

É com muita satisfação que anunciamos oficialmente o lançamento da Revista
Surfe Nordeste. Agradecer aos nossos anunciantes que acreditaram num 
projeto que só existia no papel. O que nos une é um esporte que todos 
apreciam e sabem que um veiculo de comunicação desse porte é importante 
para o desenvolvimento do Surf. Agora a pouco entreguei a Revista ao
surfer Roberto Pino que estréia na capa. Até agora não temos registro que
alguma revista já tenha publicado a foto de um anão na capa, se nunca
houve a história esta contada. Nesse sábado começamos as vendas e a
entrega aos anunciantes.



QUINTA FEIRA 27 DE FEVEREIRO 2014.

PARECE QUE O VERÃO ESTA COMEÇANDO
AGORA EM PERNAMBUCO.


PRAIA DO PAIVA - NORDESTÃO.


Flavio Costa manda na lata e confere. Ontem no Nordestão era a única forma de fazer
um surf, atacar a merreca e fazer uma manobra. 80 cabeças na água boiando e uma
merreca que as vezes conectava no inside e fazia uma parede de 30 cm. DESTRÓI CATATAU



QUARTA 26 DE FEVEREIRO 2014

REVISTA SURFE NORDESTE APRESENTA SUAS PROVAS.


Quarta feira de missão cumprida com o recebimento das provas digitais da sua
Revista Surfe Nordeste. Quero parabenizar a gráfica FLAMAR os nossos anunciantes,
 
Contato RotatorRicardo Marroquim JrCarlinhos Art SapiensFlavio ShapeHercilia Wanderleyy,
 Marcão de MaracaípeHelder TapolaMarcio Bruzaca,SecretPoint SurfAdrian Guerra Oliveira,
 Comercio TeccelGutenberg MeloJulio Amorim , Custom e todos aqueles que torceram pela
volta desse veiculo que tem como principal objetivo a difusão do Surf e dos esportes
radicais. Agora é chapa na maquina e tinta no papel para que todos possam apreciar
o que acabei de ver. VALEU FLAMAR. Foto: Fernando Weick Pogliese



SEGUNDA 24 DE FEVEREIRO 2014.

REVISTA SURFE NORDESTE ESTA CHEGANDO.



Nessa segunda feira tive o prazer de ver de perto os trabalhos para a impressão
da revista Surfe Nordeste na gráfica FLAMAR. Acompanhado pelo executivo
Fernando Weick, e os diretores  Roberto e Marcio Leite, conheci toda a estrutura
de uma das maiores gráficas do Nordeste que recebeu de braços abertos o nosso projeto.
É impressionante a evolução que aconteceu nos últimos anos em termos de 
máquinas e serviços prestados pela FLAMAR. É a garantia que teremos um
produto de alto nível para oferecer aos nossos anunciantes e leitores. A grande 
notícia é que nossa capa será impressa com verniz que vai dar um brilho especial
e impacto visual. Valeu FLAMAR.
 

Quinta 20 de fevereiro 2014

RIO GRANDE DO NORTE RECEBE MAIS
UM SWELL DE GRANDES ONDAS.


Fabinho pegando o tubo do dia na Baía Formosa.


Mais uma vez o litoral do Rio Grande do Norte recebe um swell espetacular distribuindo
ondas em vários picos do estado. Saindo na madrugada com Thiago Gouveia Gouveia e Alexandre Lima
 desembarcamos no Lajão da Pipa que recebia o final da enchente. Boas ondas fumaçando logo
de manhã cedo. A tarde partimos para Baía Formosa que na quarta feira teve dois barcos
virados pela ondulação.Hoje tava alinhado e proporcionando vários tubos. Foram 24 horas
correndo atrás das ondas que não existem em Pernambuco. Valeu cada minuto.

 DOMINGO 16 DE FEVEREIRO 2014.
ALAN JHONES " BICO BRANCO " VENCE FINAL
DO PARAIBANO EM CAMARATUBA
.

A primeira etapa de um evento profissional na região Nordeste de Brasil, foi realizada esse final de semana na
Barra de Camaratuba (100 km de João Pessoa) e quem venceu foi o potiguar A
lan Jhones local da Baía Formosa.
Surfando com o “bico branco” ele que havia declarado aposentadoria do surf competição, sentiu a chama do
esporte acender com um evento perto da sua casa e veio correndo para vencer. Foi uma bateria eletrizante
uma vez que o segundo colocado Cesar Aguiar (PE) detonou até os últimos segundos da bateria deixando por
alguns minutos a decisão nas mãos dos juízes e apreensão em toda a praia. Com o anuncio da vitória estava
afastado o fantasma da solidão que assola atletas quando pensam em abandonar o esporte. Para sorte de
todos que lotavam a praia o mostro da BF estava de volta com seu surf fluido e agressivo mandando fortes
manobras de back side. Parabéns ao Presidente da Federação Alexandre Palitot pela realização do circuito
2013 que foi encerrado em alto nível de surf. Essa semana terá cobertura especial de tudo que aconteceu
na belíssima Barra de Camaratuba

Profissional

1 Alan Jhones (RN)
2 Cézar Aguiar (PE)
3 Raphael Seixas (PB)
4 Alan Amaro (PB)

Open

1 Elivelton Santos
2 José Francisco
3 Marinho Lima (RN)
4 Arthur Villar

Junior

1 Denner Carvalho
2 Israel Junior (RN)
3 José Vinícius (PE)
4 Ivan Silva (PE)

Mirim

1 Israel Junior (RN)
2 Victor Costa (RN)
3 Emanoel Tobias (RN)
4 Tarcisio William (PE)

Iniciante

1 Cauã Nunes (PE)
2 Winik Barros
3 Jonas Marretinha
4 Leonardo Berbet (RN)

Local

1 Duda
2 Elinaldo
3 André
4 Cabeça

Sênior

1 Emanoel de Sousa (RN)
2 Saulo Carvalho
3 Liro Boy
4 Douglas Pereira

Master

1 Saulo Carvalho
2 Paulo Germano
3 Chicó Nascimento (RN)
4 Fernando Santos (PE)

Grand Master

1 Fernando Santos (PE)
2 Chicó Nascimento (RN)
3 Junior Nascimento
4 Fernando Neguinho (RN)

Feminino

1 Karol Sousa
2 Edjane Oliveira
3 Raissa Fernandes
4 Naianda

Longboard

1 Fernando Santos (PE)
2 Almeida Junior (RN)
3 Nilton Santos
4 Sargaço

Campeões do circuito

Profissional Raphael Seixas
Open Arthur Villar
Junior e Mirim Israel Junior (RN)
Iniciante Winik Barros
Sênior e Master Saulo Carvalho
Grand Master e Longboard Almeida Junior (RN)
Feminino Karol Sousa

SÁBADO 15 DE FEVEREIRO 2014
PARAIBANO DE SURF EM CAMARATUBA
CONFIRMA RAPHAEL SEIXAS COMO CAMPEÃO
.


Barra de Camaratuba amanheceu em festa com a última etapa do circuito paraibano 2013.
Grande show de surf com a esquerda abrindo e proporcionando alto nível de baterias.
O atleta Raphael Seixas só precisou chegar na semi final para garantir os pontos
suficientes para se sagrar Campeão Profissional, ele que já tinha ganhado o circuito
pernambucano agora fica com o título em casa. Na Open o Campeão foi Arthur Vilar e
na Junior Israel Junior foi o Campeão.Nesse domingo estaremos conhecendo todos
os Campeões do circuito.Parabéns a Federação e a Rotator pela realização do
circuito.

veja fotos desse sábado, clique aqui.
 


FEIRA 12 DE FEVEREIRO 2014
BRASILEIROS NO ROUND 3, DO 
AUSTRÁLIA OPEN.


Os brasileiros brilharam mais uma vez nas ondas de Manly Beach e doze vão disputar a terceira fase do Hurley Australian Open, com um argentino completando a participação sul-americana na rodada dos 48 melhores do ASP 6-Star de Sydney. O destaque da quarta-feira foi o atual vice-líder do ASP Qualifying Series Ranking, Wiggolly Dantas, que fez os recordes de nota e pontos na primeira dobradinha verde-amarela do dia, com Luel Felipe. A outra foi com Alejo Muniz e David do Carmo, que passou em segundo como Caio Ibelli na bateria dele. Já Adriano de Souza venceu a que abriu a quarta-feira na Austrália e o argentino Santiago Muniz, irmão do Alejo, ganhou a que fechou a segunda fase na última bateria masculina. Depois entrou o ASP 6-Star feminino e Jacqueline Silva foi a recordista de pontos entre as meninas, com Bruna Schmitz conquistando mais uma vitória brasileira para fechar o dia.

Adriano de Souza abrindo a quarta-feira com vitória brasileira em Sydney (Foto: Walker / ASP)

Adriano de Souza abrindo a quarta-feira com vitória brasileira em Sydney (Foto: Walker / ASP)

Mostrando toda a versatilidade em surfar bem nas diferentes condições de mar, Wiggolly e Adriano que foram finalistas no Volcom Pipe Pro encarando tubos de 10-12 pés em Banzai Pipeline semana passada no Havaí, estrearam com vitórias extrapolando as manobras nas ondinhas de 2 pés de Manly Beach. Mineirinho venceu fácil a primeira do dia com notas 8,50 e 7,33 e na segunda o vice-campeão em Pipeline somou 9,17 com 7,73 para atingir imbatíveis 16,90 pontos na bateria com participação tripla do Brasil. Na briga pela segunda vaga, Luel Felipe superou Deivid Silva por 14,80 a 12,50 e o taitiano Mateia Hiquily ficou em último.

Na sequência aconteceram duas com dois brasileiros disputando duas vagas para a terceira fase. Krystian Kymerson e Halley Batista foram barrados pelo neozelandês Billy Stairmand e o australiano Mitchel Coleborn. Mas, os cabeças de chave Alejo Muniz e David do Carmo não deram qualquer chance no outro confronto com surfistas dos mesmos países, Ricardo Christie e Jerome Forrest, respectivamente, na segunda dobradinha brasileira do dia.

Depois, Caio Ibelli despachou o havaiano Ian Gentil e o top do WCT, Tiago Pires, de Portugal, para passar em segundo na bateria vencida pelo japonês Hiroto Ohhara. Na última, o argentino Santiago Muniz fez uma boa escolha de ondas para mostrar a força e variedade das suas manobras de frontside e de backside nas direitas e esquerdas que achou na bateria. Ele foi quem chegou mais perto do recorde de pontos de Wiggoly Dantas, atingindo 16,26 com notas 8,33 e 7,93 para eliminar dois australianos, Kai Otton da elite mundial da ASP e o convidado Mitchel Parkinson. A última vaga para a fase dos 48 ficou com o português Vasco Ribeiro.

PARTICIPAÇÃO TRIPLA – Seis brasileiros já haviam se classificado na terça-feira, mesmo número dos que passaram na quarta-feira. Os doze e o argentino ficaram divididos em oito das doze baterias da terceira rodada da competição. Em três terão dois contra dois surfistas de outros países, enquanto na sétima bateria serão três brasileiros brigando por duas vagas para a rodada dos 24 melhores do ASP 6-Star de Sydney. Ou seja, certamente um acabará eliminado, por outro lado um já está garantido.

Foi na primeira participação tripla em Manly Beach que Wiggolly Dantas fez os recordes da quarta-feira e ele volta a competir com dois brasileiros na quinta-feira. Desta vez, contra quem decidiu com ele o título do Volcom Pipe Pro vencido por Kelly Slater no Havaí, Adriano de Souza, o atual campeão brasileiro David do Carmo que também se destacou nos tubos de Pipeline, assim como o australiano Mitchel Coleborn que completa esse confronto que promete ser um dos mais difíceis da próxima rodada do Hurley Australian Open.

Antes dele, o recordista de pontos da segunda fase, Filipe Toledo, compete junto com Tomas Hermes contra o havaiano Mason Ho também finalista em Pipeline e o americano Michael Dunphy. Depois, Alejo Muniz e Luel Felipe enfrentam o neozelandês Billy Stairmand e o australiano Kai Hing e na última bateria Caio Ibelli e Santiago Muniz podem fazer uma dobradinha sul-americana contra o australiano Wade Carmichael e o japonês Hiroto Arai.

Os outros quatro brasileiros competirão sozinhos contra três surfistas de outros países. Na primeira bateria, Alex Ribeiro abre a terceira fase do primeiro 6 estrelas do ano com os australianos Julian Wilson e Blake Thornton e o francês Joan Duru. Na segunda, Peterson Crisanto encara três australianos, Yadin Nicol, Stu Kennedy e Jake Sylvester. Na quarta, tem Michael Rodrigues contra Jeremy Flores da França, Beyrick De Vries da África do Sul e Brian Toth de Porto Rico. E na quinta, o também cearense Heitor Alves enfrenta o americano Nathaniel Curran, o havaiano Gavin Gillette e Oney Anwar, da Indonésia.

INVICTAS NO FEMININO – No igualmente primeiro ASP 6-Star feminino do ano as brasileiras estão invictas, com Jacqueline Silva ganhando sua segunda bateria no seu retorno às competições. Na quarta-feira, a catarinense foi a recordista do dia em Manly Beach entre as meninas, achando duas boas ondas para fazer 15,67 pontos com notas 8,67 e 7,00. A australiana Mikaela Greene passou em segundo lugar e a havaiana Brianna Cope foi eliminada junto com a japonesa Reika Noro. Antes, a paranaense Bruna Schmitz só precisou de 11,63 pontos para derrotar a portuguesa Carina Duarte, a norte-americana Nikki Viesins e a japonesa Asako Mizuno.

Agora, o que aconteceu na chave masculina se repete na feminina, com duas participações duplas de surfistas da América do Sul na rodada de estreia das 36 cabeças de chave na terceira fase. Bruna Schmitz foi completar a sétima bateria, da equatoriana Dominic Barona, a havaiana Alessa Quizon e a francesa Justine Dupont. E Jacqueline Silva foi para a nona, da peruana Anali Gomez, a havaiana Nage Melamed e da vice-campeã mundial de 2013, Tyler Wright. Só Silvana Lima ficou sozinha na quinta bateria, com a sul-africana Bianca Buuitendag do WCT, a australiana Bronte Macaulay e a japonesa Nao Omura.

DOMINGO 09 DE FEVEREIRO 2014
PEDRO LIMA É CAMPEÃO DO
BRASILEIRO MASTER.



Ficou em casa o título da etapa inicial do Circuito Brasileiro Master em Maracaípe que começou seus
trabalhos em 2014. Numa bateria muito disputada Pedro Lima venceu o poti
guar Fabrício Junior por
apenas 0,47 pontos. Outros dois nordestinos completaram o pódio, o paraibano Paulo Germano e o
maranhense Flavio Marão, mostrando que essa etapa em Pernambuco foi muito bem aproveitada
pelos atletas da região que dominaram a etapa. Parabéns a Federação Pernambucana de Surf e
Associação Nordestina de Surf que não mediram esforços para trazer esse grande evento
para o estado. veja resultados completos em:
www.surfcore.com.br


SÁBADO 08 DE FEVEREIRO 2014
BRASILEIRO MASTER ABRE O SURF EM PERNAMBUCO.


Fabio Gouveia particpa da etapa inaugural do circuito brasileiro em Maracaípe.


A Baía de Maracaípe foi o palco da abertura das atividades surfísticas em 2014 no estado. Com atletas
de vários estados a festa foi completa e grandes nomes do Surf brasileiro estavam p
resentes como
Fabio Gouveia, Jojó de Olivença e Sergio Noronha, As ondas ficaram afetadas pelo vento esquisito mas
nada que tirasse o brilho do evento. Grande confraternização em Maracaípe com muito sol
excelente publico e muito surf. Nesse domingo teremos os primeiros campeões do ano.


VEJA GALERIA DE FOTOS CLICANDO AQUI

SEXTA FEIRA 07 DE FEVEREIRO 2014

LAGOSTA NA TOCA

Veja tubo de verão do surfer Junior Lagosta nessa sexta em Maracaípe quando o mar deu
uma balançada junto com o terral.


QUARTA FEIRA 05 DE FEVEREIRO 2014.

SLATER COMEÇA 2014 COMO ACABOU 2013
VENCENDO PIPELINE. O RECADO FOI DADO.


Os brasileiros começaram muito bem a temporada 2014, com Wiggolly Dantas sendo vice-campeão no maior palco do esporte no Havaí e Adriano de Souza ficando em quarto lugar na bateria final do ASP 5-Star Volcom Pipe Pro. O campeão foi o favorito Kelly Slater e o havaiano Mason Ho completou o pódio em terceiro lugar. É a primeira vez que o Brasil decide um título em Banzai Pipeline e o tabu foi quebrado em dose dupla na quarta-feira, que amanheceu bombando tubos perfeitos de 10-12 pés em Pipeline e Backdoor. Mas, as condições épicas só duraram até a entrada de um vento muito forte no meio do dia que foi deteriorando a qualidade das ondas. A partir daí até a final, a maioria das séries entrava na bancada fechando e quem achava a que abria surfava um tubaço, como na primeira onda que Slater pegou na final e valeu nota 9,73. Com ela, garantiu mais uma vitória em Pipeline para a sua carreira.

O maior fenômeno do esporte em todos os tempos (Foto: Leal / ASP)

O maior fenômeno do esporte em todos os tempos (Foto: Leal / ASP)

O maior ídolo do esporte inicia o ano como terminou 2013, sendo campeão nos tubos mais desejados do planeta. No Billabong Pipe Masters a decisão foi contra o havaiano John John Florence, que vinha de um tricampeonato consecutivo no Volcom Pipe Pro, mas não passou da sua primeira defesa do título esse ano. Já Slater brilhou mais uma vez, dando um show quando o mar estava clássico pela manhã. Ele pegou três tubos incríveis para conquistar a sua primeira vitória do dia. O primeiro foi de frontside no Backdoor que rendeu nota 9,73. Os outros foram de backside nas esquerdas de Pipeline, onde conseguiu a única nota 10 do evento e ainda uma 9,77 para totalizar imbatíveis 19,77 pontos de 20 possíveis.

O brasileiro Krystian Kymerson estava se classificando em segundo lugar nessa bateria das oitavas de final, mas nos últimos segundos o também norte-americano Nathan Yeomans achou um tubo para tirar nota 7,57 e virar o placar entre os dois para 10,57 a 10,53 pontos. Antes, o argentino Leandro Usuña e o atual campeão brasileiro, David do Carmo, também tinham perdido em terceiro lugar nas suas baterias, sem conseguir uma segunda onda boa para somar no resultado. E na última oitava de final, mais dois sul-americanos foram eliminados, o brasileiro Ian Gouveia e o chileno Guillermo Satt.

DOIS BRASILEIROS – Os únicos que se classificaram para as quartas de final foram Adriano de Souza e Wiggolly Dantas e em segundo lugar nas suas baterias. A do Mineirinho foi uma das mais fracas de ondas do dia, conseguindo passar com apenas 7,70 pontos, computando notas 4,77 e 2,93. Depois do sufoco, ele não perdeu mais nenhuma até a grande final. Foi também com vitória que Wiggolly Dantas abriu as quartas de final derrotando o australiano Mitchel Coleborn, o americano Nathan Yeomans e o havaiano Olamana Eleogram. Depois Mineirinho também achou os tubos para superar o havaiano Torrey Meister e despachar os americanos Damien Hobgood e Cory Arrambide.

Wiggoly Dantas vice-campeão em Pipeline para começar bem o ano (Foto: Leal / ASP)

Wiggoly Dantas vice-campeão em Pipeline para começar bem o ano (Foto: Leal / ASP)

As semifinais começaram com o mar ficando cada vez mais difícil de achar boas ondas, mas Wiggolly Dantas conseguiu pegar um tubo que garantiu a classificação para a sua primeira final em Pipeline. Ele foi o segundo brasileiro a ter a oportunidade de competir com Kelly Slater na quarta-feira e despachou dois surfistas que ficaram bem perto de entrar no WCT na briga pela segunda vaga na bateria, o havaiano Dusty Payne e o australiano Mitchel Coleborn. Na outra semifinal, entraram mais ondas e Adriano de Souza surfou dois tubos muito bons para derrotar três havaianos com notas 8,77 e 8,00. Mason Ho passou em segundo e Kiron Jabour e Torrey Meister foram barrados a um passo do pódio.

DECISÃO DO TÍTULO – Depois de um pequeno intervalo, foi iniciada a decisão do título e só Kelly Slater aproveitou esse bom momento do mar, abrindo a bateria com um tubaço fantástico que tirou nota 9,53 dos juízes. Mason Ho também surfou um bom nota 7,70, mas os brasileiros ficaram praticamente a bateria inteira sem pegar literalmente nada de onda. Só nos minutos finais que entrou outra série para eles completarem seus primeiros tubos na final. Adriano de Souza ganhou nota 8,43 no Backdoor, enquanto Wiggoly Dantas levou 8,27 em Pipeline e ainda pegou outra para tirar o vice-campeonato de Mason Ho com nota 5,50.

Por ser a primeira etapa de 2.000 pontos do ano, o resultado do Volcom Pipe Pro está formando a primeira lista dos dez surfistas que serão indicados pelo ASP Qualifying Series Ranking para completar a elite dos top-34 do WCT. Os dois finalistas do Brasil estão nela, Wiggolly Dantas em segundo lugar com 1.500 pontos e Adriano de Souza em quarto com 984. Barrados nas oitavas de final, Krystian Kymerson, David do Carmo, Ian Gouveia e o argentino Leandro Usuña dividem o 17.o lugar com 475 pontos e o chileno Guillermo Satt começa a temporada 2014 na 26.a colocação com 386 pontos.

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João Carvalho – Assessoria de Imprensa da ASP South America – jcarvalho@aspworldtour.com
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FINAL DO ASP 5-STAR VOLCOM PIPE PRO:

Campeão: Kelly Slater (EUA) – US$ 20.000 e 2.000 pontos

Vice-campeão: Wiggolly Dantas (BRA) – US$ 10.000 e 1.500 pontos

Terceiro lugar: Mason Ho (HAV) – US$ 6.500 e 1.125 pontos

Quarto lugar: Adriano de Souza (BRA) – US$ 5.500 e 984 pontos


TERÇA FEIRA 04 DE FEVEREIRO 2014
PINO DETONADOR ASSINA CONTRATO 
DE PATROCÍNIO COM A DISLUB.



Anunciado agora a pouco a assinatura de contrato entre o surfer Roberto Pino e a DISLUB COMBUSTÍVEIS E
POSTOS PICHILAU. Com certeza uma excelente noticia de começo de ano para um dos destaques do surf
pernambucano. PINO de 36 anos esta em treinamento para iniciar as atividades esse final de semana durante
etapa do Brasileiro Master em Porto de Galinhas na Baía de Maracaípe e com certeza esse patrocínio veio na
hora certa. Depois de tantas noticias de atletas perdendo apoio é uma satisfação poder anunciar essa
contratação por empresas que tem uma visão global do mundo e enxergam o surf nesse contexto.
Parabéns PINO, DISLUB E POSTOS PICHILAU.



SÁBADO 01 DE FEVEREIRO 2014
MARACAÍPE PRONTA PARA RECEBER
O BRASILEIRO MASTER.



Muita vibe nesse sábado na Baía Marcão de Maracaípe aonde vai ser realizado a primeira etapa do Brasileiro Master.
O clima de muita confraternização e alto astral para iniciar as atividades do surf em Pernambuco.o presidente
da 
Associação Nordestina de Surf Geraldinho estava comandando a limpeza do palanque e a colocação
das lonas. Mais um grande evento que acontece na maior cidade do surf  de Pernambuco.

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QUARTA FEIRA 29 DE JANEIRO 2014.
IMAGENS DO VERÃO DESCONTROLADO.



Dia de Surf nessa terça feira em Pernambuco com o balanço de verão doido.Percorremos a
Rota dos Coqueiros fazendo a secante no Condomínio Proibido e a maré cheia em Gaíbu.
O Condomínio se apresentou 
muito bem com direitas longas possibilitando até 08 manobras.
O Sol estava de torar e mesmo assim checamos o Pico do Urubu que estava pequeno e
optamos em almoçar em Itapuama e retornar para a segunda bateria em Gaíbu.
Na manhã do Condomínio a noticia ruim era o lixo em grande quantidade que veio
com o swell e uma barbatana de Tartaruga que nitidamente foi amputada por pescadores
ao vê-la presa na rede.VERÃO PESADO. 
Na foto de ação Clóvis Dantas S. Barros escova a vala de gaíbu.


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DOMINGO 26 DE JANEIRO 2014.
CEARENSE COMEÇA O ANO VENCENDO
ETAPA DO BRASILEIRO EM CASA.




Atual bicampeão da Confederação Brasileira de Surf, o Ceará começou a temporada 2014 com vitória coletiva e na metade das
seis divisões disputadas ao faturar duplamente a Open com Patrick de Sousa e Larissa Santos, que também defendeu muito bem os dois títulos
Júnior que possui nesta Sub 18, a mesma que entre os surfistas foi para Baia Formosa, balneário potiguar, através de Israel Silva Júnior.

Na Mirim Sub 16 e na Iniciante Sub 14 os títulos do Circuito de Surf Club Social foram para ainda mais longe através do baiano Wallace Júnior
e de Vitor Ferreira, do Rio de Janeiro, respectivamente.

Antecipada
Se os primeiros líderes individuais só foram conhecidos após suas finais, o título para a seleção do estado anfitrião já estava
garantido frente a um octeto de seleções visitantes, as mais próximas a vice Paraíba, a terceira Pernambuco e o Rio de Janeiro
que trouxe Leo Neves de volta ao Ceará, desta vez como técnico.

Primeira final disputada, a Júnior Feminina foi duelo com virada aplicada entre surfistas da fortalezense Praia do Titanzinho: com
Larissa dos Santos deixando em segundo lugar Juliana Sousa, e coadjuvadas pela paraibana Rayssa Fernandes e por Karol Ribeiro,
do Rio de Janeiro.

Em seguida o duelo principal da Mirim foi entre uma dupla que ano passado disputou no quarteto Sub 16 o Mundial Júnior da
International Surfing Association (ISA) que tem a categoria na qual desta vez Wallace Sampaio Júnior levou a melhor e torce
para entrar no radar dos patrocinadores, assim como já possui o pernambucano vice Douglas José, ambos a frente de Rivaldo
Sousa e Mathias Ramos, terceiro e quarto do líder Ceará.

Campeã e mais novos
Na Open Feminina Yanka Costa e Yanka Santos foram vice e terceira em disputa com outras duas cearenses: a atual campeã
Larissa e a ex-bicampeã Estefany Freitas, para em seguida Israel Júnior voltar a largar com vitória na Sub 18, desta vez com
totais quatorze pontos para superar por um décimo e meio o surfista da nota dez do Circuito de Surf Club Social Elivelton Santos,
paraibano a exemplo do quarto Denner Carvalho, enquanto Wallace Júnior era terceiro nesta categoria com limite dois anos acima da sua.

Entre os mais novos da Iniciante a dupla do Rio de Janeiro Victor e Vitor, ocupou as colocações impares no pódio,
com Chumbinho sendo terceiro e Vitor Ferreira campeão, ficando em vice o cearense Cauã Costa e sendo quarto
Thomas Carvalho, que também possui cidadania australiana e tinha torcida presencial da mãe e da ainda mais jovem irmã.

Intensos confrontos
Para fechar com gosto de quero mais a primeira parada do Brasileiro CBS de Seleções, a bateria mais intensa foi a em que
o trio cearense finalista se revezou na liderança que ao final ficou definitivamente com o caçula deles: Patrick de Sousa,
mesmo com o campeão 2013 e o agora vice líder Saulo Barros, competentemente explorando o recurso da manobra
aéreo e o local Glauciano Rodrigues replicando manobras fortes para ser terceiro com média bem mais próxima dos 15,5 do
campeão de Sousa e do vice Barros, do que dos 12,20 do quarto lugar de Elivelton Santos, premiado com cem dos mil
reais rateados na bateria “+ intensa” com fatias maiores para o campeão 2013 Saulo Barros, vice que garantiu 15,25 como
parte dos totalmente recordes 57,30 pontos da bateria “+ intensa” do Circuito de Surf Club Social na fortalezense praia do
Futuro e do outra vez líder Ceará,
cujo técnico da seleção alencarina Hélio Bacana comemora um começo de ano ainda melhor na busca do tri.

Finais

Júnior Feminina Sub 18
1ª Larissa dos Santos CE 10,30 pontos 
2ª Juliana Sousa CE 7,25 
3ª Rayssa Fernandes PB 6,85
4ª Karol Ribeiro RJ 6,00

Iniciantes Sub 14 
1º Vitor Ferreira RJ 11,00
2º Cauã Costa CE 9,80
3º Victor Chumbinho RJ 9,70
4º Thomas Carvalho RN 6,40

Open Feminino
1ª Larissa dos Santos CE 10,08
2ª Yanka Costa CE 8,45 
3ª Yanka dos Santos 7,65 CE 
4ª Estefany Freitas 7,60

Open 
1º Patrick de Sousa (CE) 15,50 pontos
2º Saulo Barros (CE) 15,25
3º Glauciano Rodrigues (CE) 14,35 
4º Elivelton Santos (PB) 12,20

Sub 18 Junior
1º Israel Júnior (RN) 14,00 pontos
2º Elivelton Santos (PB) 13,85
3º Wallace Junior (BA) 10,55
4º Denner Carvalho (PB) 6,80

Sub 16 Mirim
1º Wallace Júnior (BA) 14,75 pontos
2ºDouglas José (PE) 10,00
3º Rivaldo Sousa (CE) 7,75
4º Matheus Ramos (CE) 5,95 

Pontuação por seleção

1º Ceará 6646 pontos 
2º Paraíba 4939 
3º Pernambuco 4517
4º Rio de Janeiro 4065 

5º Rio Grande do Norte 2942 
6º Pará 2607 pontos 
7º Bahia 2092 
8º Alagoas 806 
9º Rio Grande do Sul 681

SEGUNDA FEIRA 20 DE JANEIRO 2014
ELA VAI VOLTAR.


Participe da volta da Surfe Nordeste em papel, entre em contato pelo email:

regigalvao@surfenordeste.com.br
ou pelos fones: 81) 9100 5751 / 9852 4029 / 8503 5558.


SEXTA FEIRA 17 DE JANEIRO 2014
A FERA BRASILEIRA ASSINA COM A PENA.



O saquaremense Raoni Monteiro foi oficializado como novo atleta da marca Pena.
Depois de lutar contra a falta de patrocínio, Raoni reforça a equipe de uma das principais
marcas de surfwear do Brasil, qu
e já conta com nomes de peso como o big rider baiano Danilo
Couto e a bodyboarder cearense Isabela Sousa.

Aos 31 anos, ele está garantido na elite mundial e representa o Brasil ao lado dos atletas
Adriano de Souza, Gabriel Medina, Alejo Muniz, Filipe Toledo, Jadson André e Miguel Pupo.

Em 2013, o atleta sofreu uma contusão muscular nas costas durante uma etapa Prime em
Saquarema (RJ) e ficou fora de algumas provas do WCT, mas conseguiu a permanência depois
de uma brilhante campanha em Sunset Beach, Hawaii, onde venceu em 2010 e ficou em terceiro
lugar em 2013.

Dono de um surf power, Raoni costuma crescer de produção em ondas mais pesadas e já
protagonizou brilhantes momentos na elite mundial. Em 2011, o atleta arrancou uma nota
10 dos juízes ao completar um tubão em Teahupoo; em 2012, levantou a plateia em Fiji ao
mostrar atitude em uma craca de 5 metros em Cloudbreak, chegando a sofrer uma forte
lesão no joelho ao ser engolido pela espuma quando tentava completar a missão; em 2013,
derrotou o então campeão mundial Joel Parkinson em um dos confrontos mais emocionantes
da história, totalizando 19.17 pontos, contra 19.10 de Parko, autor de uma nota 10 na bateria.


TERÇA 14 DE JANEIRO 2014.
NORONHA COMEÇA A BOMBEAR A
LAJE DA CACIMBA DO PADRE.



 O Big Rider Pernambucano Kaká Campos bota pra baixo numa daquelas bombas que explodem
na Laje da Cacimba do Padre em Fernando de Noronha quando chega o swell. A Temporada
esta começando do jeito que tem de ser. Como sempre o fotografo 
Marcelo Freire , esta presente
na hora certa.Show Time.

DOMINGO 12 DE JANEIRO 2014.

TRIP AO RIO GRANDE DO NORTE COMPROVA
SURF DE JANEIRO A DEZEMBRO.




JONATAS SE ENTOCA NO PONTAL DA BAÍA FORMOSA (RN)

Imagens da trip do fim de 2013 e começo de 2014 que fizemos ao Rio Grande do Norte.
Lugar de muito surf, paisagens de tirar o folego e muitos amigos.
Comece a viajar nas 03 galerias que montamos para você com momentos da PIPA e BAÍA FORMOSA.

PARTE 01 CLIQUE AQUI

PARTE 02 CLIQUE AQUI

PARTE 03 CKIQUE AQUI.

06 de janeiro 2014.
SWELL HÉRCULES VARRE A EUROPA.


03 de JANEIRO 2014.
MARINHO LIMA GARANTE O SHOW EM BF.


Nessa sexta feira o local Marinho Lima deu show no pico MAR ABERTO em Baía Formosa.
Com aéreos animais dominou a secante com vento forte e alinhando as ondulações.
Um dos grandes talentos da BF esta pronto para detonar em 2014. Acelera brother.


DOMINGO 29 DE DEZEMBRO 2013


SWELL ENTRA NO RIO GRANDE DO NORTE E

FAZ A ALEGRIA NO ÚLTIMO DOMINGO DO ANO.


Conforme anunciado pelas previsões do swellxl.com.br, as ondas chegaram para comemorar
o último domingo do ano.Na Baía Formosa o show foi comandado pelos locais com CHICÓ que
pegou sua cota de tubos.E Você aonde estava nessa hora? 

CLIQUE AQUI E VEJA FOTOS DO DOMINGO.


TERÇA FEIRA 25 DE DEZEMBRO 2013
NATAL É SURF NO RIO GRANDE DO NORTE.


Israel Junior detonando no Mar Aberto em Baía Formosa (RN)
Desde ontem estamos instalados no Rio Grande do Norte na espera do swell que deve fechar com chave de ouro
o ano de 2013. Um swell que apenas comprova que o surf aqui é de janeiro a dezembro proporcionando muitos
momentos alucinantes para quem busca as ondas.No caminho para Natal passagem obrigatória na Baía Formosa
para confraternizar com os amigos e observar a bancada do Pontal e o fundo de areia do mar aberto.Hoje foi dia
de relaxar em Pitangui e curti o por do sol em Natal, eita terra abençoada. FELIZ NATAL EM NATAL.


CLIQUE AQUI E VEJA FOTOS DO NATAL.


SÁBADO 21 DE DEZEMBRO 2013.
ESSE É O CARA.
Liberado o vídeo do Tri Campeão Mick Fanning, aperte o play.




SEGUNDA 16 DE DEZEMBRO 2013
SHOW DE IMAGENS DO MASTER.


VEJA A GALERIA DE IMAGENS DO DOMINGO.

DOMINGO 15 DE DEZEMBRO 2013.
PEDRO LIMA VENCE O MASTER EM GAÍBU.


Venceu agora a pouco a principal categoria do circuito ASMPE, a MASTER, o surfista Pedro Lima, grande competidor das décadas de 80/90 que continua dando show no surf. Muito concentrado Pedrinho recusou até a chamada da organização para falar antes da bateria e ficou isolado enquanto os outros competidores davam entrevista. Pedro Lima que venceu a última seletiva brasileira na Bahia estava inspirado com manobras perfeitas e aproveitando a vala do canal de Gaíbu para detonar seus adversários. Muito feliz ao final da bateria ele parecia não acreditar que conseguiu fechar o ano com duas vitórias importantes. O evento foi muito disputado em todas as categorias e fechou com chave de ouro o ano de 2013 realizando as etapas prometidas e prestando uma grande homenagem ao pioneiro do surf em Pernambuco Fernando Paiva Melo, o MURRINHA que pessoalmente recebeu sua homenagem.Muitos acontecimentos ainda serão narrados na nossa cobertura completa que começa hoje e vai até a terça feira. Cobertura especial que teve o apoio da SeteMilhas


Numa final com atletas de 04 estados, Pedro Dos Santos Lima sabia que tinha de fazer o seu melhor, e foi com manobras como essa que ele venceu a etapa Master de Gaíbu. Usando todo seu conhecimento do pico ele se colocou na vala do canal e fez por duas vezes as notas que precisava usando aquele trilho.Foi o que a gente já tinha mostrado e falado, o fundo de Gaíbu foi um dos melhores do inverno e mesmo no verão funcionou perfeito para competição. Acelera BIAL
 

 

SÁBADO  14 DE DEZEMBRO 2013

MICK FANNING É O REI DO SURF


O australiano Mick Fanning, 32 anos, é o campeão mundial do ASP World Tour 2013. Mas, depois do título confirmado nas quartas de final, quem brilhou foi Kelly Slater, 41, que comandou o espetáculo no mar clássico do sábado de sol, praia lotada e ondas épicas de 10-15 pés para fechar o Billabong Pipe Masters em memória a Andy Irons. Ele ganhou a única nota 10 do dia na semifinal e também surfou tubos incríveis de backside na grande final contra o jovem havaiano John John Florence, 21 anos, para festejar sua sétima vitória no maior palco do esporte.
Mick Fanning confirmou o tricampeonato antes de Slater ganhar o Pipe Masters (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Mick Fanning confirmou o tricampeonato antes de Slater ganhar o Pipe Masters (Foto: Kirstin Scholtz/ASP)

Esse era o único resultado que Slater precisava para conseguir o 12.o título mundial, mas Fanning também atingiu seu objetivo que era vencer duas baterias para alcançar imbatíveis 34.400 pontos no ranking e entrar no seleto grupo de tricampeões mundiais no ASP Tour. E as duas vitórias foram dramáticas, só conquistadas no final das baterias totalmente lideradas pelos seus dois primeiros adversários nas grandes ondas do sábado em Pipeline.

“Eu nunca imaginei em fazer parte de uma lista com nomes como Tom Curren e Andy Irons”, disse Mick Fanning. “O Tom (Curren) é como um enigma e foi fundamental para injetar estilo no nosso esporte. E o Andy (Irons) … o que dizer sobre o Andy! Ele era uma lenda e um bom amigo. Sinto-me honrado e feliz por fazer parte deste grupo”.

No primeiro duelo do dia, o mar estava difícil ainda, com as ondas fechando e o norte-americano C. J. Hobgood liderou com duas notas médias. Mick Fanning caiu no drop em todas as tentativas e só conseguiu surfar seu primeiro tubo quando faltavam menos de 2 minutos para o término. Só que foi um tubaço incrível que valeu nota 9,5 e a virada no placar para 12,00 a 10,50 pontos, somando 2,5 da sua segunda maior nota na bateria.

“Não foi fácil”, suspirou aliviado, Mick Fanning. “Se você quer ganhar um título mundial , você tem que arriscar tudo. Eu fiquei atrás por 28 minutos da bateria, até entrar a joia do dia. Eu ouvi todos assobiando na praia e sabia que ia ser uma boa. Ela já entrou rodando no segundo reef e eu estava no lugar certo pra pegar o tubo. Foi um momento mágico pra mim”.

DECISÃO DO TÍTULO – Precisava vencer mais uma, contra o australiano que o mandou para a repescagem, Yadin Nicol, na primeira quarta de final. Antes desse confronto que definiu o campeão do ASP Tour 2013, o paulista Miguel Pupo também surfou um expresso em Banzai Pipeline para despachar o francês Jeremy Flores com a maior nota do dia até ali, 9,77. Depois começou mais uma decisão para Mick Fanning e ele largou na frente com um bom tubo nota 7,33. Mas, Yadin Nicol que ainda tinha chance de ganhar a última vaga no WCT 2014 se vencesse o Pipe Masters, pegou duas ondas seguidas muito boas para tirar notas 9,33 e 7,57.

Com elas, conseguiu uma boa vantagem de 9,57 pontos e novamente o tempo foi passando para Mick Fanning, mas nos minutos finais entrou a série e ele surfou outro tubo espetacular para a praia toda ficar em suspense pela divulgação da nota. Demorou um pouco e saiu 9,70, confirmando por 17,03 a 16,90 pontos o terceiro título mundial da ASP para o australiano que tinha conquistado os outros dois dele na etapa brasileira do WCT, quando ela era disputada em Imbituba, Santa Catarina, em 2007 e 2009.

“O título mundial é algo que leva um ano inteiro, mas às vezes parece se resumir ao último dia da etapa final”, disse Fanning. “Eu sabia do que precisava fazer e se a oportunidade surgisse, eu saberia o que fazer. Essa oportunidade só veio no final das duas baterias hoje e é uma sensação incrível conseguir isso assim. Competi durante o ano todo e conquistar o título em um dia com condições clássicas como este em Pipeline, o torna muito mais especial”.

John John Florence bicampeão da Tríplice Coroa Havaiana derrotando Mick Fanning (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

John John Florence é bicampeão da Tríplice Coroa Havaiana contra Mick Fanning (Foto: Kirstin Scholtz/ASP)

TRÍPLICE COROA – Depois das entrevistas, Mick Fanning ainda teve sua terceira decisão do dia, na semifinal contra John John Florence pela Tríplice Coroa Havaiana. Mas, a última onda salvadora não apareceu dessa vez e o havaiano festejou sua segunda coroa da Vans Triple Crown of Surfing, além da primeira final no Pipe Masters. Ele já é tricampeão da etapa do ASP World Star que acontece no início do ano nos mesmos tubos, mas pela primeira vez chegava numa decisão de WCT em Pipeline.

“Este segundo título na Tríplice Coroa foi mais especial pra mim”, disse John John Florence. “No primeiro ano (2011), eu era jovem e estava apenas me divertindo, mas este ano eu vim querendo ganhar o Triple Crown. Mas, sinceramente, não achava que tinha chance até hoje (sábado), no último dia. Então entrei concentrado nisso contra o Mick Fanning e este resultado me deixa mais motivado para o próximo ano. Ainda cheguei perto de vencer meu primeiro Pipe Master, então estou feliz também”.

SHOW DE SLATER – Enquanto Mick Fanning sofria para vencer as duas baterias que precisava para garantir o título mundial, Kelly Slater só assistia o campeonato. Isto porque ele já estava na terceira quarta de final por ter passado direto da quarta fase, pulando a repescagem que Fanning teve que disputar por ter perdido para Yadin Nicol na rodada classificatória que fechou a terça-feira. Sem a pressão pela vitória no Billabong Pipe Masters, que era sua única chance de conquista do título mundial, desde que Mick Fanning não passasse das quartas de final, Slater começou a dar um verdadeiro show para o público que lotou a praia no sábado ensolarado no Havaí.

Na quarta de final contra o havaiano Sebastian Zietz, que tentava o bicampeonato consecutivo da Tríplice Coroa Havaiana, Kelly pegou tubos em Banzai Pipeline e no Backdoor para ser o primeiro a bater o recorde de 18,67 pontos do brasileiro Gabriel Medina em sua estreia no domingo também de condições clássicas no templo sagrado do esporte. Slater alcançou 18,80 pontos com notas 9,73 e 9,07. Já na semifinal contra o defensor do título do Billabong Pipe Masters, Joel Parkinson, foi mais fenomenal ainda e surfou um tubaço nota 10 unânime dos cinco juízes e ainda somou 9,73 para vencer com 19,73 pontos de 20 possíveis.

CONFIRMADO EM 2014 – Na grande final, o vento já afetava a qualidade das ondas, mas Banzai Pipeline e Backdoor mostraram os seus tubos espetaculares nos minutos finais para fechar o campeonato com chave de ouro. John John Florence só pegou sua primeira onda quando faltavam 12 minutos para o término da bateria, mas 4 minutos depois surfou o primeiro tubão da final que valeu nota 8,5. Slater logo respondeu com um tubo mais sensacional ainda que chegou perto da segunda nota máxima do dia, com a média ficando 9,87.

Kelly Slater comandou o espetáculo nos tubos de Banzai Pipeline (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Kelly Slater comandou o espetáculo nos tubos de Banzai Pipeline (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Enquanto o havaiano usava a prioridade de escolha da próxima onda para pegar a que poderia lhe dar a vitória, Kelly pegou duas e na segunda delas conseguiu nota 6,5 para abrir 7,88 pontos de vantagem no último minuto. Ainda deu tempo para John John Florence achar um tubão no Backdoor que surfou em pé, saindo com estilo e novamente ficou o suspense pela divulgação da nota. Os juízes deram 7,40 e Slater ganhou sua sétima coroa de Pipe Masters por 16,37 a 15,90 pontos, faturando mais um prêmio de 75.000 dólares da sua terceira vitória em etapas do ASP World Tour 2013.

“Foi um pouco estranha essa final”, disse Kelly Slater. “Eu e o John John (Florence) esperamos um tempão por ondas boas que não entravam, então eu sabia que ia ficar tudo pro final. Achei até vantagem não estar com a prioridade porque pude ir em várias ondas em vez de esperar pelas melhores séries. Estou feliz por estar em Pipeline com ondas tão boas assim e com esse público que é o maior que eu já vi aqui. Surfei grandes tubos em todas as baterias e o Pipe Masters é um campeonato especial”.

O último título conquistado por Kelly Slater no grande palco do esporte havia sido em 2008. Os outros foram na década de 90, com o primeiro deles logo no seu ano de estreia na divisão de elite do ASP World Tour implantada no mesmo ano de 1992. Depois, foi o melhor nos tubos de Banzai Pipeline e do Backdoor em 1994, 1995, 1996 e 1999. Ao contrário de Slater, que vem chegando nas fases decisivas do Pipe Masters desde a vitória de 2008, Mick Fanning não conseguia ser semifinalista em Pipeline desde 2005, quando foi vice-campeão na final contra o havaiano Andy Irons.

Sobre se vai continuar na busca pelo 12.o título mundial em 2014, Slater não deixou dúvidas: “No ano passado, fizeram a mesma pergunta e eu disse que continuaria porque ainda queria fazer uma final com o John John (Florence) em Pipe, o que aconteceu agora. E hoje (sábado) foi um dia especial na minha vida, pois sempre sonhei desde criança com ondas grandes, perfeitas e o Pipe Masters. Se eu tivesse me afastado do esporte 5 anos atrás, não teria vivido isso hoje. Eu quero surfar contra os melhores surfistas nas melhores ondas, por isso estou no circuito e quero mais dias como este, então definitivamente estarei no WCT no próximo ano”.

SELEÇÃO BRASILEIRA – O melhor brasileiro no Billabong Pipe Masters pelo segundo ano consecutivo foi o paulista Miguel Pupo. Ele precisava repetir o nono lugar do ano passado para garantir sua permanência na elite do WCT e conseguiu isso surfando grandes tubos para vencer as duas baterias que necessitava para isso. Na primeira, ganhou o duelo verde-amarelo da segunda fase com o catarinense Alejo Muniz em um tubaço de backside nas direitas do Backdoor no último minuto da bateria.

Miguel Pupo representando bem o Brasil nos tubos de Pipeline (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Miguel Pupo representando bem o Brasil nos tubos de Pipeline (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Com esta vitória, já tirava a 22.a e última vaga dos que são mantidos pelo ranking do WCT do norte-americano Brett Simpson. Precisava passar mais uma fase para garantir de vez o seu nome, sem depender dos resultados de ninguém. O adversário era o top-9, Josh Kerr, que foi igualmente batido nos minutos finais com  Pupo desta vez surfando a esquerda de Pipeline para ganhar nota 9,07 e ser o sétimo brasileiro no WCT 2014, um a mais que este ano.

No último dia, Pupo surfou outro tubaço para derrotar o francês Jeremy Flores com nota 9,77 em Banzai Pipeline, sendo o único goofy-footer a se classificar para as quartas de final, pois todos os outros sete surfam as esquerdas de backside, de costas para a onda. Depois, não achou os tubos contra o campeão mundial Joel Parkinson, mas a meta já estava cumprida e ele ainda melhorou sua colocação no Billabong Pipe Masters com o quinto lugar esse ano.

Com isso, o Brasil volta a superar os Estados Unidos, que permaneceu com seis tops, para formar o segundo maior esquadrão no pelotão de elite da ASP, abaixo apenas da Austrália com doze competidores. Pupo subiu para 19.o no ranking e mais três paulistas ficaram no G-22 do WCT, Adriano de Souza em 13.o lugar, Gabriel Medina em 14.o e o estreante Filipe Toledo em 15.o. Já o catarinense Alejo Muniz e o carioca Raoni Monteiro confirmaram suas permanências pelo G-10 do ASP World Ranking, que também classificou o potiguar Jadson André para reforçar a seleção brasileira em 2014.

NOVIDADES NA ELITE – Além de Jadson André, quem também retorna ao WCT no ano que vem é o basco Aritz Aranburu, que esteve entre os melhores do mundo nas temporadas de 2008 e 2009. Já os australianos Mitch Crews e Dion Atkinson serão os estreantes do ASP Tour 2014. Os quatro que saíram da elite para a entrada deles foram o norte-americano Damien Hobgood, o australiano Kieren Perrow, o irlandês Glenn Hall e o havaiano Dusty Payne. Aliás, com a volta de Jadson André o Brasil tirou uma vaga do Havaí, que não colocou ninguém no lugar de Dusty Payne e terá só três participantes no WCT 2014.

O australiano Owen Wright e o português Tiago Pires também ficaram de fora das duas listas classificatórias, mas receberam os dois wildcards (convites) que a ASP reserva para os atletas que se contundiram durante a temporada. Com isso, eles poderão participar de todo o circuito, completando o novo grupo dos top-34 que vai disputar o título mundial no ASP World Tour 2014 nas melhores ondas do mundo.

Mick Fanning com o troféu que recebeu de Joel Parkinson campeão em 2012 (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Mick Fanning com o troféu que recebeu de Joel Parkinson campeão em 2012 (Foto: Kelly Cestari / ASP)

ONZE ETAPAS EM 2014 – A etapa brasileira do WCT está confirmada, com o Billabong Rio Pro novamente tendo seu palco principal instalado no Postinho da Barra da Tijuca, de 7 a 18 de maio no Rio de Janeiro. A temporada começa mais uma vez pela Austrália, que no ano que vem terá uma prova a mais, a estreia do Margaret River Pro de 02 a 13 de abril em Margaret River. A abertura continua no Quiksilver Pro Gold Coast nos dias 01 a 12 de março e o tradicional Rip Curl Pro acontece nos dias 16 a 27 de abril em Bells Beach, depois de Margaret River.

Da Austrália, os melhores surfistas do mundo vêm para o Brasil e depois seguem para a fase mais desafiadora pelas ilhas de Fiji, Indonésia e Taiti. O Fiji Pro será do dia 1.o a 13 de junho nas ilhas de Tavarua e Namotu, em seguida tem o Bali Pro de 17 a 28 de junho na Indonésia. Já o Billabong Pro Teahupoo é em agosto, do dia 15 a 26 no Taiti.

O calendário prossegue em setembro com o Hurley Pro Trestles nos dias 09 a 20 na Califórnia, Estados Unidos, e o Quiksilver Pro France abrindo a fase europeia de 25 de setembro a 06 de outubro em Hossegor, na França. Na sequência tem o Moche Rip Curl Pro Portugal de 08 a 19 de outubro em Peniche, com o Billabong Pipe Masters fechando a temporada nos dias 08 a 20 de dezembro nas esquerdas de Banzai Pipeline e nas direitas do Backdoor no Havaí.

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TOP-22 DO ASP TOUR PARA 2014 – Ranking das 10 etapas do WCT 2013:

01: Mick Fanning (AUS) – 54.400 pontos

02: Kelly Slater (EUA) – 54.150

03: Joel Parkinson (AUS) – 48.450

04: Jordy Smith (AFR) – 43.150

05: Taj Burrow (AUS) – 42.900

06: Julian Wilson (AUS) – 40.950

07: Kai Otton (AUS) – 39.600

08: Nat Young (EUA) – 38.000

09: Josh Kerr (AUS) – 36.100

10: John John Florence (HAV) – 35.150

11: C. J. Hobgood (EUA) – 34.650

12: Michel Bourez (TAH) – 33.000

13: Adriano de Souza (BRA) – 31.750

14: Gabriel Medina (BRA) – 25.000

15: Filipe Toledo (BRA) – 24.400

16: Sebastian Zietz (HAV) – 24.350

17: Adrian Buchan (AUS) – 24.200

18: Jeremy Flores (FRA) – 23.000

19: Miguel Pupo (BRA) – 18.450

19: Fredrick Patacchia (HAV) – 18.450

21: Bede Durbidge (AUS) – 16.200

22: Matt Wilkinson (AUS) – 15.950

+ 2 Wildcards da ASP por contusão: Owen Wright (AUS) e Tiago Pires (PRT)

G-10 DO ASP WORLD RANKING – 39 etapas – 10 do WCT, 8 do ASP Prime e 21 do ASP World Star:

G-1: Adam Melling (AUS) em 12.o no ranking porque foi 23.o no WCT, fora dos top-22 mantidos na elite

G-2: Kolohe Andino (EUA) em 16.o porque foi 26.o no WCT, fora dos top-22

G-3: Alejo Muniz (BRA) em 21.o porque foi 29.o no WCT

G-4: Jadson André (BRA) em 22.o retorna ao WCT em 2014

G-5: Mitch Crews (AUS) em 24.o estreia em 2014

G-6: Aritz Aranburu (ESP) em 27.o volta a elite depois de 5 anos

G-7: Raoni Monteiro (BRA) em 28.o porque foi 33.o no WCT

G-8: Travis Logie (AFR) em 29.o porque foi 25.o no WCT

G-9: Dion Atkinson (AUS) em 31.o estreia em 2014

G-10: Brett Simpson (EUA) em 32.o porque foi 23.o no WCT

SAÍRAM DOS TOP-34 NO ASP WORLD TOUR 2013:

- Damien Hobgood (EUA) em 29.o no WCT e 38.o no ASP World Ranking que classificou até o 32.o

- Kieren Perrow (AUS) em 31.o no WCT e 143.o no ASP World Ranking

- Dusty Payne (HAV) em 32.o no WCT e 44.o no ASP World Ranking

- Glenn Hall (IRL) em 33.o no WCT contundido e 60.o no ASP World Ranking

FINAL DO BILLABONG PIPE MASTERS EM MEMÓRIA A ANDY IRONS:

QUARTA FEIRA 11 / 12 / 13


PUPO SE GARANTE NO WCT 2014

 

O paulista Miguel Pupo, 22 anos, garantiu sua permanência entre os top-34 do ASP World Tour nos tubos de 6 pés da terça-feira no maior palco do esporte no Havaí. A vaga foi confirmada com a vitória sobre o australiano Josh Kerr, 29, na terceira fase do Billabong Pipe Masters e o Brasil terá sete representantes no WCT 2014, um a mais que neste ano. Já estavam classificados os paulistas Adriano de Souza, 25 anos, Gabriel Medina, 19, Filipe Toledo, 18, o catarinense Alejo Muniz, 23, o carioca Raoni Monteiro, 31, e o potiguar Jadson André, 23, que retorna ao grupo de elite depois de um ano fora.

“Estou tremendo até agora, a bateria com certeza foi uma das mais longas da minha vida e estou muito feliz por ter conseguido minha vaga para o ano que vem”, disse Miguel Pupo. “Eu consegui pegar um tubo muito bom em Pipeline, mas aqui no Havaí qualquer onda pode sair uma nota alta. Quando faltavam 10 minutos, eu sabia que muita coisa poderia acontecer ainda. Quando faltavam 5 minutos, eu nem sabia mais o que pensar e fiquei ali só torcendo pra não dar mais onda. Está difícil de ver quando entra a série, porque o swell (ondulação) está mais de norte indo pra Off The Wall (outra praia vizinha), então eu ficava soprando pra ir pra lá (risos). Ouvi quando faltavam 30 segundos, nossa, fechei os olhos, quando abri faltavam 10 segundos e acabou felizmente, mas foram os minutos mais longos da minha vida”.

Miguel Pupo garantiu sua vaga no WCT nas esquerdas de Pipeline (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Miguel Pupo garantiu sua vaga no WCT nas esquerdas de Pipeline (Foto: Kelly Cestari / ASP)

Entre os cinco surfistas que batalhavam por vagas no WCT 2014 no Billabong Pipe Masters, só Miguel Pupo confirmou seu nome. Ele já tinha assumido o último lugar na lista dos 22 primeiros do ranking que são mantidos na elite, quando ganhou o duelo brasileiro da segunda fase no domingo com o catarinense Alejo Muniz. Mas, precisava passar mais uma bateria para se garantir de vez, sem depender dos resultados de ninguém. E fez isso surfando um lindo tubo nas esquerdas de Pipeline que valeu nota 9,07 e a vitória sobre Josh Kerr por 14,67 a 9,76 pontos.

Depois ele teve que encarar Kelly Slater brigando pelo título mundial e Sebastian Zietz com chances de bicampeonato na Tríplice Coroa Havaiana. Slater deu o seu segundo show do dia, surfando tubos para a esquerda em Pipeline e principalmente para a direita no Backdoor, para já colocar seu nome entre os oito melhores do campeonato. Mas, Miguel Pupo tem outra chance de classificação para as quartas de final contra o francês Jeremy Flores no último duelo da repescagem. Quem vencer vai enfrentar o defensor do título do Billabong Pipe Masters e atual campeão mundial, Joel Parkinson.

DERROTAS BRASILEIRAS – Mais dois brasileiros competiram na terça-feira, só que ambos foram barrados na terceira fase e ficaram em 13.o lugar na etapa final do ASP World Tour 2013 no Havaí. Gabriel Medina chegou a liderar sua bateria por 38 minutos, até o havaiano John John Florence pegar um tubo incrível e virar o placar para 16,23 a 14,00 pontos com o 9,83 recebido nessa onda. Adriano de Souza  também perdeu para um havaiano, Sebastian Zietz, numa bateria fraca de ondas boas. A maior nota foi 7,77 do defensor do título da Triple Crown of Surfing, que venceu por 13,77 a 9,17 pontos.

Mineirinho foi o quinto melhor surfista do mundo nos dois últimos anos, chegou a liderar o WCT 2013 com a vitória no Rip Curl Pro Bells Beach e o vice-campeonato no Billabong Rio Pro, mas termina em 13.o lugar no ranking com a derrota na estreia em Pipeline. Em seguida vem Gabriel Medina em 14.o e o estreante Filipe Toledo em 15.o, que ainda podem ser ultrapassados por Sebastian Zietz e Jeremy Flores. Já Miguel Pupo saiu da zona do rebaixamento para o vigésimo lugar, podendo subir até 17.o se vencer o Billabong Pipe Masters, o que seria inédito para o Brasil no ASP World Tour.

 

O mestre Kelly Slater no Backdoor (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

O mestre Kelly Slater no Backdoor (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

TÍTULO MUNDIAL – Na terça-feira também começou a disputa do título mundial em Pipeline e especialmente no Backdoor, com Kelly Slater, 41 anos, levando a decisão para o último dia da etapa que fecha a temporada 2013 e a Tríplice Coroa Havaiana na ilha de Oahu. Ele foi o melhor do dia e venceu as duas baterias que disputou com os maiores placares da terceira e da quarta fase, surfando tubos profundos principalmente nas direitas do Backdoor.

Slater já estreou com imbatíveis 17,66 pontos contra o australiano Mitch Crews, depois fez 17,56 para ganhar a terceira vaga nas quartas de final do havaiano Sebastian Zietz e do único brasileiro que passou da terceira fase, Miguel Pupo. Nesta rodada ninguém é eliminado e Pupo terá outra chance de avançar contra o francês Jeremy Flores na repescagem que ficou para abrir o último dia do Billabong Pipe Masters no Havaí.

Para Slater colecionar o seu 12.o troféu de melhor surfista do mundo no ASP Tour 2013, a única possibilidade é ganhar mais uma coroa de Pipe Masters e Mick Fanning não chegar nas semifinais. Só que o australiano não consegue isso desde 2005, quando ficou em segundo lugar na final contra o havaiano Andy Irons (in memoriam). Já Slater vem chegando nas fases decisivas desde 2008, da sua última vitória em Banzai Pipeline. Em 2009 foi vice-campeão contra o australiano Taj Burrow e ficou em terceiro nas semifinais em 2010, 2011 e 2012.

ÚLTIMA VAGA NO WCT 2014 – Mick Fannig passou fácil pelo havaiano Kaimana Jaquias em sua estreia no Billabong Pipe Masters na terça-feira, mas depois foi batido pelo também australiano Yadin Nicol na primeira rodada classificatória para as quartas de final. Nicol surfou um tubo fantástico para ganhar a segunda nota 10 do Pipe Masters esse ano e mandar o líder do ranking para a repescagem. Ele é o único que ainda pode entrar no grupo dos top-34 para o WCT 2014, mas para tirar a vaga do americano Brett Simpson também precisa da vitória no Havaí como Slater para vencer o título mundial.

SEGUNDA FEIRA 09 DE DEZEMBRO 2013
SEU LUGAR EM MARACAÍPE ESTA PRONTO
VEJA O VÍDEO.






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