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quarta 29 de março 2017
MUNDIAL COMEÇA

FIA JUNIOR AVANÇA EM CIMA DO LÍDER.


terça feira 28 de março 2017

SEGUNDA ETAPA DO MUNDIAL COMEÇA HOJE.

Hoje já é amanhã na Austrália, e daqui à sete horas teremos a abertura
da janela para a segunda etapa que aconteec em Margaret River. A expectativa
é que tenhamos grandes ondas. Nosso time depois de perder o Ítalo Ferreira
terá a participação do Jessé Mendes convidado do evento. Na primeria bateria
teremos a particpação do KS, Mick Fanning e do estreante Leonardo Fioravanti.



SÁBADO 25 DE MARÇO 2017

PARAIBANO VAI COMEÇAR NO MACACO.


SEXTA 24 DE MARÇO 2017

ÍTALO FICA FORA DO MUNDIAL.


QUARTA 22 DE MARÇO 2017

ÍTALO FERREIRA SE MACHUCA EM TREINO.

terça 21 de março 2017

FLAT VOLTA A ASSOMBRAR PERNAMBUCO.




DOMINGO 19 DE MARÇO 2017

OWEN VOLTOU.

GILMORE VOLTA AO TOPO.



SÁBADO 18 de março 2017

ÍTALO E MEDINA ENTRE OS 08 MELHORES.


SEXTA 17 DE MARÇO 2017

FIA JUNIOR VENCE SUA PRIMEIRA BATERIA.



QUINTA 16 DE MARÇO 2017

ABERTURA COMPLICADA NA AUSTRÁLIA.


QUARTA 15 DE MARÇO 2017

SORTUDO RECEBE PRANCHA ILLUSION.


TERÇA 14 MARÇO 2017

MUNDIAL PARADO.

CIRCUITO MUNDIAL NÃO COMEÇA.

Com janela de 12 dias dois já foram comidos. A etapa inaugural do circuito Slater não começou
por falta de condições de ondas na primeira bateria teremos o potiguar Jadson André.

http://www.worldsurfleague.com/…/…/quiksilver-pro-gold-coast



segunda 13 de março 2017

SEGUNDA SEM LEI PERFEITA.


Sábado 11 de março 2017

VERÃO SEM ONDA.


SEXTA 10 DE MARÇO 2017

JORNAL DO COMMÉRCIO ERRA FEIO.


QUINTA 09 DE MARÇO 2017

A CAIXA PRETA DA WSL.


QUARTA 08 DE MARÇO 2017

VIVA AS MULHERES, ESSE É O DIA.


TERÇA 07 DE MARÇO 2017

COMEÇA A POLÊMICA OLÍMPICA.


DOMINGO 05 DE MARÇO 2017

JESSE MENDES ASSUME LIDERANÇA DO ACESSO.



Brasileiro assume a liderança da DIVISÃO de acesso a elite, detonando o carrasco dos brasileiros.

Jesse Mendes
 campeão do Australian Open of Surfing com uma vitória sensacional
por 18,13 a 18,00 pontos sobre o favorito ao título, 
Julian Wilson, conseguindo uma nota 9,40
logo após o australiano fazer um 9,33 na onda anterior. O novo líder do WSL Qualifying Series
foi finalista nas duas etapas do QS 6000 esse ano. Em Newcastle perdeu a decisão verde-amarela
para 
Yago Dora e agora festeja uma grande vitória. É o Brasil começando bem a temporada
na Austrália.

No feminino vitória da havaiana Malia Nanuel que apresentou um Surf de alto
nível. Parabéns aos dois.

sexta 03 de março 2017

SCOOBY ABRE A CABEÇA EM NAZARÉ.

quinta 02 de março 2017

AUSTRALIAN OPEN 6000 AGITA MANLY BEACH

O QS 6000 Australian Open of Surfing começou na segunda-feira com as meninas e a peruana Melanie Giunta estreou com vitória nas ondas de Manly Beach, em Sydney, na Austrália. Na terça-feira, foi realizada a rodada inicial masculina e mais quinze sul-americanos passaram suas primeiras baterias. Oito brasileiros sairam mar em primeiro lugar e Samuel Pupo fez os recordes do dia – nota 8,83 e 16,60 pontos. Outros paulistas, David do Carmo, Flavio Nakagima, Thiago Guimarães e Marcos Correa, o catarinense Willian Cardoso, o baiano Marco Fernandez e o pernambucano Luel Felipe, também começaram com vitórias no segundo QS 6000 do ano na Austrália.

David do Carmo (Foto: Tom Bennett - WSL)
David do Carmo (Foto: Tom Bennett – WSL)

Os outros sete se classificaram em segundo lugar nas suas baterias, os brasileiros Robson Santos e Rafael Teixeira, os peruanos Juninho Urcia, Alonso Correa, Lucca Mesinas Novaro, Joaquin del Castillo e o argentino Leandro Usuna, atual campeão sul-americano da WSL South America. Os que triunfaram na terça-feira vão enfrentar os cabeças de chave do Australian Open of Surfing na segunda e última rodada de 24 baterias em que foram divididos os 144 participantes do QS 6000 de Sydney.

Oito sul-americanos foram eliminados no primeiro dia, mas outros nove ainda vão estrear nas ondas de Manly Beach, como os novos líderes do ranking do WSL Qualifying Series, o catarinense Yago Dora e o paulista Jessé Mendes, que decidiram o título do primeiro QS 6000 da temporada no último domingo em Newcastle. O campeão Yago Dora encabeça a 11.a bateria da segunda fase do Australian Open, completada pelo australiano Kalani Ball e os norte-americanos Griffin Colapinto e Cam Richards. E Jessé Mendes está na 22.a com o argentino Leandro Usuna, o americano Patrick Gudauskas e o australiano Tom Whitaker.

DOBRADINHAS BRASIL E PERU – Na terça-feira, já aconteceram seis baterias com participação dupla de surfistas da América do Sul. Na primeira delas, a quarta do dia, o brasileiro Willian Cardoso e o peruano Juninho Urcia despacharam o americano Parker Coffin e o australiano Brent Dorrington. E a dobradinha Brasil e Peru se repetiu na sétima bateria, vencida por David do Carmo com o peruano Alonso Correa ganhando a briga pela segunda vaga do chileno Manuel Selman e do havaiano Finn McGill.

Dois brasileiros entraram na disputa seguinte e Thiago Guimarães estreou com vitória, mas o carioca Lucas Silveira, campeão mundial Pro Junior de 2015 da World Surf League, foi barrado pelo francês Nomme Mignot. Na 14.a bateria, o peruano Joaquin del Castillo avançou em segundo lugar e o uruguaio Marco Giorgi ficou em último, assim como o peruano Tomas Tudela na 16.a, vencida pelo pernambucano Luel Felipe. Na vigésima, a última chance de dobradinha sul-americana também não foi concretizada no confronto direto entre Brasil e Austrália, O capixaba Rafael Teixeira passou junto com Wade Carmichael, mas o catarinense Yuri Gonçalves perdeu em terceiro lugar.

Thiago Guimaraes (Foto: Tom Bennett - WSL)
Thiago Guimaraes (Foto: Tom Bennett – WSL)

MELHOR DO DIA – Entre os sul-americanos que competiram sozinhos com três surfistas de outros continentes, o grande destaque foi o jovem brasileiro Samuel Pupo, que acertou os aéreos para fazer os recordes da terça-feira em Manly Beach. Sua melhor onda valeu nota 8,83 e ninguém conseguiu superar os 16,60 pontos que ele totalizou na décima bateria, contra Charles Martin, de Guadalupe, o americano Cory Arrambide e o australiano Luke Hynd. Antes dele, o baiano Marco Fernandez e o paulista Marcos Correa já haviam estreado com vitórias e o peruano Lucca Mesinas Novaro passado em segundo lugar nas suas baterias.

CAMPEÕES SUL-AMERICANOS – Depois de Samuel Pupo colocar o Brasil no topo da lista de recordes do Australian Open of Surfing, o também paulista Flavio Nakagima conseguiu a última vitória verde-amarela contra três representantes de outros continentes. E a lista dos sul-americanos classificados na terça-feira é completada pelos dois últimos campeões da WSL South America, o brasileiro Robson Santos de 2015 e o argentino Leandro Usuna de 2016, que avançaram em segundo lugar nas suas baterias.

Os dois acabaram seguindo para confrontos encabeçados por brasileiros na segunda fase. Leandro Usuna foi para o 22.o, do vice-líder do ranking, Jessé Mendes. Eles vão competir contra o norte-americano Patrick Gudauskas e o australiano Tom Whitaker. Já Robson Santos foi para a 12.a bateria, dos cabeças de chave Alex Ribeiro e Kanoa Igarashi, dos Estados Unidos, com o australiano Mikey Wright sendo o outro concorrente por duas vagas para a terceira fase.

DUPLA PARTICIPAÇÃO – Além dessas duas, mais cinco baterias terão participação dupla de sul-americanos na segunda fase. Classificados na terça-feira, o brasileiro Marco Fernandez e o peruano Juninho Urcia completaram a terceira bateria, encabeçada pelo havaiano Ezekiel Lau e o australiano Dion Atkinson. Na disputa seguinte, o argentino Santiago Muniz estreia junto com o australiano Jack Freestone, contra Willian Cardoso e o português Miguel Blanco. E a quinta bateria terá o brasileiro Marcos Correa e o peruano Lucca Mesinas Novaro contra os australianos Connor O´Leary e Kai Otton.

Na oitava, tem Brasil e Peru de novo disputando classificação, com Thiago Guimarães e Alonso Correa enfrentando o português Frederico Morais e o sul-africano Beyrick De Vries. Na décima, o baiano Bino Lopes e o recordista Samuel Pupo fazem um confronto direto Brasil x Austrália com Cooper Chapman e Dean Bowen. E na 16.a bateria, a última participação dupla com os brasileiros Hizunomê Bettero e Luel Felipe contra o italiano Leonardo Fioravanti e o australiano Chris Zaffis.


28 de fevereiro 2017

YAGO VENCE NA AUSTRÁLIA.

Uma final verde-amarela fechou o primeiro campeonato importante da World Surf League na temporada 2017, com mais um jovem talento do surfe brasileiro brilhando no tradicional Surfest Newcastle da Austrália. Ninguém sobreviveu ao ataque aéreo do catarinense Yago Dora, 20 anos, no domingo em Merewether Beach. Na final contra o paulista Jessé Mendes, 24, ele foi aumentando a vantagem a cada voo, até arrancar nota 10 unânime dos juízes num aéreo incrível que garantiu a sua primeira vitória no Circuito Mundial. Com o título no QS 6000 Maitland and Port Stephens Toyota Pro, Yago Dora assumiu a liderança do WSL Qualifying Series e Jessé Mendes é o segundo colocado no ranking das nove etapas de 2017.

Yago Dora (Foto: Tom Bennett - WSL)
Yago Dora (Foto: Tom Bennett – WSL)

“Quero agradecer toda a galera que estava torcendo no Brasil pela transmissão ao vivo, aos brasileiros que estão aqui na praia também e essa final 100% brasileira foi animal”, disse Yago Dora, no pódio do Surfest Newcastle. “As ondas aqui estavam incríveis ontem e hoje (domingo) e foi muito legal fazer a final com o Jessé (Mendes), que é um grande amigo meu no ‘tour’ e tinha me estraçalhado na última vez que nos enfrentamos. Foi a minha primeira vitória e estou feliz por ter sido aqui na Austrália, num campeonato tão importante, com tanta história, e espero que tenha muitas ainda por vir”.

As condições do mar no domingo estavam muito favoráveis para Yago Dora mostrar o seu arsenal de aéreos de frontside nas esquerdas de Merewether Beach. Elas formavam rampas perfeitas para o catarinense voar nas ondas e aterrissar depois de giros completos no ar cada vez mais altos. Na final, completou um “reverse full rotation” sensacional, que ganhou nota 10 unânime dos cinco juízes e outros aéreos já tinham recebido notas 8,00, 8,27 e 8,83. Jessé Mendes não teve o que fazer e Yago Dora festejou sua primeira vitória no Circuito Mundial, logo num dos eventos mais tradicionais do esporte na Austrália, o Surfest Newcastle.

“Foi divertido competir contra meu amigo de infância na final”, disse Jessé Mendes. “Tivemos algumas boas baterias no passado, eu ganhei a última, então agora foi a vez dele. Estou feliz porque sinto que surfei bem durante todo o campeonato, mas na final o Yago (Dora) não me deu qualquer chance. Eu só quero continuar fazendo o que estou fazendo, pois sinto que esse evento foi positivo para mim e estou contente pelo resultado também”.

Jessé Mendes (Foto: Tom Bennett - WSL)
Jessé Mendes (Foto: Tom Bennett – WSL)

MAIORIA BRASILEIRA – Entre os oito surfistas que chegaram no domingo decisivo, metade era do Brasil. O catarinense Willian Cardoso perdeu o primeiro duelo das quartas de final para o norte-americano Ian Crane. Mas, Jessé Mendes despachou o francês Jorgann Couzinet no segundo e o terceiro foi 100% catarinense, entre Yago Dora e Alejo Muniz, campeão desta etapa de Newcastle em 2015. Nesta bateria, Yago completou seu primeiro grande aéreo do dia na onda que valeu nota 9,5, para vencer por 16,33 a 13,60 pontos.

Nas semifinais, Jessé Mendes usou sua variedade de manobras de borda e aéreas também para liquidar o norte-americano Ian Crane por 14,67 a 11,76 pontos. E Yago Dora teve mais trabalho no confronto com o australiano Mitch Coleborn, que é de uma escola diferente, mais baseada no “power surf”. Foi, talvez, a bateria mais difícil para o catarinense durante toda a semana em Merewether Beach, mas ele conseguiu uma nota 7,67 que fez a diferença no placar apertado de 12,94 a 12,27 pontos.

BRASIL NO RANKING – O resultado do QS 6000 Maitland and Port Stephens Toyota Pro praticamente formou o novo ranking do WSL Qualifying Series 2017. Ele agora é encabeçado pelos brasileiros Yago Dora e Jessé Mendes, que já tinham disputado as duas etapas realizadas no Havaí, em Sunset Beach e em Pipeline. Abaixo deles estão os semifinalistas em Newcastle, com o americano Ian Crane em terceiro lugar e o australiano Mitch Coleborn em quarto.

Outros dois brasileiros também passaram a figurar na lista dos dez surfistas que sobem para o grupo dos top-34 que disputa o título mundial da World Surf League, com os resultados conquistados no Surfest Newcastle. Os catarinenses Alejo Muniz e Willian Cardoso perderam nas quartas de final nesta primeira etapa que disputaram esse ano e dividem a nona posição no ranking com o italiano Leonardo Fioravanti, quinto colocado também no domingo.

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES 2017 – ranking das 9 primeiras etapas:

1.o: Yago Dora (BRA) – 6.785 pontos

2.o: Jessé Mendes (BRA) – 4.980

3.o: Ian Crane (EUA) – 4.710

4.o: Mitch Coleborn (AUS) – 4.450

5.o: Jorgann Couzinet (FRA) – 3.775

6.o: Soli Bailey (AUS) – 3.700

7.o: Cam Richards (EUA) – 2.845

8.o: Seth Moniz (HAV) – 2.690

9.o: Alejo Muniz (BRA) – 2.650

9.o: Leonardo Fioravanti (ITA) – 2.650

9.o: Willian Cardoso (BRA) – 2.650
 

Sexta 24 de fevereiro 2017

CANTO DO MORRO DE GALA.


Terça 21 de fevereiro 2017

CHARLES É BARRADO PELA WSL.


SEGUNDA 14 DE FEVEREIRO 2017.

HERÓIS PERNAMBUCANOS, CONTRA TUDO 

E CONTRA TODOS.





DOMINGO 12 DE FEVEREIRO 2017

HERÓIS LOCAIS SÃO DESTAQUE


Quarta 08 de fevereiro 2017

EVENTO EM BF GERANDO NA ALTA.


QUINTA 09 DE FEVEREIRO 2017.

SOLI BAILEY VENCE EM PIPE

Adriano de Souza é vice-campeão do Volcom Pipe Pro e David do Carmo fica em quinto; Soli Bailey vence em Pipeline, Havaí.
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Adriano de Souza é vice-campeão do Volcom Pipe Pro 2017. Foto: © WSL / Heff.

 

O jovem australiano Soli Bailey roubou a cena ao vencer o Volcom Pipe Pro, etapa do Qualifying Series finalizada nesta quinta-feira, em ondas de 2,5 metros e formação regular em Pipeline, Havaí.

Em uma decisão com poucos tubos, o atleta de 21 anos fez um bom trabalho nas direitas do Backdoor e somou 7.33 e 5.93 para superar o brasileiro Adriano de Souza, o californiano Griffin Colapinto e o havaiano Bruce Irons.

Pela vitória, Soli Bailey embolsou US$ 12 mil e somou 3.000 pontos no ranking da divisão de acesso do Circuito Mundial, assumindo a liderança com apenas um resultado. 

O australiano também quebrou um tabu no Volcom Pipe Pro. Até então, apenas três atletas haviam vencido o evento: John John Florence (quatro vezes), Kelly Slater (duas) e Jamie O’Brien.

Já Adriano de Souza fez a sua segunda final no evento. Em 2014, o brasileiro foi o quarto colocado na decisão com Slater, Wiggolly Dantas e Mason Ho. Desta vez, o campeão mundial de 2015 foi ainda melhor, mas o dia era de Soli Bailey. Mineiro terminou em segundo com notas 4.50 e 3.93, levando US$ 6 mil para casa. O atleta assumiu a mesma posição no ranking do QS com este único resultado, ultrapassando até o norte-americano Cam Richards, que já participou de três eventos com 1.000 pontos e fez duas finais na Austrália, vencendo uma prova e ficando em segundo na outra.
 

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Soli Bailey, 21 anos, faz a festa em Pipeline. Foto: Tom Carey.

 

O último dia do Volcom Pipe Pro começou com os duelos pendentes da terceira fase. Adriano de Souza protagonizou uma das melhores atuações de todo o evento ao arrancar 9.50 e 7.00 dos juízes, saindo da água com o total de 16.50 pontos em 20 possíveis.

Na quarta fase, Jerônimo Vargas, Yago Dora, Marco Giorgi e Wiggolly Dantas foram eliminados, enquanto Adriano de Souza, Lucas Silveira e David do Carmo seguiram adiante. Destaque para a ótima performance de Lucas, autor de 8.60 e 6.83.

Nas quartas, David do Carmo seguiu atrás do havaiano Bruce Irons e Adriano de Souza também foi segundo colocado em seu duelo, vencido pelo basco Aritz Aranburu. Na briga pela classificação, Adriano barrou Lucas Silveira e o local Seth Moniz.
 

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David do Carmo chega à semifinal e fica fora da decisão por apenas um décimo. Foto: © WSL / Heff.

 

Atual campeão mundial e vencedor de quatro edições do Volcom Pipe Pro, John John Florence estava invicto na prova, mas sofreu o seu primeiro revés e deu adeus na semifinal. Em uma bateria com poucas ondas, o australiano Soli Bailey e o californiano Griffin Colapinto conseguiram a classificação nos instantes finais, somando 8.17 e 7.37, respectivamente. Pior para o argentino Leandro Usuna e John John Florence.

Na outra semi, os brasileiros Adriano de Souza e David do Carmo chegaram a ocupar as duas primeiras posições, mas nos últimos minutos Bruce Irons encontrou um bela onda e arrancou 8.93 dos juízes para pular de terceiro para primeiro, deixando Adriano em segundo, David em terceiro e Aritz Aranburu em quarto. David ficou atrás de Adriano por apenas um décimo.

O Volcom Pipe Pro homenageou ainda o atleta com mais atitude durante a competição. O troféu - em memória a Todd Chesser - ficou com o havaiano Seth Moniz.
 

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Lucas Silveira fica em nono lugar no evento. Foto: WSL / Brenden Donahue.

 
Resultado do Volcom Pipe Pro 2017

1 Soli Bailey (AUS)
2 Adriano de Souza (BRA)
3 Griffin Colapinto (EUA)
4 Bruce Irons (HAV)
5 David do Carmo (BRA)
5 Leandro Usuna (ARG)
7 Aritz Aranburu (ESP)
7 John John Florence (HAV)
9 Lucas Silveira (BRA)
9 Mitch Coleborn (AUS)
9 Hank Gaskell (HAV)
9 Luke Sherpadson (HAV)
13 Koa Smith (HAV)
13 Makai McNamara (HAV)
13 Seth Moniz (HAV)
13 Brian Toth (PRI)
17 Yago Dora (BRA)
25 Jerônimo Vargas (BRA)
25 Wiggolly Dantas (BRA)
25 Marco Giorgi (URU)

Ranking do QS 2017

 

1 Soli Bailey (AUS) 3.000
2 Adriano de Souza (BRA) 2.250
3 Cam Richards (EUA) 2.145
4 Peterson Crisanto (BRA) 1.895
5 Griffin Colapinto (EUA) 1.880
6 Bruce Irons (HAV) 1.700
7 Ty Watson (AUS) 1.530
8 Kalani Ball (AUS) 1.500
9 Jack Robinson (AUS) 1.330
10 Timothee Bisso (GLP) 1.320

Segunda 06 de fevereiro 2017

NORONHA EM ALTO ASTRAL



sábado 04 de fevereiro 2017

NOVO TRAILER NORONHA SEMPRE


sexta 03 de fevereiro 2017

SEMANA MÁGICA EM NORONHA.


SEXTA 27 DE JANEIRO 20117

PETERSON CRISANTO VENCE EM ISRAEL.

O paranaense Peterson Crisanto, 24 anos, brilhou com seu surfe potente de manobras de borda e principalmente as aéreas nas ondas de Kontiki Beach, em Netanya, Israel. Ele arrancou as maiores notas dos juízes com brilhantes apresentações para festejar a sua primeira vitória no Circuito Mundial da World Surf League. Com o título do QS 1500 SEAT Pro Netanya nesta quinta-feira, conquistado na bateria final contra o francês Jorgann Couzinet, da Ilha Reunião, Petersinho assumiu a liderança no ranking do WSL Qualifying Series 2017 neste início de temporada.

Peterson Crisanto (Foto: Masurel - WSL)
Peterson Crisanto (Foto: Masurel – WSL)

“É uma sensação incrível poder vencer uma etapa da World Surf League, especialmente considerando todo o trabalho árduo que vem sendo realizado”, disse Peterson Crisanto. “Eu estou começando o ano com o pé direito e espero que continue assim nos próximos eventos. Esta é a primeira vez que venho para Israel, tive uma semana maravilhosa aqui e esta viagem certamente ficará marcada na minha vida para sempre”.

O paranaense sempre foi considerado uma grande promessa do surfe brasileiro, mas perdeu o patrocínio que tinha desde criança e no ano passado nem competiu no Circuito Mundial. Com isso, está tendo de começar do zero, participando das etapas menores para somar pontos visando entrar no grupo dos 100 primeiros no ranking. Isso para, no decorrer do ano, poder disputar as mais importantes que definem os dez classificados para o CT.

Garazi Sanchez Ortun (EUK) , Marissa Shaw (USA), Peterson Crisanto (BRA) , Jorgann Couzinet (REU) .Netanya 2017
Garazi Sanchez Ortun, Marissa Shaw, Jorgann Couzinet e Peterson Crisanto (Foto: Masurel – WSL)

Peterson Crisanto já havia sido o sul-americano mais bem colocado na prova que abriu a temporada 2017 nos Estados Unidos. No QS 1000 Shoe City Pro em Huntington Beach, Califórnia, ele ficou a um passo das semifinais na prova vencida pelo americano top do CT, Kanoa Igarashi. Já em Israel, o paranaense foi o destaque em todos os dias que competiu nas ondas de Kontiki Beach. Chegou no último dia como recordista absoluto do campeonato, com a nota 9,07 e os 17,74 pontos que totalizou na rodada classificatória para as quartas de final.

Na quinta-feira decisiva, ampliou essas marcas para 18,17 pontos, somando 9,80 da melhor apresentação do evento. Um dos cinco juízes chegou a dar nota 10 para ele. Petersinho usou todo o seu arsenal de manobras modernas, principalmente as aéreas, para liquidar o espanhol Jonathan Gonzalez, das Ilhas Canárias, nesta bateria da semifinal. E na grande final, também não deu qualquer chance para o francês Jorgann Couzinet.

Jorgann Couzinet (Foto: Masurel - WSL)
Jorgann Couzinet (Foto: Masurel – WSL)

O surfista da Ilha Reunião tinha vencido o primeiro duelo do dia, barrando o defensor do título do QS 1500 SEAT Pro Netanya, Pedro Henrique, carioca que compete representando Portugal, onde mora há alguns anos. A disputa entre os dois foi acirrada e decidida nas últimas ondas que surfaram. A do Pedro Henrique valeu 6,03, mas Jorgann Couzinet recebeu 6,90 e garantiu a primeira vaga na final por 13,83 a 12,86 pontos.

Na disputa final pelo título da prova mais importante neste início de ano, Peterson Crisanto já começou forte com 7,50 e praticamente confirmou a vitória nas duas ondas seguintes, que arrancaram notas 8,77 e 7,73 dos juízes. Jorgann Couzinet também arriscou os aéreos, mas o máximo que conseguiu foram notas 6,43 e 6,27. O brasileiro faturou o prêmio máximo de 10.000 dólares oferecido ao campeão, por uma larga vantagem de 16,50 a 12,70 pontos.

“Ainda não ganhei nenhum QS, então eu realmente queria muito vencer, mas tudo bem, pois o segundo lugar também é um bom resultado para um início de temporada”, disse o vice-campeão europeu do ano passado, Jorgann Couzinet. “Eu adorei cada minuto que passei aqui em Israel. Acho que não tive uma boa escolha de ondas na final e estou feliz pelo Peterson (Crisanto) também. Agora vou para a Austrália participar de alguns eventos mais importantes e espero conseguir outros bons resultados lá”.

Juninho Urcia (Foto: Smith - WSL)
Juninho Urcia (Foto: Smith – WSL)

PERNA AUSTRALIANA – Até a vitória de Peterson Crisanto no QS 1500 SEAT Pro Netanya, o melhor resultado de um sul-americano na temporada 2017 tinha sido o quinto lugar de outro brasileiro, Victor Mendes, no QS 1000 Carve Pro encerrado domingo passado em Maroubra Beach, Sydney, na Austrália. Ele só foi barrado nas quartas de final pelo vencedor da etapa, o norte-americano Cam Richards. O peruano Juninho Urcia tinha perdido na fase anterior e ficado em nono lugar.

Mais duas provas estão em andamento nessa semana, também com participação de surfistas da América do Sul. O QS 1000 Sunset Pro começou na semana passada e tem prazo até sábado para terminar, mas a segunda fase nem foi encerrada ainda, pois vem sendo adiado por falta de ondas em Sunset Beach. A outra foi iniciada nesta quinta-feira na Gold Coast e vai até domingo. O QS 1000 Burleigh Pro é a segunda das sete etapas da longa “perna australiana” do WSL Qualifying Series 2017, que vai até o dia 12 de março.

QS FEMININO – Em Israel, também foi encerrada na quinta-feira, a terceira etapa feminina da temporada 2017. E a vitória da espanhola Garazi Sanches Ortun no QS 1500 SEAT Pro Netanya, igualmente lhe valeu a liderança no ranking do WSL Qualifying Series. A final foi contra a norte-americana Marissa Shaw, que assumiu a segunda posição com 1.125 pontos, à frente da australiana Macy Callaghan, que neste ano faturou o título mundial Pro Junior da World Surf League e já emendou outra vitória no QS 1000 Carve Pro também em Sydney, na Austrália.


SÁBADO 21 JANEIRO 2017

APROVEITE O VERÃO E ENCOMENDE

SUA PRANCHA ILLUSION.


SEGUNDA 16 de janeiro 2017

MAR MORTO


segunda 09 janeiro 2017
AUSTRALIANOS VENCEM EM CASA.

CAMPEÕES

O melhor brasileiro, Mateus Herdy, ficou nas quartas de final.

 
Os australianos Ethan Ewing e Macy Callaghan venceram o World Surf League Junior Championship e festejaram os últimos títulos mundiais de 2016 em casa na Austrália. O novo top da elite do CT derrotou o norte-americano Griffin Colapinto na final masculina e Macy impediu que a havaiana Mahina Maeda conquistasse um inédito bicampeonato feminino nas pequenas ondas de Bombo Beach na segunda-feira em Kiama, na costa sul de New South Wales. Os brasileiros decidiram o título masculino nas três últimas edições, mas dessa vez o mais bem colocado foi o catarinense Mateus Herdy em quinto lugar. Já Weslley Dantas ficou em nono com a derrota na quarta fase, que abriu a segunda-feira na Austrália.
O prazo do World Surf League Junior Championship só termina na sexta-feira, mas as previsões das ondas não são boas até lá e a comissão técnica decidiu encerrar a competição nas ondas pequenas de meio metro de altura da segunda-feira em Bombo Beach. As finais da primeira edição da categoria com o novo limite de até 18 anos de idade, aconteceram em condições difíceis, com grandes intervalos entre as séries e, principalmente, pela chegada de um vento afetando a boa formação das poucas ondas que entravam.
O australiano Ethan Ewing foi vice-campeão no ranking do WSL Qualifying Series 2016 e será o mais jovem integrante da nova elite dos top-34 que vai disputar o título mundial no Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour em 2017. Ele teve mais sorte de começar bem a bateria final com nota 6,17 e garantiu o título mundial Pro Junior com o 5,17 da sua última onda. Já o norte-americano Griffin Colapinto bateu os recordes do campeonato na semifinal, mas não achou nada de ondas na decisão, perdendo por 11,34 a 1,97 pontos apenas.
“Isso é incrível. Eu nunca planejei nada disso do que aconteceu esse ano para mim”, disse Ethan Ewing. “Eu pretendia ganhar o título Junior australiano, mas todo o resto aconteceu inesperadamente. Chegar neste evento como cabeça de chave número 1 me deu confiança e tudo funcionou sem problemas desde o início do campeonato. O Griffin (Colapinto) é um grande amigo meu e foi engraçado porque conversamos sobre as chances de nos encontrarmos na final, então aconteceu e foi muito legal. Certamente, esta é uma ótima maneira de começar o meu ano e já estou ansioso esperando pelo início do CT”.
O norte-americano Griffin Colapinto apareceu para o mundo ao chegar nas semifinais do Hang Loose Pro Contest 30 Anos na Praia da Joaquina, em novembro do ano passado em Florianópolis (SC). Na segunda-feira, ele começou o dia barrando o campeão sul-americano da WSL South America, Weslley Dantas, na quarta fase. E nas semifinais, bateu todos os recordes do World Surf League Junior Championship. Ganhou nota 9,60 ao completar um aéreo reverse muito alto e totalizou 15,60 pontos na vitória sobre o campeão da triagem do último Billabong Pipe Masters, Finn Mc Gill, que dividiu o terceiro lugar com outro havaiano, Cody Young.
“Infelizmente, as ondas sumiram na final, mas estou feliz por ter chegado na decisão”, disse Griffin Colapinto. “Eu tive grandes momentos aqui e terminar o campeonato fazendo a final com meu bom amigo foi incrível. Eu gostaria de ter tido mais chances para surfar, mas mesmo assim, saio daqui muito mais animado para competir nos eventos do QS esse ano”.
RECORDE DE TÍTULOS – O título de Ethan Ewing foi o quinto da Austrália na história do Mundial Pro Junior da World Surf League e o Brasil continua sendo o recordista com sete conquistas. A primeira foi com o carioca Pedro Henrique no ano 2000. Depois, o hoje campeão mundial Adriano de Souza venceu a edição de 2003, o cearense Pablo Paulino foi bicampeão em 2004 e 2007, o paulista Caio Ibelli ganhou o único circuito de três etapas em 2011, o campeão mundial Gabriel Medina faturou o título na única decisão disputada no Brasil em 2013 e o carioca Lucas Silveira levantou o caneco de 2015 em Portugal.
Neste ano, o Brasil não passou das quartas de final. O catarinense Mateus Herdy brilhou na primeira bateria masculina da segunda-feira em Bombo Beach. Ele registrou um novo recorde de 15,26 pontos com notas 7,83 e 7,43 na vitória sobre o sul-africano Jordy Maree e o francês Marco Mignot. Este placar só foi batido por Griffin Colapinto nas semifinais. Depois, o sobrinho do ex-top da elite do CT, Guilherme Herdy, só achou uma onda boa que valeu nota 7,00 na quarta de final contra o havaiano Cody Young, que venceu por 12,74 a 11,83 pontos a bateria que marcou a saída do Brasil da disputa do título mundial Pro Junior em Kiama.
O campeão sul-americano Pro Junior da WSL South America, Weslley Dantas, já havia sido eliminado na primeira rodada do dia, que definiu os classificados para as quartas de final. Ele também só conseguiu surfar uma onda boa que tirou nota 6,90 dos juízes e terminou em último no confronto vencido pelo australiano Reef Heazlewood, com o vice-campeão Griffin Colapinto passando em segundo lugar. O irmão mais jovem do top do CT, Wiggolly Dantas, ficou em nono lugar no World Surf League Junior Championship 2016.
DECISÃO FEMININA – Na decisão feminina, aconteceu o mesmo que na masculina, com praticamente só a campeã surfando todas as ondas da bateria. A favorita ao título era a havaiana Mahina Maeda, que faturou o caneco de 2014 e foi vice-campeã em 2015, quando o limite de idade era de 21 anos. Em sua terceira final consecutiva, ela poderia se tornar a primeira a vencer dois títulos na categoria feminina, mas a australiana Macy Callaghan fez sua melhor apresentação no campeonato. Com notas 8,17 e 7,50, ganhou facilmente por uma larga vantagem de 15,67 a 4,60 pontos o primeiro título para surfistas com até 18 anos.
“Estou muito feliz. Este é o maior evento que eu participo e ganhar o título mundial é uma coisa incrível”, disse Macy Gallaghan. “Eu sabia que a bateria ia ser complicada, porque não tinha muitas ondas, então eu teria que ter atenção para escolher as boas. Quando consegui aquele 8,17, minha confiança só aumentou, porque o mar estava difícil. 2016 foi um ano incrível para mim e começar este ano sendo campeã é quase um sonho. Mal posso esperar pelo que vem pela frente”.
Já a havaiana Mahina Maeda lamentou o resultado: “Estou muito decepcionada com o meu desempenho hoje (segunda-feira), mas é bom estar aqui no WJC. A final não foi como eu gostaria, mas estou feliz pela Macy (Callaghan), ela tem um futuro brilhante pela frente. Este é o meu último evento Junior, então agora é hora de me concentrar no QS para tentar entrar no CT esse ano”.



08 de janeiro 2017

BRASILEIROS SEGUEM NA DISPUTA PRO JUNIOR.

Depois de um dia parado, o World Surf League Junior Championship 2016 retornou no domingo e os brasileiros Weslley Dantas e Mateus Herdy avançaram para a rodada classificatória para as quartas de final na Austrália. As ondas estavam pequenas ainda em Bombo Beach, mas a comissão técnica aguardou durante quase toda a manhã para realizar a terceira fase masculina, com a feminina sendo adiada. O peruano Alonso Correa perdeu o primeiro duelo do dia, mas Weslley e Mateus podem aumentar para oito o recorde de títulos brasileiros na categoria Pro Junior em Kiama, na costa sul de New South Wales.

Mateus Herdy (Foto: Smith - WSL)
Mateus Herdy (Foto: Smith – WSL)

Se esperassem um pouco mais, Alonso Correa teria competido em melhores condições e ele não achou as ondas, enquanto o francês Marco Mignot usou os aéreos para vencer a bateria por um baixo placar de 10,23 a 7,70 pontos, deixando o peruano em 13.o lugar no World Surf League Junior Championship 2016. Mateus Herdy entrou no segundo duelo do dia, quando o mar já produzia boas direitas. Ele liquidou o norte-americano Kei Kobayashi nas duas primeiras ondas que surfou. O catarinense também completou belos aéreos e manobrou forte para tirar notas 7,17 e 7,23 dos juízes e vencer por 14,40 a 11,63 pontos.

“As ondas hoje (domingo) estão bem parecidas com as que surfo em casa e acho que isso me ajudou”, disse Mateus Herdy, sobrinho de um ex-top do CT, Guilherme Herdy. “O Kei (Kobayashi) estava arrebentando nas sessões livres, então eu sabia que ia ser uma bateria difícil e estou feliz por ter ganhado dele. Foi uma boa batalha entre nós e tive a sorte de encontrar boas ondas no início. Minhas pranchas estão boas para este tipo de mar e não vejo a hora de competir de novo”.

O catarinense vai abrir a quarta fase da competição, disputando as duas primeiras vagas para as quartas de final com o francês Marco Mignot e o sul-africano Jordy Maree, que aumentou para 14,90 o recorde de 14,83 pontos registrado pelo peruano Alonso Correa na quinta-feira. Além disso, igualou a maior nota – 8,50 – do campeonato, conseguida pelo mesmo americano Jake Marshall que ele derrotou no domingo.

Jordy Maree (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Jordy Maree (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Estou feliz por voltar a competir depois de dois dias de descanso”, disse Jordy Maree, pois na sexta-feira apenas as meninas entraram no mar e no sábado a competição foi adiada porque as ondas estavam muito pequenas em Bombo Beach. “Eu estava nervoso indo para a bateria, porque não tinha surfado contra o Jake (Marshall) e sabia que era um forte concorrente. Mas, treinei bastante em ondas pequenas assim e me senti bem lá fora para surfar o meu melhor”.

 Após essa bateria, o australiano Quinn Bruce foi eliminado pelo havaiano Cody Young, mas outros dois brilharam nas pequenas ondas de Bombo Beach, ambos conseguindo tirar notas acima de 7 para derrotar dois japoneses. Harley Ross-Webster atingiu 14,24 pontos nas duas computadas contra Taichi Wakita e o novo top da elite mundial da World Surf League, Ethan Ewing, superou Joh Azuchi por 14,00 a 8,50. Os dois vão disputar a segunda classificatória para as quartas de final com o havaiano Cody Young.

CAMPEÃO SUL-AMERICANO – Depois de duas vitórias dos donos da casa, dois foram eliminados nos confrontos seguintes. O norte-americano Griffin Colapinto bateu Lucas Wrice por 11,17 a 8,57 pontos e o atual campeão sul-americano Pro Junior da WSL South America, Weslley Dantas, despachou o local de New South Wales, Sandon Whittaker, numa disputa bem mais acirrada. Os dois ganharam 6,5 em suas melhores ondas e a segunda nota computada definiu o vencedor. O irmão mais jovem do top do CT, Wiggolly Dantas, somou 5,57 contra 5,33 do australiano no placar encerrado em 12,07 a 11,83 pontos.

Weslley Dantas (Foto: Smith - WSL)
Weslley Dantas (Foto: Smith – WSL)

Weslley Dantas e Griffin Colapinto vão enfrentar outro australiano, Reef Heazlewood, na batalha por duas vagas para as quartas de final na terceira bateria da quarta fase. E os dois últimos classificados sairão do confronto envolvendo o único representante de Barbados, Che Allan, com dois havaianos, Noa Mizuno e Finn McGill, campeão da triagem do Billabong Pipe Masters em dezembro do ano passado.

RECORDE DE TÍTULOS – Weslley Dantas e Mateus Herdy são as apostas para o Brasil aumentar para oito o recorde de títulos na categoria Pro Junior da World Surf League. O primeiro foi conquistado pelo carioca Pedro Henrique no ano 2000. Depois, o hoje campeão mundial Adriano de Souza venceu a edição de 2003, o cearense Pablo Paulino foi bicampeão em 2004 e 2007, Caio Ibelli ganhou o único circuito de três etapas em 2011, o campeão mundial Gabriel Medina faturou o título na única decisão disputada no Brasil em 2013 e o carioca Lucas Silveira levantou o caneco de 2015 em Portugal.

O World Surf League Junior Championship tem prazo até a próxima sexta-feira para definir os últimos títulos mundiais de 2016 e a primeira chamada da segunda-feira foi marcada para as 7h30 na Austrália, 18h30 do domingo no fuso de Brasília, com transmissão ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

05 de janeiro 2017

BRASIL É ELIMINDO NO FEMININO PRO JUNIOR.

A brasileira Tainá Hinckel e a argentina Josefina Ane saíram da disputa do título do World Surf League Junior Championship 2016 na Austrália. A sexta-feira amanheceu com ondas pequenas de meio metro de altura em Bombo Beach e a terceira fase masculina foi adiada, mas as meninas disputaram a primeira rodada eliminatória da competição que define os campeões mundiais da categoria para surfistas com até 18 anos de idade. O time sul-americano da WSL South America ainda está na briga pelo último título mundial de 2016, com os brasileiros Weslley Dantas e Mateus Herdy e o peruano Alonso Correa.

Caroline Marks (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Caroline Marks (Foto: Kelly Cestari – WSL)

A catarinense Tainá Hinckel, de apenas 13 anos de idade, ficou muito perto da classificação para a terceira fase. A bateria foi fraca de ondas e ela e a americana Caroline Marks só conseguiram surfar as duas que são computadas no resultado. A atual campeã sul-americana Pro Junior da WSL South America começou bem com nota 5,17, mas sua oponente pegou duas antes dela que valeram 4,60 e 4,07. Tainá precisava então de 3,50 para vencer e pegou uma onda no último minuto que só rendeu uma manobra. Dois dos cinco juízes acharam que valia a vitória, mas a média da nota ficou em 3,23 e o placar em 8,67 a 8,40 pontos.

“As ondas realmente diminuíram muito nessa bateria”, disse Caroline Marks. “Nós duas só tivemos duas chances para surfar e fiquei muito preocupada no final, porque ela (Tainá Hinckel) tinha a prioridade (de escolha da próxima onda) e pegou uma onda. Eu estava muito nervosa esperando para ouvir a sua nota e fiquei muito feliz por conseguir a vitória”.

Diferente de Tainá Hinckel, que ainda terá outras oportunidades para tentar trazer um inédito título Pro Junior feminino para a América do Sul, a argentina Josefina Ane se despediu da categoria na sexta-feira, pois já completou o limite de 18 anos de idade. Ela competiu no último confronto do dia e não achou nenhuma onda boa para mostrar o seu surfe em Bombo Beach. A japonesa Minori Kawai teve mais sorte nas difíceis condições do mar, começou bem com nota 5,83 e venceu fácil por 10,50 a 4,53 pontos a briga pela última vaga para a terceira fase.

Tania Hinckel (Foto: Kelly Cestari - WSL)
Tania Hinckel (Foto: Kelly Cestari – WSL)

As meninas agora já vão disputar classificação para as quartas de final do World Surf League Junior Championship 2016 na Austrália. As seis surfistas que estrearam com vitórias na quarta-feira e as seis que aproveitaram a segunda chance na sexta-feira, foram divididas em quatro baterias na terceira fase. As duas primeiras colocadas em cada uma delas avançam para as quartas de final e as que ficarem em último terminam em nono lugar na competição.

O World Surf League Junior Championship ainda tem prazo até a próxima sexta-feira, 13 de janeiro, para definir os últimos títulos mundiais de 2016 e a primeira chamada do sábado foi marcada para as 7h30 na Austrália, 18h30 da sexta-feira no fuso de Brasília, com transmissão ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

TERCEIRA FASE MASCULINA – A chamada é para as duas categorias e se a comissão técnica decidir começar pela terceira fase masculina, dois sul-americanos vão disputar os primeiros confrontos do dia. O peruano Alonso Correa enfrenta o francês Marco Mignot na primeira bateria e o brasileiro Mateus Herdy entra na segunda com o norte-americano Kei Kobayashi. Já o atual campeão sul-americano Pro Junior da WSL South America, Weslley Dantas, está na nona bateria com o australiano local de New South Wales, Sandon Whittaker. A vitória na terceira fase vale vaga na rodada classificatória para as quartas de final.