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Pernambuco, a terra dos altos coqueiros.

 



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A RÁDIO DO SURF - MUITA MÚSICA , ENTREVISTAS E MUITA INFORMAÇÃO
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PREVISÃO DE ONDAS.
acesse sua praia antes de ir ao Surf, veja os mapas
animados, o vento e o tamanho das ondas. Tudo bem
fácil e com alta tecnologia.








  

DOMINGO 28 DE SETEMBRO 2014

FELIPE TOLEDO VOLTA DA REPESCAGEM E TYLER VENCE

Com boas ondas de 4-6 pés no domingo de praia lotada, Les Gardians foi o palco da etapa francesa do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour pelo terceiro dia consecutivo em Hossegor. Foram realizadas as três baterias que restavam para fechar a repescagem do Quiksilver Pro France e Filipe Toledo despachou o australiano Adam Melling para fazer mais um duelo brasileiro com o também paulista Adriano de Souza nesse ano. Ainda rolaram os quatro primeiros confrontos da terceira fase entre as baterias do Roxy Pro France, que foi encerrado no domingo com vitória da australiana Tyler Wright na final contra a norte-americana Courtney Conlogue.

Tyler Wright e Courtney Conlogue (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Tyler Wright e Courtney Conlogue (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Com este resultado, a disputa do título feminino ficou ainda mais embolada entre as quatro primeiras colocadas no ranking. Cada uma delas agora tem duas vitórias nas oito etapas do Samsung Galaxy ASP Women´s World Tour completadas na França. Tyler Wright começou o domingo vingando a derrota sofrida na final do Roxy Pro do ano passado para a também australiana Sally Fitzgibbons, que se mantém na frente. Depois passou pela francesa Johanne Defay nas semifinais e não deu qualquer chance para a norte-americana Courtney Conlogue. A australiana fez uma apresentação impecável, conseguindo quatro notas acima dos 9 pontos. Nas duas ondas computadas no resultado, atingiu 19,20 pontos somando 9,70 com 9,50 para pular do quarto para o segundo lugar no ranking e entrar de vez na briga do título mundial.

“As condições do mar estão muito boas e eu consegui imprimir um ritmo forte na bateria desde o início”,falou Tyler Wright, que agora totaliza 56.200 pontos no ranking, contra 57.900 da líder Sally Fitzgibbons, 55.950 da terceira colocada, Stephanie Gilmore, e 54.700 da quarta, Carissa Moore. “Eu acho que minhas quatro primeiras ondas foram todas acima dos 9 pontos, então eu realmente procurei apenas me divertir e surfar o meu melhor possível. Eu sempre tenho conseguido bons resultados aqui na França ao longo dos anos e estou muito feliz por colocar meu nome mais uma vez no troféu das campeãs deste evento”.

Enquanto o prazo do Quiksilver Pro France prossegue até o dia 6 de outubro em Hossegor, as meninas já partem para Portugal porque no dia 1.o, quarta-feira, começa a penúltima etapa do WCT feminino, o Cascais Women´s Pro que vai até 7 de outubro na Praia do Guincho, em Cascais, Estoril. Diferente do masculino que pode definir o título mundial já em Portugal, a disputa está tão acirrada entre as meninas que a campeã só será conhecida na etapa final que voltará a ser disputada no Havaí, no Maui Women´s Pro em Honolua Bay, de 24 de novembro a 6 dezembro na ilha de Maui.

CINCO BRASILEIROS – Agora o restante do prazo na França é só para o Quiksilver Pro. No domingo foram realizadas sete baterias, as três que restavam para fechar a repescagem e as quatro primeiras da terceira fase. O paulista Filipe Toledo foi o único brasileiro que competiu e ganhou um duelo muito disputado contra o australiano Adam Melling, encerrado em 16,00 a 15,77 pontos. O mais jovem integrante da elite mundial, 19 anos, agora volta a encarar Adriano de Souza na terceira fase pela terceira vez este ano. Bem mais experiente, Mineirinho derrotou Filipinho em Bells Beach e também na etapa passada, em Trestles, nos Estados Unidos.

Filipe Toledo usou os aéreos para despachar Adam Melling (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Filipe Toledo usou os aéreos para despachar Adam Melling (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Os dois se enfrentarão na nona bateria, logo após o confronto do também paulista Miguel Pupo com o australiano Owen Wright. Mas, o primeiro a entrar no mar no próximo dia de boas ondas em Hossegor é o líder do ranking, Gabriel Medina, na sexta bateria com o francês Jeremy Flores. E o quinto brasileiro que ainda está vivo na disputa do título do Quiksilver Pro France é o potiguar Jadson André, que vai fechar a terceira fase contra o australiano Joel Parkinson.

CORRIDA DO TÍTULO – O domingo foi o segundo dia de Gabriel Medina como um mero espectador na França. Depois de estrear com vitória em Les Gardians na sexta-feira e passar direto para a terceira fase, o fenômeno de Maresias, praia de São Sebastião onde ele mora, só tem assistido seus adversários competirem. Dos quatorze que chegaram no Quiksilver Pro France com chances matemáticas de título mundial, dois já saíram da briga, o norte-americano Nat Young e o australiano Bede Durbidge, que não passaram nenhuma bateria em Hossegor.

No domingo, se apresentaram quatro concorrentes mais diretos do brasileiro nas baterias que abriram a terceira fase e um deles foi barrado, o número 5 do ranking, Michel Bourez, que acabou eliminado pelo australiano Matt Wilkinson na penúltima bateria do dia. O taitiano agora fica na torcida para que Gabriel Medina não chegue na grande final, pois se isso acontecer ele também não terá mais chances de superar o brasileiro, mesmo que vença as duas últimas etapas da temporada, em Portugal e no Havaí.

SÁBADO 27 DE SETEMBRO 2014
ATÉ O BONECO TEM MEDO DE 
ENTRAR NO MAR EM RECIFE.


Nessa quinta feira depois de 20 anos fui observar uma atividade do CEMIT,
Comitê de monitoramento de ataques de tubarão. 20 anos depois? Sim,
porque assim que começaram os ataques, mortes e proibição do Surf em
Recife me lembro de ter participado de apenas uma reunião com especialistas,
professores e surfistas ávidos por entender e buscar soluções para os graves
acontecimentos que estavam por destruir várias gerações do es
porte no estado.
Nesses 22 anos de proibição passamos por momentos terríveis, vimos fabricas
de pranchas fecharem, lojas esportivas falirem, veículos especializados se
apagarem e apenas a constatação de que nada ira mudar, pois na verdade
os ataques em Pernambuco são diferentes de outros lugares no mundo e a
conclusão que chegamos é que não existe solução nem especialistas para
lidar com peixes mutantes que comem carne humana. Tudo isso aliado a uma
destruição ambiental causada por fatores industriais e educacionais que levam
a população a não se preocupar com seu bem mais precioso que é o MAR.
Nessa quinta fui conhecer o boneco inglês “JOHN” que foi adquirido pelo
projeto PRO TUBA e em parceria com a UFPE e o CEMIT será lançado ao
mar para ser analisado como um corpo em afogamento se comporta nas
correntes marinhas do nosso litoral. Estive pela manhã logo no inicio da
experiência e como a maré estava muito seca o boneco não conseguiu ser
arrastado pelas chamadas “correntes de retorno”, que segundo uma fonte
do Corpo dos Bombeiros, são elas as responsáveis por puxar os mais
desavisados para o fundo do mar.
Conversando com os pesquisadores eles disseram que iriam ficar na praia
esperando a maré encher para ampliar a observação, porém quando
retornei por volta das 15h à experiência já havia findado e em conversa
com um oficial dos Bombeiros ele me falou que o “JOHN” não havia se
mostrado muito eficiente uma vez que ele boia e um corpo afogado fica
submerso sofrendo todo tipo de correnteza quando esta no fundo do oceano.
Essa foi à primeira experiência com o boneco que ainda vai ser colocado em
áreas de mar profundo e junto com outros 05 bonecos vão ser analisados,
mordidos, e observados que distância vai percorrer e aonde vai parar.
Infelizmente nada disso vai trazer o Surf de volta ao Recife uma vez que
a solução para isso se perdeu nesses anos de experiências.
SALVEM O BONECO JOHN ELE JÁ NASCEU MORTO.


sexta feira 26 de setembro 2014
MEDINA, PUPO E MINEIRINHO AVANÇAM AO
ROUND 03 NA FRANÇA


A praia Le Gardian foi o palco da primeira apresentação dos melhores surfistas do mundo no Quiksilver Pro France, iniciado na sexta-feira em Hossegor. Três brasileiros estrearam com vitórias nas boas ondas de 3-4 pés que formavam rampas perfeitas para os aéreos. Foi assim que Gabriel Medina derrotou português Tiago Pires e o norte-americano Dane Reynolds, logo após Kelly Slater ser mandado para a repescagem pelo australiano Matt Wilkinson. Do Brasil, Adriano de Souza e Miguel Pupo também avançaram direto para a terceira fase da nona das onze etapas do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014. O prazo começou na quinta-feira, mas no primeiro dia só as meninas competiram em três rodadas completas do Roxy Pro France em Hossegor.

Gabriel Medina voando na estreia vitoriosa na França (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Gabriel Medina voando na estreia vitoriosa na França (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Gabriel Medina enfrentou o sempre perigoso convidado da Quiksilver na etapa francesa, Dane Reynolds, além do português Tiago Pires, no sexto confronto do dia. O também paulista Filipe Toledo já havia sido mandado para a repescagem pelo francês Jeremy Flores na terceira bateria e o carioca Raoni Monteiro pelo australiano Joel Parkinson na quarta. Na seguinte, Matt Wilkinson acabou derrotando por pouco – 14,67 x 14,50 – Kelly Slater, que vai ter que encarar Dane Reynolds na abertura da repescagem. Isto porque Gabriel Medina acertou os aéreos para superar o norte-americano por 15,70 a 14,76 pontos, com Tiago Pires ficando em último com 13,43 em uma das baterias mais disputadas do dia.

“Foi realmente uma bateria muito difícil”, disse Gabriel Medina. “Enfrentar o Dane (Reynolds) é sempre assustador, um grande surfista, e o Tiago (Pires) tem muita experiência nessas ondas aqui de Hossegor. Mas, estou me sentindo bem, confiante, minhas pranchas estão boas e eu gosto de competir nestas ondas. Eu tenho muitas recordações especiais daqui da França e isso me motiva. Foi aqui que eu ganhei o King of the Groms e onde venci meu primeiro evento do WCT também. E eu espero poder fazer mais memórias assim para mim de novo aqui”.

Com a passagem direta para a terceira fase do Quiksilver Pro France, Gabriel Medina já diminuiu um concorrente na contagem regressiva para o primeiro título do Brasil na história do Circuito Mundial, Bede Durbidge. Mesmo que vença a etapa da França e também as outras duas que vão fechar a temporada 2014 em Portugal e no Havaí, o australiano não consegue mais ultrapassar os 53.100 pontos que Medina já garantiu no ranking com um 13.o lugar em Hossegor. O brasileiro vai eliminando adversários a cada bateria vencida na França, mas ainda restam doze surfistas com chances matemáticas e as principais ameaças já têm títulos mundiais no currículo, Kelly Slater, Mick Fanning e Joel Parkinson, além do taitiano Michel Bourez.

24 de setembro 2014
SERÁ QUE SLATER CONSEGUE SUPERAR
SEU MELHOR ALUNO, GABRIEL MEDINA ?



Nunca mais, talvez, quem sabe...faltando apenas 03 etapas para finalizar pela última vez um circuito
com a marca ASP, porque à partir de 2015 vai ser a World Surf League (WSL), vamos ter a resposta
para essa pergunta que esta movimentando o mundo do Surf nos quatro cantos do planeta. Depois
de declarar que quando surfa contra KS ele surfa melhor, Medina vai ter de focar muito para não
desperdiçar a chan
ge de ouro da sua carreira. Vencer seu professor, ganhar no Hawaii e conquistar
o último evento do circuito criado de surfistas para surfistas.Seria um fato espetacular, porém isso
também deve estar passando pela cabeça do KS e portanto a partir de quinta feira quando começar
o França PRO alguma coisa já sera acrescentado a essa disputa, lembrando que para os dois o
evento segue como pontos corridos uma vez que o descarte dos dois é um décimo terceiro lugar,
isso mesmo um 13. Na foto do WCT RIO 14 ele entra na área da geral disfarçado de toalha.
Cuidado com o PARKO.



19 de setembro 2014
JORDY E GILMORE VENCEM NA CALIFÓRNIA.

O sul-africano Jordy Smith, 26 anos, e a australiana Stephanie Gilmore, 26, festejaram os títulos da etapa norte-americana do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour nas ótimas ondas de 5-7 pés da quinta-feira em Lower Trestles, San Clemente, na Califórnia. A pentacampeã mundial tirou até nota 10 na final do Swatch Women´s Pro para totalizar 19,50 pontos contra a nova líder do ranking, Sally Fitzgibbons, 23 anos. Já o sul-africano tirou o título do Hurley Pro Trestles do havaiano John John Florence, 21, de virada na onda que surfou no último minuto da bateria. Os brasileiros não passaram das quartas de final, mas Gabriel Medina segue liderando a corrida do título mundial com uma boa vantagem sobre o vice-líder, Kelly Slater, assim como Adriano de Souza permaneceu em sétimo no ranking das oito etapas do WCT completadas nos Estados Unidos.

Jordy Smith conquistando a quarta vitória da carreira no WCT (Foto: Sean Rowland / ASP)

Jordy Smith conquistando a quarta vitória da carreira no WCT (Foto: Sean Rowland / ASP)

“Foi inacreditável essa final. Conseguir derrotar o melhor surfista do mundo no momento é um sentimento incrível”,disse Jordy Smith. “Eu comecei bem a bateria (com nota 9,33), mas depois não consegui fazer outra onda boa e o John John (Florence) é um grande adversário e estava surfando de forma incrível essas ondas aqui em Trestles. Quando foi chegando nos minutos finais, eu comecei a pensar em todos que têm me apoiado ao longo da minha carreira e isso me ajudou a pegar essa última onda. Eu estou na Lua agora. Era um sonho meu ganhar esta etapa de Trestles, especialmente depois que mudei aqui para San Clemente”.

O havaiano John John Florence era o favorito ao título do Hurley Pro pelas grandes apresentações nos dois últimos dias e liderava a bateria final com notas 8,60 e 7,27. Jordy Smith só tinha o 9,33 da sua primeira onda e estava somando um 3,03. O novo morador de San Clemente, parece ter sido abençoado com uma boa onda que surgiu para ele no último minuto. O sul-africano arriscou tudo e virou o placar para 16,50 a 15,87 pontos com a nota 7,17 que recebeu dos juízes. No caminho até a final, ele já havia eliminado o atual campeão mundial Mick Fanning e o também australiano Adrian Buchan, que barrou o líder do ranking, Gabriel Medina, nas quartas de final.

Jordy Smith faturou 100 mil dólares de prêmio pela vitória no Hurley Pro Trestles e subiu da 14.a para 11.a posição com os 10.000 pontos recebidos. O sul-africano é um dos quatorze surfistas com chances matemáticas de ainda brigar pelo título mundial nas três etapas que restam para definir o campeão da temporada 2014. O havaiano John John Florence também faz parte desta lista e ganhou quatro posições com o vice-campeonato na Califórnia, passando para a oitava colocação, logo abaixo do brasileiro Adriano de Souza, a quem derrotou nas quartas de final que abriram a quinta-feira decisiva do WCT dos Estados Unidos.

TÍTULO MUNDIAL BRASILEIRO – Na busca pelo primeiro título mundial de um brasileiro na história do circuito disputado desde 1976, Gabriel Medina, único que tem três vitórias computadas no ranking, ainda tem uma boa vantagem de 6.500 pontos sobre o segundo colocado, Kelly Slater. O maior ídolo do esporte queria a vitória em San Clemente para se aproximar ainda mais, porém foi barrado por John John Florence, que vingou a derrota sofrida também na semifinal da etapa passada nos tubos de Teahupoo, no Taiti. Assim como no Hurley Pro Trestles, só Gabriel Medina e Kelly Slater vão brigar pela ponta do ranking no Quiksilver Pro France, de 25 de setembro a 6 de outubro em Hossegor.

No ano passado, o fenômeno de Maresias, praia onde mora em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, foi vice-campeão desta etapa na final com o australiano Mick Fanning. Mas, foi também em Hossegor que Medina conquistou a sua primeira vitória no WCT, logo na segunda prova que disputou na divisão de elite em 2011. Matematicamente, o título não poderá ser definido na França, mas Medina vai eliminando concorrentes a cada bateria que passar no Quiksilver Pro. E se vencer de novo esta etapa, podem sobrar somente cinco adversários colocados entre os seis primeiros do ranking, Slater, Joel Parkinson, Mick Fanning, Michel Bourez e Taj Burrow, acabando com as chances de Adriano de Souza e dos que estão abaixo dele.

PRIMEIRO WCT FEMININO EM TRESTLES – A disputa pelo título mundial feminino também promete ser emocionante e Stephanie Gilmore entrou de vez na briga com a vitória no Swatch Women´s Pro Trestles em sua terceira final consecutiva. Nas Ilhas Fiji perdeu para a própria Sally Fitzgibbons que ela derrotou agora e no US Open of Surfing foi batida por outra australiana da nova geração, Tyler Wright. Gilmore começou bem a temporada 2014, vencendo a primeira etapa na Gold Coast. Depois a havaiana Carissa Moore ganhou duas seguidas, Sally Fitzgibbons repetiu o feito e a pentacampeã mundial chegou em Trestles em quarto lugar no ranking. Agora assumiu a vice-liderança e na França as quatro primeiras colocadas vão brigar pela dianteira na corrida do título mundial.

Stephanie Gilmore entra para a história como primeira campeã em Trestles (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Stephanie Gilmore entra para a história como primeira campeã em Trestles (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Na quinta-feira, Stephanie Gilmore deu um show, principalmente na final quando surfou uma onda de forma incrível, atacando cada espaço com uma boa variedade de manobras modernas para arrancar a única nota 10 do Swatch Women´s Pro. Esta é a primeira etapa do WCT feminino realizada em Trestles e Gilmore colocou o seu nome como primeira campeã da história com uma apresentação impecável, totalizando 19,50 pontos de 20 possíveis, contra 14,03 das duas primeiras ondas surfadas por Sally Fitzgibbons na bateria.

“Eu estava sentindo que eu e a Sally (Fitzgibbons) iríamos fazer a final aqui e eu só queria poder levá-la de volta para Fiji, porque eu tive um péssimo desempenho na final lá”, disse Stephanie Gilmore.“Esta vitória veio num momento decisivo para mim este ano, eu acho. Era um evento especial, o primeiro WCT feminino aqui em Trestles e competir aqui é fantástico. Estou muito feliz que venci e a corrida do título mundial ficou ainda mais embolada, mais emocionante, então já estou ansiosa para as etapas da Europa”

ÚLTIMAS ETAPAS DA ASP – Agora restam três etapas para fechar o Samsung Galaxy ASP World Championship Tour e para definir os títulos mundiais da temporada 2014. Para os homens, a próxima é o Quiksilver Pro France, de 25 de setembro a 6 de outubro em Hossegor, na França. Depois tem o Moche Rip Curl Pro Portugal nos dias 12 a 23 de outubro em Supertubos, Peniche. E o Billabong Pipe Masters encerra a história da Association of Surfing Professionals nos dias 8 a 20 de dezembro em Banzai Pipeline, na ilha de Oahu, no Havaí. A partir de 2015, a ASP muda seu nome para World Surf League (WSL).

O Samsung Galaxy ASP Women´s World Tour 2014 também terá mais três etapas para decidir o título mundial nos mesmos países do masculino, mas em datas e até algumas praias diferentes. O Hossegor Women´s Pro na França será de 23 a 29 de setembro e no dia 1.o de outubro, enquanto os homens ainda competem em Hossegor, começa o prazo do Cascais Women´s Pro em Portugal, que vai até o dia 7 na Praia do Guincho, em Cascais, Estoril. E as meninas voltam a fechar a temporada no Havaí esse ano, com o retorno do Maui Women´s Pro em Honolua Bay, de 24 de novembro a 6 de dezembro na ilha de Maui.
 

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO HURLEY PRO TRESTLES:

Campeão: Jordy Smith (AFR) por 16,50 pontos (notas 9.33+7.17) – US$ 100.000 e 10.000 pontos

Vice-campeão: John John Florence (HAV) com 15,87 (8,60+7,27) – US$ 40.000 e 8.000 pontos

 

FINAL DO SWATCH WOMEN´S PRO TRESTLES:

Campeã: Stephanie Gilmore (AUS) por 19.50 pontos (10,00+9,50) – US$ 15.000 e 10.000 pontos

Vice-campeã: Sally Fitzgibbons (AUS) com 14,03 (notas 7,03+7,00) – US$ 11.000 e 8.000 pontos
 

TOP-22 DO RANKING DO SAMSUNG GALAXY ASP WORLD TOUR 2014 – 8 etapas:

Jordy Smith e Stephanie Gilmore com os troféus da vitória em Trestles (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Jordy Smith e Stephanie Gilmore com os troféus da vitória em Trestles (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

1.o: Gabriel Medina (BRA) – 51.350 pontos

2.o: Kelly Slater (EUA) – 44.850

3.o: Joel Parkinson (AUS) – 41.350

4.o: Mick Fanning (AUS) – 39.600

5.o: Michel Bourez (TAH) – 38.500

6.o: Taj Burrow (AUS) – 37.700

7.o: Adriano de Souza (BRA) – 35.800

8.o: John John Florence (HAV) – 31.950

9.o: Kolohe Andino (EUA) – 29.450

10: Nat Young (EUA) – 29.400

11: Jordy Smith (AFR) – 28.900

11: Owen Wright (AUS) – 28.900

13: Josh Kerr (AUS) – 24.500

14: Bede Durbidge (AUS) – 23.200

15: Adrian Buchan (AUS) – 20.950

16: Miguel Pupo (BRA) – 18.200

17: Julian Wilson (AUS) – 17.500

18: C. J. Hobgood (EUA) – 17.200

19: Fredrick Patacchia (HAV) – 17.000

20: Sebastian Zietz (HAV) – 14.950

21: Filipe Toledo (BRA) – 14.750

22: Kai Otton (AUS) – 13.750

——-outros brasileiros:

27: Alejo Muniz (BRA) – 11.200 pontos

29: Jadson André (BRA) – 10.250

35: Raoni Monteiro (BRA) – 4.000

TOP-10 DO RANKING FEMININO DO SAMSUNG GALAXY ASP WORLD TOUR – 7 etapas:

1.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 52.700 pontos

2.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 50.750

3.a: Carissa Moore (HAV) – 48.200

4.a: Tyler Wright (AUS) – 46.200

5.a: Malia Manuel (HAV) – 33.650

6.a: Lakey Peterson (EUA) – 32.100

7.a: Bianca Buitendag (AFR) – 30.400

8.a: Laura Enever (AUS) – 28.250

9.a: Dimity Stoyle (AUS) – 26.650

10: Coco Ho (HAV) e Johanne Defay (FRA) – 25.450

 

17 de setembro 2014.
MEDINA, MINEIRINHO E MIGUEL PUPO 
AVANÇAM AO ROUND 4. GABRIEL JÁ
SE GARANTE NA LIDERANÇA DO WCT. 



O funil esta apertando no WCT em Trestles na Califórnia, numa bateria
muito dura Mineirinho marcou o mesmo placar que o Filipe Toledo e
avançou ao round 4. Agora apenas os 03 representam a bandeira verde amarela.

Além de avançar ao round 04, Gabriel Medina conseguia se manter na liderança do mundial de Surf. Mesmo se
Kelly Slater vencer a etapa não vai conseguir ultrapassar o brasileiro, pois a pontuação que ele recebeu já é
suficiente para se manter no topo.Faltando depois dessa apenas 03 etapas a adrenalina vai tomando conta do Brasil.

Foto: ASP / Rowland/ ASP Handout

14 DE SETEMBRO 2014.
ESCOLA DO PAIVA GERANDO NA ALTA.



Helio Loyo fazendo a cabeça no Nordestão.

Nesse sábado foi possível conferir como a galera que frequenta a praia do Paiva tem evoluído no Surf.
Depois de 04 anos da construção da ponte que liga Barra de Jangada (Jaboatão) as praias do Cabo
de Santo Agostinho é visível a evolução daqueles que usam a praia para praticarem o esporte.Muitas
vezes com pranchas velhas e sem flutuação eles focam na evolução e mantém a vontade de
deslizar sobre a natureza. VIVA O SURF PERNAMBUCANO.



CLIQUE AQUI E VEJA FOTOS DESSE SÁBADO


11 de setembro 2014
MINEIRINHO AVANÇA SÓ AO ROUND 03

Com uma grande apresentação nas ondas de 3-5 pés da quinta-feira em Lower Trestles, Adriano de Souza conquistou a única vitória brasileira na rodada de abertura do Hurley Pro Trestles em San Clemente, na Califórnia, Estados Unidos. Foi logo após os convidados da etapa norte-americana do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour, mandarem os líderes do ranking para a repescagem nas últimas ondas que surfaram nas baterias. Depois de Tanner Gudauskas derrotar Kelly Slater, o costa-ricense Carlos Muñoz também ganhou de virada do líder Gabriel Medina na disputa seguinte. Além dele, os outros cinco brasileiros da elite mundial vão ter que disputar a repescagem para chegar na terceira fase da competição, que tem prazo até o dia 20 para ser encerrada nos Estados Unidos.

Adriano de Souza estreando com vitória em Trestles (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Adriano de Souza estreando com vitória em Trestles (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Depois das derrotas dos únicos que brigam pela ponta do ranking no Hurley Pro Trestles, Adriano de Souza salvou a pátria fazendo os recordes do dia com as notas 8,67 e 8,10 que recebeu em duas ondas seguidas, para ganhar por 16,77 pontos do espanhol Aritz Aranburu e o havaiano Sebastian Zietz. Mineirinho ocupa a sétima colocação no ranking e precisa ser semifinalista de novo em San Clemente como em 2012, para voltar ao seleto grupo dos top-5 do mundo nesta oitava etapa do Samsung Galaxy ASP World Tour.

O primeiro passo já foi dado com a classificação direta para a terceira fase, enquanto os outros seis brasileiros vão ter que disputar uma rodada extra na Califórnia. Os recordes de Adriano de Souza só foram batidos por Owen Wright na bateria do catarinense Alejo Muniz. O australiano fez 17,43 pontos nas duas das três ondas que surfou e uma delas foi a melhor do campeonato, recebendo nota 9,43.. Como os outros brasileiros que já haviam caído para a repescagem, Alejo Muniz ficou em segundo com 13,44 e o australiano Julian Wilson em último com apenas 9,27 pontos.

Gabriel Medina chegou a liderar sua bateria até os últimos segundos, com uma boa vantagem de 7,53 pontos sobre Carlos Muñoz. Mas, o surfista da Costa Rica estava com a primeira prioridade de escolha nos minutos finais e pegou a última onda da bateria, uma boa direita que abriu a parede para ele fazer várias manobras e deixar um suspense em toda a praia. A divulgação da nota demorou um pouco, mas saiu 7,77 e a primeira vitória da Costa Rica em baterias do WCT foi muito festejada pelos que torciam por Carlos Muñoz na praia. Ele virou o placar para 13,90 a 13,70 pontos de Gabriel Medina e o australiano Adam Melling ficou em último.

Eu nem consigo acreditar que tudo isso aconteceu”, disse Carlos Muñoz. “Eu tive essa chance de representar o meu país e me preparei mentalmente para fazer o mellhor. Ouvi todo mundo gritando na praia depois da minha última onda, mas eu sabia que precisava de uma boa pontuação. Dei meu coração naquela onda e estou feliz que os juízes gostaram. Eu nem consigo acreditar que venci. Quando ouvi a nota, comecei a chorar”.

Na bateria anterior, Kelly Slater já havia perdido de virada nos últimos minutos para o outro convidado do Hurley Pro Trestles. Tanner Gudauskas também achou uma direita longa para mandar uma série de manobras potentes de backside com velocidade que valeram nota 8,5. Com ela, atingiu 14,93 pontos para superar os 14,80 de Kelly Slater, com o australiano Matt Wilkinson completando a bateria. Era apenas a segunda derrota de um cabeça de chave na quinta-feira. A primeira foi a do defensor do título do Hurley Pro, Taj Burrow, no confronto que abriu a quinta-feira em Lower Trestles.

Além de  Medina, o paulista Filipe Toledo e o potiguar Jadson André também ficaram bem perto da classificação direta para a terceira fase. Eles usaram os aéreos para arrancar as maiores notas das suas baterias, porém acabaram superados nas duas computadas. Atualmente morando na Califórnia, Filipe completou um voo incrível e a média das notas dos juízes foi 8,67, mas somou um 5,50 e o taitiano Michel Bourez venceu por 14,20 a 14,17 pontos, com 7,60 e 6,60. Jadson mandou um reverse perfeito em sua melhor onda que rendeu nota 8,40 e  o havaiano Fredrick Patacchia pegou duas boas para vencer com notas 8,00 e 7,43 no placar de 15,43 a 14,50 pontos.

BRASILEIROS NA REPESCAGEM – Os líderes do ranking agora vão abrir a repescagem do Hurley Pro. Ela já começa com um duelo brasileiro entre Gabriel Medina e Raoni Monteiro, que ainda não ganhou nenhuma bateria no WCT 2014. Se conseguir passar pelo carioca, Medina volta a enfrentar Carlos Muñoz na terceira fase e caso consiga vingar a derrota para o costa-ricense, já confirma a primeira posição no ranking até a próxima etapa, o Quiksilver Pro France. Aí nem que repita as vitórias de 2005, 2007, 2008, 2010, 2011 e 2012 em Trestles, Kelly Slater conseguirá tirar a lycra amarela do brasileiro de número 1 do ranking nos Estados Unidos.

Depois de Medina, o próximo brasileiro a competir na repescagem será o potiguar Jadson André na sexta bateria, contra o australiano Bede Durbidge. Na oitava, o catarinense Alejo Muniz também enfrenta um veterano da elite, C. J. Hobgood, dos Estados Unidos. Miguel Pupo está na décima com o novato Mitch Crews e Filipe Toledo na 11.a com outro australiano, Adam Melling. Esta é a primeira rodada eliminatória do Hurley Pro Trestles e quem perder fica em 25.o lugar, marca apenas 500 pontos no ranking e recebe 8.000 dólares pela participação.

O Hurley Pro Trestles está sendo transmitido ao vivo junto com o Swatch Women´s Pro Trestles pelo www.aspworldtour.com e o fuso da Califórnia é de 4 horas a menos de Brasília. A primeira chamada da sexta-feira para a repescagem masculina e para as quartas de final femininas foi marcada para as 7h30 em Lower Trestles, 11h30 no Brasil.  A comissão técnica agora vai analisar bem as condições do mar, pois o próximo dia vai começar com o líder do ranking Gabriel Medina na primeira bateria, o vice Kelly Slater na segunda e na terceira o defensor do título desta etapa, Taj Burrow.

08 de setembro 2014
CÉZAR AGUIAR É BI CAMPEÃO 
PERNAMBUCANO DE SURF


Com foco e determinação em conquistar seu segundo titulo estadual na categoria Profissional,
o local de Maracaípe 
Cezar Aguiar Molusco , aproveitou a cidade de Olinda para desfilar todo o
seu repertório na praia de Zé Pequeno que surpreendeu aqueles que dizem que ali não tem onda.
Com um swell de setembro bombando sem parar Molusco aproveitou para marcar as melhores
notas do evento um 10 e um 09 no round 1. E essa foi a sua atuação durante todo o circuito,
arriscando tudo com manobras inovadoras,fazendo resultados e correndo todas as etapas.
Seus principais adversários deixaram de correr duas das cinco etapas e sem vencer nenhuma
das etapas Molusco foi um Campeão de determinação, foco e dedicação ao estadual e com um
decimo terceiro, dois segundos, um quarto e o terceiro lugar de Olinda, ele recebe um título
com um grande valor agregado, Surf e Determinação. Na saída do mar Molusco falava com
alegria das pranchas 100% epóxi do seu ShaperRicardo Marroquim Jr que fez ele levantar seu
campeonato. Parabéns Molusco.

GABRIEL FARIAS CONQUISTA
OLINDA PELA SEGUNDA VEZ.


Numa bateria excelente com os atletas se revezando pela liderança durante os 20 minutos, tivemos a confirmação do bi campeão pernambucano Cezar Molusco e também o Gabriel Farias conquistando o bi campeonato da etapa de Zé Pequeno em Olinda.Hoje foi sem duvida histórico com um swell animal que entrou em Olinda proporcionando excelentes condições para as disputas finais do estadual e com a maioria dos espectadores sem acreditar nas ondas que bombavam na arena do Zé Pequeno. Parabéns a Federação Pernambucana de Surf e a Associação Nordestina de Surf por mais um ano de grandes eventos.

Profissional

1. Gabriel Farias

2. Rhamon Austin

3. César Aguiar

4. Paulo Henrique

Open
1. Paulo Henrique

2. Tiago Silva

3. Ivan Silva

4. Rhamon Austin

Junior
1. Ivan Silva

2. Keison Barbosa

3. Douglas José

4. Dayvson Santos

Mirim
1. Douglas José

2. Tiago Pereira

3. Dayvison Santos

4. Cauã Nunes

Iniciante

1. Cauã Nunes

2. Lucas Nascimento

3. Mariano Marques

4. Daniel Ramon

Longboard

1. Romualdo Nascimento

2. Reginaldo Nascimento

3. Luis Duarte

4. Gel Lima

5. Ray Farias

Máster

1. Fernando Santos

2. Fernando Pereira

3. Pedro Lima

4. Paulo Germano

Sênior

1. Emanuel de Sousa

2. Oswaldo Cajá

3. Paulo Germano

4. Fernando Santos

Feminino

1. Natália Freitas

2. Ramayana Silveira

CLIQUE AQUI E VEJA FOTOS DO SÁBADO EM OLINDA.


06 de setembro 2014.
JESSÉ MENDES CONQUISTA PORTUGAL.

O paulista Jessé Mendes conquistou neste sábado a quarta vitória brasileira em seis edições da etapa do ASP Prime nas Ilhas Açores em Portugal. Em uma final emocionante, ele derrotou o francês Joan Duru por 15,83 a 12,44 pontos e saltou da quadragésima para a sexta posição no ranking do ASP Qualification Series com os 6.500 pontos da vitória no SATA Azores Pro. Agora são cinco brasileiros no grupo dos dez surfistas que se classificam para a elite dos top-34 do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour. Os outros são o também paulista Wiggolly Dantas, o potiguar Jadson André e os catarinenses Tomas Hermes e Willian Cardoso.

Jessé Mendes na Praia de Santa Bárbara da Ilha de São Miguel nos Açores (Foto: Poullenot / ASP)

Jessé Mendes na Praia de Santa Bárbara da Ilha de São Miguel nos Açores (Foto: Poullenot / ASP)

“Eu usei uma tática aqui em todas as baterias que deu certo, pois nos últimos dois anos eu fiquei vendo e analisando tudo sobre o que os tops do WCT estavam fazendo para colocar no meu surfe”,contou Jessé Mendes. “Agora estou bem mais maduro e sabendo o que fazer nas ondas, então eu só surfei o melhor que pude e é isso que eu amo fazer. Estou muito emocionado, esta foi a vitória mais importante da minha vida e quero manter este ritmo nos próximos eventos. Nós brasileiros somos como irmãos, viajamos o mundo todo juntos e é incrível ter o apoio de todos eles agora. A final foi bem difícil e estou muito feliz pela vitória”.

Este foi o segundo título consecutivo de Jessé Mendes em etapas do ASP Qualification Series. O outro foi no ASP 3-Star Maui and Sons Arica World Star Tour, quando se tornou o primeiro brasileiro a vencer nas grandes e desafiadoras ondas de El Gringo, em Arica, no Chile. Foi mais um grande resultado do Brasil nas provas mais importantes do Circuito Mundial da ASP esse ano. No WCT, Gabriel Medina lidera a corrida do título mundial com três vitórias em sete etapas e nas do ASP Prime são mais três títulos conquistados nos quatro eventos de pontuação máxima do ASP Qualification Series realizados esse ano.

O primeiro foi o Quiksilver Saquarema Prime vencido por Wiggolly Dantas e o outro foi o US Open of Surfing, que terminou com outro paulista no alto do pódio, Filipe Toledo, em uma final verde-amarela com Willian Cardoso no maior palco do esporte nos Estados Unidos, Huntington Beach, na Califórnia. Agora restam mais quatro etapas de 6.500 pontos. A próxima é em Portugal também, o Cascais Billabong Pro nos dias 7 a 11 de outubro, com Jadson André defendendo o título conquistado no ano passado na Praia de Carcavelos.

Depois tem a estreia do São Paulo Prime fechando a série de três etapas seguidas da “perna brasileira de fim de ano” da ASP South America nos dias 3 a 9 de novembro na Praia de Maresias, em São Sebastião, cidade do litoral norte paulista onde mora o atual número 1 do mundo, Gabriel Medina. E os outros dois abrem a Tríplice Coroa Havaiana em Haleiwa e Sunset Beach, entre os dias 12 de novembro e 6 de dezembro na ilha de Oahu, no Havaí. Estes dois eventos são os últimos válidos pelo ranking do ASP Qualification Series e definem a lista dos dez surfistas que vão completar a elite dos top-34 para o WCT do ano que vem.

DOMINIO BRASILEIRO – Em Portugal, é impressionante o domínio brasileiro nos Açores. Esta foi a sexta edição do campeonato e a quarta vitória verde-amarela nas ondas da Praia de Santa Bárbara, na Ilha de São Miguel. A estreia do evento em 2009 já foi encerrada com uma final brasileira vencida pelo catarinense Willian Cardoso contra o potiguar Jadson André. Em 2010, ele foi cancelado por falta de ondas e no ano seguinte a decisão foi norte-americana, com C. J. Hobgood derrotando Nathan Yeomans. Depois só deu Brasil no alto do pódio, com o cearense Messias Felix vencendo outra final verde-amarela contra Wiggolly Dantas em 2012 e no ano passado foi a vez do catarinense Tomas Hermes festejar o título nas Ilhas Açores.

Cena comum nos Açores, brasileiro comemorando título, agora com Jessé Mendes (Foto: Poullenot / ASP)

Cena comum nos Açores, brasileiro comemorando título, agora com Jessé Mendes (Foto: Poullenot / ASP)

No sábado só foram realizadas as semifinais e a grande final em boas ondas de 2-3 pés na Praia de Santa Bárbara. O último dia começou com um duelo que já garantia entrada no G-10 do ASP Qualification Series ao vencedor e a vaga ficou para Jessé Mendes, ao derrotar o neozelandês Ricardo Christie por 14,10 a 11,50 pontos. Na outra semifinal, Joan Duru teve mais trabalho para superar o australiano Yadin Nicol por um placar apertado de 9,00 a 8,00 pontos. O francês chegou em Portugal em 68.o lugar no ranking e com a passagem para a final já aparecia em 19.o. Poderia ter subido um pouco mais, mas não conseguiria ingressar no G-10 nem com a vitória no SATA Azores Pro.

DECISÃO DO TÍTULO – A decisão do título começou quente, com Jessé Mendes largando na frente com uma nota 7,50, contra 6,17 de Joan Duru. Na onda seguinte, o brasileiro surfou bem de novo e igualou a nota 6,17 do francês para abrir vantagem, consolidada ainda mais quando ele surfou outra boa onda que valeu 7,03. Duru permaneceu tranquilo e tentou virar o resultado em um aéreo, porém não conseguiu com a nota 6,27 que recebeu dos juízes. E para sacramentar a vitória, Jessé escolheu mais uma bela onda para fechar a sua participação com uma série de três potentes manobras executadas com velocidade para somar 8,33 no placar encerrado em 15,83 a 12,44 pontos.

“Se alguém me dissesse antes deste evento que eu ia chegar na final nem eu acreditaria, mas agora me sinto até um pouco frustrado por não conseguir pegar boas ondas para vencer”, disse Joan Duru. “Eu costumava dizer a mim mesmo que eu poderia, talvez, fazer uma ou duas baterias, mas este campeonato foi um divisor de águas na minha carreira. Agora me sinto bem mais confiante e espero conseguir outros bons resultados até o final do ano para brigar por uma vaga no WCT”.

Com os 5.200 pontos do vice-campeonato no SATA Airlines Pro, Joan Duru ganhou 49 posições no ranking, subindo do 68.o para o 19.o lugar no ASP Qualification Series que está classificando para o WCT até o 12.o colocado, o norte-americano Michael Dunphy, que também entrou no G-10 com o quinto lugar no ASP Prime dos Açores. Porém, o maior salto quem deu foi o australiano Yadin Nicol, que mesmo barrado por Joan Duru nas semifinais subiu 59 posições, da 82.a para a 23.a. Ele ficou logo abaixo do potiguar Italo Ferreira, outra vítima de Joan Duru nas quartas de final, que estava em sexagésimo lugar e agora é o 22.o.

MAIORIA BRASILEIRA NO G-10 – Italo passou a ser o brasileiro que está mais próximo da zona de classificação para o WCT. O ranking do ASP Qualification Series está dominado pelo Brasil. São sete entre os dez primeiros colocados e cinco no grupo dos dez indicados para completar a elite dos top-34 para o ano que vem. O líder é o australiano Matt Banting, seguido por dois brasileiros que já estão garantindo suas permanências entre os top-22 do Samsung Galaxy ASP World Tour que dispensam as vagas do ranking de acesso, Filipe Toledo e Adriano de Souza. Por isso, o QS está classificando até o 12.o colocado.

Os brasileiros que aparecem no G-10 são os paulistas Wiggolly Dantas em quinto lugar e Jessé Mendes em sexto, o catarinense Tomas Hermes em sétimo, o potiguar Jadson André em oitavo e o catarinense Willian Cardoso em 11.o. Além de Jessé, quem também entrou na lista no SATA Azores Pro foi o norte-americano Michael Dunphy, que passou a fechar o G-10 em 12.o lugar no ranking. Os dois tiraram o americano Tim Reyes e o neozelandês Billy Stairmand da zona de classificação para o WCT de 2015.


05 de setembro 2014
PERNAMBUCANO COMEÇA EM ZÉ PEQUENO.


Maurão da ASO e Geraldinho na ANS.

A sexta feira em Zé Pequeno- Olinda- foi dedicada as categorias, Iniciantes, Mirim e Junior na abertura da etapa final do Pernambucano 2014. Com o palanque de dois andares a área do evento ficou muito bem organizada e deu um novo visual ao palco. Como sempre muito astral a etapa de Olinda e com aquele clima de confraternização com a finalização do circuito. Salientando que a 
Federação Pernambucana de Surfé a unica no Brasil a concretizar seu calendário com 05 etapas sendo a primeira em Fernando de Noronha. Parabenizar o nosso Presidente Geraldinho da Associação Nordestina de Surf que junto com sua equipe realizaram mas um ano espetacular para o Surf de Pernambuco. Nesse sábado teremos as categorias, Master, Open, Sênior e Longboard, a categoria profissional compete apenas no domingo quando o mar apresenta melhores condições de acordo com as previsões do site swellxl.com.br. Nossa cobertura tem apoio da Maria Parafina - Juntos pelo Surf

CLIQUE E VEJA FOTOS

04 DE SETEMBRO 2014
CIRCUITO PERNAMBUCANO 2014
FINALIZA EM OLINDA.




Nessa sexta dia 05 começa a decisão do circuito estadual de Surf na praia de Zé Pequeno em Olinda.
Federação Pernambucana de Surf e aAssociação Nordestina de Surf convida todos os atletas e publico
em geral para prestigiar e confraternizar com os campeões que serão conhecidos. Olinda que há 03 anos
voltou a ser um dos palcos do circuito tem uma importância fundamental por ser a unica etapa dentro
de um cenário urbano.OLINDA MANDOU ME CHAMAR , VIVA O SURF PERNAMBUCANO



01 de setembro 2014

SILVANA LIMA VOLTA AO WCT

O Brasil e a América do Sul voltam a ter uma representante no seleto grupo das top-17 do Samsung Galaxy ASP Women´s Championship Tour em 2015. A brasileira Silvana Lima, 29 anos, faturou o título do ASP 6-Star Pantin Classic Galicia Pro neste sábado na Espanha e já garantiu o seu retorno à elite mundial feminina, antes mesmo das três etapas da nova “perna sul-americana” da ASP South America que será disputada nos meses de outubro e novembro no Brasil e no Chile. A segunda vitória da cearense na temporada foi conquistada na onda que ela surfou nos últimos segundos da final contra a jovem australiana Bronte Macaulay, 20, nas ondas da Playa de Pantin, em Valdovino, na Galicia, Espanha.

Silvana Lima recoloca o Brasil no grupo das melhores do mundo depois de um ano sem nenhuma sul-americana na elite (Foto: Lodin Aquashot / ASP Europe)

Silvana Lima recoloca o Brasil no grupo das melhores do mundo depois de um ano sem nenhuma sul-americana na elite (Foto: Lodin Aquashot / ASP Europe)

“Eu estou muito feliz por ganhar esse evento aqui de uma forma tão incrível”, disse Silvana Lima. “A Bronte (Macaulay) surfou muito bem o evento todo e sei o quanto ela queria vencer essa final. Mas, Deus me deu essa onda nos últimos segundos e sou muito grata por isso. Honestamente, eu não achava que poderia obter a pontuação, mas quando vi aquela onda eu sabia que tinha uma boa oportunidade para isso e estou feliz por ter conseguido a virada”.

PERNA SUL-AMERICANA – Mesmo com a vaga já confirmada em primeiro lugar disparado no ranking do ASP Qualifying Series, Silvana Lima garantiu que vai participar das novas etapas da “perna sul-americana” da ASP South America. A primeira delas é na Praia da Joaquina, em Florianópolis, que pela primeira vez vai sediar uma prova feminina do Circuito Mundial da ASP, o Santa Catarina Pro com nível 5 estrelas nos dias 18 a 23 de outubro. Na semana seguinte, de 27 de outubro a 2 de novembro, tem o ASP 4-Star Mahalo Surf Eco Festival na cidade onde ela morou, Itacaré, no litoral sul da Bahia. E o ASP Women´s Qualifying Series será encerrado nos dias 13 a 16 de novembro no Maui Women´s Pro nas grandes ondas de Punta de Lobos, em Pichilemu, no Chile.  

“É claro que eu vou para o Brasil. Eu adoro competir e sempre me sinto confiante em casa”, disse Silvana Lima. “Como já garanti minha vaga, será melhor ainda, pois estarei bem mais relaxada, sem pressão por resultados. Vai ser como um período de férias para mim agora e eu estou feliz em saber que no ano que vem estarei de novo lá no WCT representando o Brasil entre as melhores do mundo e principalmente voltando a disputar o título mundial”.

SEXTA FEIRA 29 DE AGOSTO 2014

O PERNAMBUCANO ALAN DONATO FICA EM
SEGUNDO NO HURLEY PRO.



Foto/ ASP
Na última sexta feira de agosto pelo menos uma noticia boa, o pernambucano 
Alan Donato fez
sua primeira final num evento WQS nos Estados Unidos e muito emocionado falou da sua
alegria ao chegar nessa fase do Hurley Pro realizado na Carolina do Norte nos Estados Unidos.
Co
m certeza é um resultado que vem coroar um árduo caminho que Alan vem trilhando desde
que começou a disputar eventos internacionais em 2007. Muita garra e dedicação
sempre dão resultados. Valeu Brother.

QUINTA FEIRA 28 DE AGOSTO 2014

QUEM PEGA PRESSÃO É PNEU,
MUITA CALMA NESSA HORA.



Quando se trata de rede anti-social o Facebook da show. Já xingaram Kelly Slater, colocaram o caneco 14 na mão
de 
Gabriel Medina, candidatos colaram o numero nas fotos da ASP World Tour Surfing, o Jornal Nacional colocou
o Bonner chamando a vitória "depois dessa manobra" e por fim jogaram no GM a pressão da derrota dos 7 x 1
dizendo, vai se f.... Neymar Jr. e Felipão que aqui é o país do Surf e não do Futebol. Conheci melhor o Medina
quando o WCT 2012 foi interrompido pelo Taj Burrow devido as condições mexidas do postinho, foram 06 dias
que pudemos conferir o GM brincando em frente ao hotel de hand surf numa micro onda ou mandando aéreos
impossíveis quando o mar começou a melhorar, podendo conversar com ele e descobrir como ele poderá um
dia ser o número 1. Surfando, surfando muito como ele esta nesse momento já fazendo história ao chegar
na próxima etapa (08) como líder do mais importante circuito de Surf Profissional do Mundo. Porém ainda
faltam 40 mil pontos e KS chegou a vice liderança ficando apenas 8 mil pontos atrás, que no Sansung
Galaxy significam a pontuação de um vice colocado. Muita calma nessa hora, quem pega pressão
é pneu Gabriel Medina pega onda.


SEGUNDA FEIRA 25 DE AGOSTO 2014.
GABRIEL MEDINA VENCE SLATER NO TAHITI
POR APENAS 0,03 PONTOS, VALEU MONSTRO.


O Brasil se aproxima cada vez mais do tão sonhado primeiro título mundial com Gabriel Medina, que nesta segunda-feira ganhou de Kelly Slater a decisão dos fenômenos de duas gerações do esporte nas ondas mais espetaculares do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour. O Billabong Pro Tahiti entra para a história como um dos campeonatos com os tubos mais fantásticos de todos os anos, com Teahupoo bombando ondas perfeitas de 10-12 pés na segunda-feira para o verdadeiro espetáculo na bancada de corais mais perigosa do mundo. Slater quase consegue tirar a terceira vitória de Medina na temporada em sua última onda, mas faltaram três centésimos para virar o placar que terminou em 18,96 a 18,93 pontos. Com mais 10.000 pontos no ranking, o brasileiro abre uma grande vantagem de 7.800 pontos para o segundo colocado que passou a ser Kelly Slater com o vice-campeonato no Taiti.

Gabriel Medina reinando nos tubos de Teahupoo (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Gabriel Medina reinando nos tubos de Teahupoo (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

“Eu realmente não sei o que dizer, só que foi um dia muito especial, inesquecível para mim”, disse Gabriel Medina. “Eu me sinto abençoado por estar aqui surfando com todos esses caras incríveis nestas condições perfeitas em Teahupoo. Este campeonato é muito especial e estou muito feliz pela vitória. O Kelly (Slater) é uma lenda do surfe e é a melhor sensação do mundo poder ganhar dele. As ondas estavam grandes, com tubos perfeitos e ser campeão aqui é um sentimento indescritível. Eu amo surfar e essas ondas são sensacionais. Eu quero agradecer a ASP por realizar este evento e estou muito feliz por fazer parte da história desse campeonato”.

Mas, depois de tantos tubos perfeitos durante todo o dia, a decisão do título do Billabong Pro Tahiti 2014 começou com poucas ondas e chegou a ser reiniciada porque ninguém surfou nada nos primeiros 15 minutos. Aí Medina já pegou o primeiro tubo para largar na frente com nota 7,90. Slater ficou com a prioridade de escolha da próxima onda, mas perdeu quando remou para uma e não entrou. Logo Medina pega a de trás, encaixa no tubo, sai limpo e ganha 9,07. Slater falha em outra tentativa, cai e toma uma série de ondas na cabeça, mas reaparece remando para o outside, enquanto Gabriel Medina desce uma bomba e faz outro tubaço saindo com o spray para tirar nota 9,43.

Passam-se alguns minutos nos grandes intervalos entre as séries e novamente Slater erra na escolha, deixando a melhor para Medina surfar outro tubo com muita tranquilidade, mas sem mudar o seu placar de 18,50 pontos. Demorou, mas o melhor do mundo em todos em tempos achou o seu primeiro canudo para entrar na briga com nota 9,63, a maior da bateria. Mas, o brasileiro logo dá o troco em outra grande onda, despencando num buraco incrível para entrar no trilho de mais um tubo fantástico em Teahupoo. O seu primeiro 10 no Taiti não saiu, mas valeu 9.53 para abrir 9.33 pontos de vantagem sobre Slater nos 15 minutos finais.

Na primeira tentativa, o onze vezes campeão mundial entra numa onda enorme que poderia dar a virada, mas cai na saída do tubo e a prioridade de escolha da próxima ficou para Gabriel Medina. Faltando 10 minutos, os dois remam na primeira da série e Medina foi no tubo, mas acabou não completando. Aí a melhor desta vez ficou para Kelly, mas não era tão boa e a nota 8.97 não serviu, pois precisava de 9.33. No toque dos últimos 5 minutos, a prioridade era dele, mas o tempo foi passando e nada de ondas, com os dois lado a lado esperando.

Kelly Slater em sua primeira final no ano (Foto: Will Hayden-Smith / ASP)

Kelly Slater em sua primeira final no ano (Foto: Will Hayden-Smith / ASP)

Faltando 2 minutos, Slater pegou um tubaço, sumiu lá dentro, mas não saiu de novo. Ele não desiste e no último minuto ainda acha outro tubo que consegue completar e o título do Billabong Pro Tahiti ficou em suspense pela divulgação da nota desta onda. Antes disso, Kelly acenou para Gabriel Medina e foi ao encontro dele cumprimentar o cada vez mais líder da corrida pelo título mundial da temporada.

Dos cinco juízes, dois acharam que a onda valia a virada e deram 9,40, mas os outros três não e a média ficou em 9,30, com Gabriel Medina conquistando mais uma vitória inédita para a sua carreira nas ondas mais temidas do mundo por três centésimos de diferença, 18,96 a 18,93 pontos. O brasileiro faturou mais um prêmio de 100.000 dólares e 10.000 pontos no ranking, abrindo uma larga vantagem de 7.800 pontos para o novo vice-líder e Slater é o único que vai brigar pela ponta com Medina na próxima etapa, de 9 a 20 de setembro em Trestles, na Califórnia, Estados Unidos.

“O que eu posso dizer? As ondas estiveram incríveis hoje (segunda-feira), com tubos perfeitos, ontem também”, disse Kelly Slater. “Foi um dia incrível. Nunca vi nada assim e este dia de hoje vai ficar guardado como um dos melhores de ondas da minha carreira, sem dúvida. Parabéns ao Gabriel (Medina). Ele estava surfando muito bem durante todo o evento e, especificamente, na final. Ele está fazendo uma grande temporada e agora é me preparar para Trestles (próxima etapa em setembro nos Estados Unidos) e eu estou ansioso para ver como será o restante deste ano. Promete ser emocionante como foi esse evento aqui no Taiti”.

MESMOS ADVERSÁRIOS – Gabriel Medina começou a temporada vencendo a primeira etapa na Gold Coast, Austrália, depois perdeu a ponta para Slater no Billabong Rio Pro no Brasil, mas recuperou com outra vitória espetacular e inédita nas Ilhas Fiji. Ele já havia confirmado o primeiro lugar no ranking logo no seu primeiro show nos tubos de Teahupoo na segunda-feira, quando conquistou a segunda vaga direta para as quartas de final contra o norte-americano Kolohe Andino e o australiano Bede Durbidge. Depois, ele acabou reencontrando os dois em seu caminho para a decisão do título no WCT do Taiti, pois ambos aproveitaram a segunda chance de classificação na repescagem.

Foi nesta fase que saiu a primeira nota 10 do dia, para o australiano Owen Wright na última bateria. A segunda nota máxima veio em seguida, na abertura das quartas de final para Bede Durbidge superar o defensor do título do Billabong Pro Tahiti, Adrian Buchan, por um incrível placar de 19,87 a 19,00 pontos. No duelo seguinte, Gabriel Medina derrotou de novo o norte-americano Kolohe Andino surfando os melhores tubos que entraram na bateria. E fez o mesmo contra Bede Durbidge nas semifinais, garantindo a primeira vaga na decisão por massacrantes 18,67 a 4,17 pontos.

SEMIFINAL ELETRIZANTE – Teahupoo parece ter reservado o seu melhor dia de ondas para fechar o Billabong Pro Tahiti em condições épicas na segunda-feira. Foram muitos tubos espetaculares surfados durante o dia, várias baterias decididas por pequenas diferenças com notas na casa dos 9 pontos, um verdadeiro espetáculo em cada bateria. A mais incrível de todas foi a semifinal entre Kelly Slater e John John Florence, reeditando a decisão do último Billabong Pipe Masters. O resultado foi o mesmo, com Slater vencendo, mas depois de outro longo suspense pela divulgação da nota da última onda, que foi mais um tubaço dos muitos que o havaiano surfou em Teahupoo.

Foto: Will Hayden-Smith / ASP

Foto: Will Hayden-Smith / ASP

O duelo foi eletrizante do início até o fim, com os dois pegando ótimas ondas logo no primeiro minuto. Foram dois tubos parecidos e o do Slater valeu nota 10, contra 9,90 do John John. O havaiano chegou a assumir a ponta, até Kelly completar outra onda boa para tirar 9,77 e carregar a liderança até John John surfar outro tubo incrível no último minuto. Ele precisava de 9,88 para vencer e os dois ficaram longos minutos aguardando o resultado, com a média ficando em 9,87, igualando os 19,77 pontos de Slater. Como o desempate é na maior nota, o dez da primeira onda da bateria acabou definindo a última vaga para a grande final.

TOP-34 PARA O WCT 2015 – O resultado do Billabong Pro Tahiti provocou duas mudanças de nomes entre os 22 primeiros colocados no ranking que são mantidos na elite dos top-34 para o Samsung Galaxy ASP World Tour de 2015. As trocas envolveram quatro australianos. Adrian Buchan e Kai Otton entraram no G-22 do WCT e Adam Melling e Matt Wilkinson saíram. Melling ainda está garantindo a sua permanência entre os dez indicados pelo ASP Qualifying Series, mas Wilkinson ficou de fora da zona de classificação pelos dois rankings.

No momento, oito brasileiros estão na lista provisória dos top-34 para o ano que vem, um a mais do que neste ano. Metade pelo ranking principal, o líder Gabriel Medina, Adriano de Souza em sétimo lugar, Miguel Pupo em vigésimo e em 21.o o também paulista Filipe Toledo, que ficou tratando uma contusão no tornozelo e não foi competir no Taiti. O potiguar Jadson André está fora dos 22, mas é um dos quatro do Brasil no G-10 do ASP QS, junto com os paulistas Wiggolly Dantas e os catarinenses Tomas Hermes e Willian Cardoso.

 

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO BILLABONG PRO TAHITI:

Campeão: Gabriel Medina (BRA) por 18,96 (notas 9.53+9.43) – US$ 100.000 e 10.000 pontos

Vice-campeão: Kelly Slater (EUA) com 18,93 pontos (9.63+9.30)  – US$ 40.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com US$ 20.000 e 6.500 pontos:

1.a: Gabriel Medina (BRA) 18.67 x 4.17 Bede Durbidge (AUS)

2.a: Kelly Slater (EUA) 19.77 (10.0) x (9.90) 19.77 John John Florence (HAV)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 15.000 e 5.200 pontos:

1.a: Bede Durbidge (AUS) 19.87 x 19.00 Adrian Buchan (AUS)

2.a: Gabriel Medina (BRA) 17.27 x 15.27 Kolohe Andino (EUA)

3.a: John John Florence (HAV) 19.67 x 17.76 Dion Atkinson (AUS)

4.a: Kelly Slater (EUA) 19.80 x 16.10 Owen Wright (AUS)

QUINTA FASE – REPESCAGEM – Vitória=Quartas de Final / Derrota=9.o lugar com US$ 12.500 e 4.000 pontos:

1.a: Bede Durbidge (AUS) 15.40 x 14.66 Michel Bourez (TAH)

2.a: Kolohe Andino (EUA) 15.53 x 6.16 Tiago Pires (PRT)

3.a: Dion Atkinson (AUS) 19.33 x 14.77 Kai Otton (AUS)

4.a: Owen Wright (AUS) 19.87 x 12.83 Brett Simpson (EUA)

QUARTA FASE – Vitória=Quartas de Final / 2.o e 3.o=Repescagem:

1.a: 1-Adrian Buchan (AUS)=14.66, 2-Michel Bourez (TAH)=13.73, 3-Tiago Pires (PRT)=6.84

2.a: 1-Gabriel Medina (BRA)=17.37, 2-Kolohe Andino (EUA)=15.57, 3-Bede Durbidge (AUS)=9.00

3.a: 1-John John Florence (HAV)=18.16, 2-Kai Otton (AUS)=12.10, 3-Brett Simpson (EUA)=8.67

4.a: 1-Kelly Slater (EUA)=19.44, 2-Owen Wright (AUS)=16.74, 3-Dion Atkinson (AUS)=12.50

TOP-22 DO RANKING DO SAMSUNG GALAXY ASP WORLD TOUR 2014 – 7 etapas:

1.o: Gabriel Medina (BRA) – 46.150 pontos

2.o: Kelly Slater (EUA) – 38.350

3.o: Joel Parkinson (AUS) – 36.150

4.o: Michel Bourez (TAH) – 34.500

5.o: Mick Fanning (AUS) – 34.400

6.o: Taj Burrow (AUS) – 33.700

7.o: Adriano de Souza (BRA) – 30.600

8.o: Kolohe Andino (EUA) – 27.700

9.o: Nat Young (EUA) – 27.650

10: Owen Wright (AUS) – 24.900

11: Josh Kerr (AUS) – 24.000

12: John John Florence (HAV) – 23.950

13: Bede Durbidge (AUS) – 22.700

14: Jordy Smith (AFR) – 18.900

15: Julian Wilson (AUS) – 15.750

16: C. J. Hobgood (EUA) – 15.450

17: Fredrick Patacchia (HAV) – 15.250

18: Sebastian Zietz (HAV) – 14.450

18: Adrian Buchan (AUS) – 14.450

20: Miguel Pupo (BRA) – 14.200

21: Filipe Toledo (BRA) – 13.000

22: Kai Otton (AUS) – 12.000

DOMINGO 24 DE AGOSTO 2014
MEDINA AVANÇA JADSON FICA NO ROUND 3

O brasileiro Gabriel Medina deu mais um show em Teahupoo nos tubos de 6-10 pés do domingo e segue firme na liderança da corrida pelo título mundial no Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014. Ele aumentou para 18,80 pontos o recorde do Billabong Pro Tahiti contra o australiano Nathan Hedge e na bateria seguinte o vice-líder Joel Parkinson acabou eliminado por um dos últimos colocados do ranking, o norte-americano Brett Simpson. Medina agora tem duas chances para alcançar as quartas de final no Taiti e a primeira será contra o californiano Kolohe Andino e o australiano Bede Durbidge no segundo confronto da segunda-feira, que promete ser mais um dia de ondas fantásticas na bancada de corais mais perigosa do mundo.

Gabriel Medina à vontade nos tubos de Teahupoo (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Gabriel Medina à vontade nos tubos de Teahupoo (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

“Deu altas ondas na minha bateria, dava vontade de ir em todas e eu nunca surfei tanto tubo numa bateria, um melhor do que outro”, disse Gabriel Medina, que somou notas 9,77 e 9,03 para derrotar o algoz de Adriano de Souza no Taiti, Nathan Hedge. “Eu estava preocupado com o Nathan (Hedge), que vinha surfando muito bem desde as triagens. Nós dois começamos bem com notas nove, depois ele ficou esperando e eu saí pegando os tubos que entravam sem parar, mas tudo poderia acontecer porque ele já tinha tirado a única nota 10 do campeonato (que eliminou Adriano de Souza na repescagem)”.

Gabriel Medina já provou sua qualidade em qualquer condição de mar. Em ondas menores ou médias, utiliza os aéreos e a grande variedade de manobras modernas para dizimar seus adversários. Ele já venceu competindo de backside em ondas para a direita, como na etapa que abriu a temporada na Gold Coast, Austrália. E vem mostrando ser um dos melhores do mundo em tubos para a esquerda, conquistando mais uma vitória inédita para o Brasil nas Ilhas Fiji esse ano, também já fez grandes apresentações em Banzai Pipeline no Havaí e agora em Teahupoo no Taiti.

“Esta é a terceira vez que eu venho aqui para o Taiti, mas é a primeira que eu pego Teahupoo tão grande e realmente as ondas são assustadoras lá dentro”,conta Gabriel Medina. “Amanhã (segunda-feira) vai ter altas ondas de novo, minhas pranchas estão boas, estou me sentindo bem, confiante, estou na casa de umas pessoas muito especiais aqui no Taiti, com uma vibração positiva muito boa, então é deixar as coisas irem acontecendo. Eu vou continuar tentando me divertir nas baterias, procurando surfar os melhores tubos para ir seguindo em frente”.

BRIGA PELA PONTA – O brasileiro precisa vencer mais uma bateria apenas para manter a primeira posição no ranking no Billabong Pro Tahiti. Isto porque os dois principais concorrentes foram surpreendidos pelos seus adversários no domingo. O vice-líder Joel Parkinson foi batido pelo norte-americano Brett Simpson logo após sua vitória sobre Nathan Hedge. E o terceiro do ranking, Mick Fanning, perdeu a última bateria do dia para o também australiano Dion Atkinson. Justamente os dois que decidiram o título do Billabong Pro Tahiti em 2012, vencido pelo atual campeão mundial, Mick Fanning.

Mais um australiano, Taj Burrow, ocupava a quarta posição e já despencou para a sexta com a derrota para Tiago Pires na abertura da quarta fase. O português pegou ótimos tubos para fazer os primeiros recordes do domingo com nota 9,67 e 18,67 pontos. Com isso, apenas dois surfistas ainda ameaçam a liderança de Gabriel Medina, mas tanto o taitiano Michel Bourez como a fera Kelly Slater, passam a necessitar da vitória em Teahupoo para superar os 40.150 pontos que o brasileiro já garantiu no ranking com a classificação para a quarta fase.

Michel Bourez vai disputar a primeira vaga direta para as quartas de final no confronto que abre a segunda-feira na Polinésia Francesa, contra o australiano Adrian Buchan que defende o título do Billabong Pro Tahiti e o português Tiago Pires. O taitiano teve dificuldades para passar pelo espanhol Aritz Aranburu por uma pequena diferença de 14,90 a 14,77 pontos. Já Kelly Slater não deu qualquer chance para o outro brasileiro que disputou a terceira fase no domingo, o potiguar Jadson André. O maior ídolo do esporte surfou praticamente todos os tubos que entraram na bateria para totalizar incríveis 19,44 pontos de 20 possíveis.

RECORDISTA ABSOLUTO – Mais impressionante ainda foi o havaiano John John Florence, que igualmente surfando de backside (de costas para a onda) as esquerdas de Teahupoo, já havia atingido 19,93 pontos com a segunda nota 10 do ano no Taiti. O novo recordista absoluto do Billabong Pro Tahiti 2014 ainda jogou fora um 9,67 e um 8,77 no duelo sensacional contra o também havaiano Sebastian Zietz, que totalizou 18,50 pontos somando 9,37 com 9,13. A terceira nota máxima saiu no confronto seguinte para o australiano Kai Otton superar o norte-americano Nat Young por 18,17 a 18,06 pontos em outra bateria fantástica no domingo de tubos perfeitos na bancada mais temida do mundo.

O Billabong Pro Tahiti será encerrado nesta segunda-feira com as previsões indicando grandes ondas para fechar com chave de ouro o maior espetáculo do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour com transmissão ao vivo em inglês e português na internet pelowww.aspworldtour.com. A primeira chamada está marcada para as 7h00 na Polinésia Francesa, 14h00 pelo fuso horário de Brasília e Gabriel Medina defende a liderança do ranking na segunda bateria do dia, contra Kolohe Andino e Bede Durbidge. Mas, esta quarta fase não é eliminatória. A vitória vale passagem direta para as quartas de final, mas os perdedores têm uma segunda chance de classificação na repescagem.

SÁBADO 23 DE AGOSTO 2014
WCT EM TEAHUPOO CONTINUA PARADO, MAS
A JANELA ACABA NA TERÇA.



A rotina dos adiamentos no Billabong Pro Tahiti continuou no sábado de ondas de 2-4 pés em Teahupoo,
mas as previsões indicam a entrada de um swell mais consistente com grandes possibilidades de
recomeçar a competição às 7h00 do domingo no Taiti, 14h00 pelo fuso horário de Brasília.
(Foto de Kirstin Scholtz / ASP


terça 19 DE AGOSTO 2014

FUGINDO DO TUBARÃO.


O Local de Maracaípe Tiago Silva detonando na Pedra Preta.

Agora com o surf proibido na Rota dos Coqueiros, iniciamos nossos trabalhos na Pedra do Xaréu nesse dia Mundial
da Fotografia. Com a maré morta marcando secada de 0,8 metros foi possível encontrar uma ondulação funcionando
na bancada da pedra preta e da Serpente. Chegando por volta das 15 horas encontramos muita gente no pico
desfrutando das ondas que não passavam do meio metro.São novos tempos com 02 pedágios que acabam
encarecendo o Surf diário, fazer o que? Esperar que no próximo governo consigamos a alteração do decreto
que proibiu o esporte no CP. A grata surpresa foi encontrar o local de Maracaípe 
Tiago Silva curtindo na PP.
VIVA A FOTOGRAFIA.


CLIQUE AQUI E VEJA FOTOS DESSA TERÇA


SEGUNDA FEIRA 18 DE AGOSTO 2014

MEDINA E JADSON ANDRÉ ESTREIAM COM
VITÓRIA EM TEAHUPOO.


O maior desafio do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour começou em condições épicas na segunda-feira, com ondas de 8-12 pés formando tubos perfeitos para os surfistas na bancada mais temida do mundo. Dos seis participantes do Brasil na etapa mais perigosa da corrida pelo título mundial, dois estrearam com vitórias e passaram direto para a terceira fase. A primeira foi com Gabriel Medina, que defende a liderança do ranking e confirmou o favoritismo surfando um dos maiores tubos do dia, com os braços esticados para cima. E o potiguar Jadson André também saiu limpo de um tubaço nos minutos finais para mandar dois australianos para a repescagem que já foi iniciada na segunda-feira, com Adriano de Souza sendo eliminado no último confronto do dia.

Gabriel Medina vivendo um sonho em Teahupoo (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

Gabriel Medina vivendo um sonho em Teahupoo (Foto: Kirstin Scholtz / ASP)

“Eu nunca surfei Teahupoo assim antes”, disse Gabriel Medina. “É a primeira vez que eu entro no mar aqui com ondas tão grandes como as de hoje (segunda-feira) e é muito assustador, mas tentei não ficar pensando nisso lá dentro. Tentei manter o foco, pensar bem para escolher a onda certa e prestar muita atenção em tudo. Estou muito feliz por ter conseguido surfar uma onda fantástica que parecia um sonho. É incrível ter a oportunidade de surfar Teahupoo assim grande e perfeito com apenas mais dois caras no mar e não quero desperdiçar nenhuma chance para continuar vivendo esse sonho”.

E a expectativa é de que as ondas vão continuar bombando ótimas condições nos próximos dias em Teahupoo. O prazo da sétima das onze etapas que vão definir o campeão mundial da temporada começou na sexta-feira, mas a previsão já era excelente para esta semana e o início do Billabong Pro Tahiti também foi adiado no sábado e domingo. A segunda-feira amanheceu com séries de 6-8 pés que foram subindo durante o dia e Kelly Slater abriu o campeonato surfando os primeiros tubos em Teahupoo. O Brasil estreou com derrota do carioca Raoni Monteiro no segundo confronto do dia, vencido pelo taitiano Michel Bourez.

O segundo brasileiro entrou duas baterias depois, quando as ondas já passavam dos 10 pés e o atual campeão mundial Mick Fanning pegou tubos incríveis para totalizar 18,16 pontos com duas notas na casa dos 9 pontos. O catarinense Alejo Muniz estava com ele no mar, mas também caiu para a repescagem ficando em último lugar como Raoni Monteiro. As condições do mar continuaram perfeitas no confronto seguinte, que terminou empatado em 16,30 pontos. A maior nota decidiu o vencedor e Adrian Buchan levou a melhor com o 9,97 que recebeu no tubo mais sensacional do dia, contra 9,80 do também australiano Joel Parkinson.

VITÓRIAS BRASILEIRAS – Na sequência vieram os dois únicos confrontos encabeçados por brasileiros, bem na hora que o mar entrou em transformação com mudança do vento e a maré começando a encher na bancada de Teahupoo. Com isso, as séries passaram a demorar mais e poucas entraram nas baterias. Mas, Gabriel Medina honrou a lycra amarela de líder do ranking mundial surfando uma onda de forma impressionante, passando pelo tubo com os braços esticados para o alto de tão grande, num dos momentos mais bonitos do dia no Taiti. Foi assim que ele superou o local Taumata Puhetini que liderava a bateria, além do australiano Mitch Crews.

A disputa seguinte teve Brasil em dose dupla, mas os dois acabaram derrotados pelo australiano Dion Atkinson, que surfou os dois melhores tubos que entraram na bateria para derrotar os paulistas Adriano de Souza e Miguel Pupo. A última esperança de um brasileiro passar direto para a terceira fase ficou para o potiguar Jadson André contra dois australianos do primeiro escalão na décima bateria. Ela foi toda liderada por Julian Wilson, mas a 3 minutos do fim, o brasileiro acha um tubo fantástico que surfa em pé e sai limpo para arrancar nota 9,17 e virar o placar para 16,64 a 15,94 pontos, com Josh Kerr ficando em último.

LIDERANÇA DO RANKING – A primeira fase terminou com Kai Otton aumentando o recorde de pontos de Mick Fanning de 18,16 para 18,24 pontos e em seguida foi iniciada a repescagem com dois concorrentes à liderança do ranking nas primeiras baterias. A previsão era realizar quatro, mas só aconteceram duas depois do duelo muito fraco de ondas que terminou com a eliminação do brasileiro Adriano de Souza pelo australiano Nathan Hedge por 12,00 a 11,17 pontos. Já Joel Parkinson confirmou o favoritismo na abertura da repescagem, mas seu trabalho foi facilitado porque o taitiano Taumata Puhetini sofreu uma queda terrível e acabou abandonando a bateria.

QUINTA FEIRA 14 DE AGOSTO 2014

ENSEADA DOS CORAIS SEGURA
O SWELL NO TERCEIRO DIA.




Pernambuco entrou no terceiro dia seguido dando boas ondas em todo o litoral.
Nessa quarta feira fomos conferir o Condomínio Proibido pela manhã e a tarde
fizemos a bateria na Enseada dos Corais aonde o Daniel Galvão (foto) foi
comtemplado com a bomba do dia.


TERÇA FEIRA 12 DE AGOSTO 2014

SEGUNDA SEM LEI E TERÇA GORDA
AGITAM PERNAMBUCO.


Pedro Lima, atual Campeão Brasileiro Master, detonando a vala da Gaíbu.

Esses dois dias foram de muito Surf em Pernambuco, terral rápido, ventão ,
muita chuva e sol, todas as estações numa manhã. Acompanhe momentos
registrados no Condomínio Proibido, Nordestão e Gaíbu.

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SEGUNDA FEIRA 11 DE AGOSTO 2014

UM PAULISTA E UMA CEARENSE FAZEM
A MICARETA NO PONTAL DA BF.

O paulista Deivid Silva, 19 anos, fez as melhores apresentações do domingo para derrotar os surfistas locais de Baía Formosa e faturar o título do Red Nose Pro Junior batendo todos os recordes do campeonato na final contra o potiguar Italo Ferreira, 20. Já a decisão feminina foi cearense e a mais jovem, Yanca Costa, 14 anos de idade apenas, derrotou Larissa Santos, 16, para também liderar o ranking sul-americano Pro Junior da ASP South America com os 1.000 pontos da vitória na etapa brasileira do circuito que será encerrado nos dias 16 a 20 de setembro em Chicama, no Peru. No domingo rolaram as melhores ondas do fim de semana no pointbreak de direitas de Baía Formosa e a nova geração de surfistas com até 20 anos de idade deu um show no último dia do Red Nose Pro Junior na cidade do litoral sul do Rio Grande do Norte.

Deivid Silva bateu todos os recordes na final contra o local Italo Ferreira (Foto: Fabriciano Junior / Red Nose)

Deivid Silva bateu todos os recordes na final contra Italo Ferreira (Foto: Fabriciano Junior / Red Nose)

“O Italo (Ferreira) é um adversário muito forte em qualquer bateria e ele vinha quebrando o campeonato todo também, então eu sabia que tinha que dar o meu máximo na final porque ele surfa muito e ainda estava em casa”,disse Deivid Silva. “Nós já fizemos bons confrontos em vários campeonatos aqui no Brasil e lá fora também, então estou muito feliz pela vitória porque foi uma bateria incrível, uma das melhores de toda a minha carreira, sem dúvidas. Eu estou voltando de uma lesão no joelho, fiquei um mês e meio parado, agora ganhei esse campeonato e nem sei o que dizer, só que é a melhor vitória da minha vida”.

Em seu caminho para faturar o prêmio máximo de 5 mil dólares da vitória no Red Nose Pro Junior, o campeão Deivid Silva derrotou os dois surfistas de Baía Formosa que chegaram no domingo. A competição foi dividida em duas partes no último dia. As quartas de final masculinas foram iniciadas às 8h00, mas como a maré estava muito seca foi feito um intervalo para aguardar ela encher um pouco e as semifinais começaram só as 11h00, quando as ondas estavam mais fortes e abrindo paredes mais longas para as manobras. Pela manhã, Deivid Silva ganhou o duelo paulista contra Victor Mendes e depois só competiu contra os locais da cidade.

A primeira vítima foi Israel Junior, que ainda tirou a maior nota – 9,20 – da semifinal, mas faltou outra onda boa para somar e Deivid Silva já mostrou uma sintonia impressionante com as séries do Pontal e sempre estava bem posicionado para pegar as melhores ondas. Com notas 9,00 e 8,25, o paulista derrotou Israel Junior para impedir uma decisão entre os dois locais de BF, pois Italo Ferreira já havia despachado o catarinense Alcides Lopes por 16,75 a 14,15 pontos na primeira disputa pelas vagas na grande final do Red Nose Pro Junior.

Podio masculino do Red Nose Pro Junior (Foto: Fabriciano Junior / Red Nose)

Podio masculino do Red Nose Pro Junior (Foto: Fabriciano Junior / Red Nose)

Na decisão do título, Deivid Silva foi cirúrgico na escolha das ondas, sempre pegando as melhores das séries mais uma vez para apresentar o seu arsenal de manobras modernas executadas com pressão e velocidade nas direitas do Pontal. Ele já começou melhor que Italo Ferreira com uma nota 7,25. A segunda foi mais incrível ainda, acertando uma sequência de batidas retas de backside para arrancar um 9,5 dos juízes. O potiguar tentou de tudo para reverter o resultado, chegando a tirar notas 8,20 e 8,00, mas o paulista ainda fez outra onda de forma espetacular e recebeu a maior nota – 9,85 – do Red Nose Pro Junior para sacramentar a vitória por 19,35 a 16,20 pontos, batendo todos os recordes do campeonato.

“Essa onda é muito boa, gostei pra caramba, direitinha irada e certamente foi um dos melhores campeonatos que eu participei até hoje”, disse Deivid Silva, confirmando que vai para o Peru em setembro (dias 16 a 20) para tentar ser campeão sul-americano Pro Junior da ASP South America nas longas esquerdas de Chicama. “Eu estou indo amanhã (segunda-feira) pra França para competir lá, vai ser a maior correria, mas da Europa eu volto para competir no Peru e quero tentar chegar em Chicama uma semana antes pra já ficar treinando pro campeonato lá”.

Apesar de um pouco triste pela derrota na final, Italo Ferreira ficou contente pelo bom resultado e também vai para o Peru tentar um inédito bicampeonato sul-americano Pro Junior na história da ASP South America, pois ele já conquistou este título em 2012. “Eu gostaria muito de ter vencido em casa, mas não deu. A estrela do Deivid (Silva) brilhou hoje e ele estava surfando muito bem também durante todo o evento. Eu fiz alguns erros na bateria que foram cruciais, mas isso acontece. Agora vou competir em algumas etapas do WQS, tenho que mudar o foco, mas estou feliz pelo segundo lugar que também foi um bom resultado. Deu altas ondas aqui no Pontal e mostrou que nossa cidade tem potencial para receber grandes eventos. Ainda tem mais uma etapa do Pro Junior no Peru e vou lá tentar buscar meu objetivo que é ser campeão sul-americano mais uma vez e me classificar para o Mundial Pro Junior da ASP”.

ESTRANGEIROS NO DOMINGO – Apenas dois estrangeiros chegaram no domingo decisivo do Red Nose Pro Junior, mas ambos foram barrados logo em suas primeiras apresentações no último dia da única etapa do Sul-americano Pro Junior da ASP South America no Brasil esse ano. O peruano Juninho Urcia, vice-campeão sul-americano Sub-20 do ano passado, perdeu para o local de Baía Formosa, Israel Junior, na terceira bateria das quartas de final. Já a argentina Lucia Cosoleto ficou na semifinal, sendo a primeira vítima da campeã Yanca Costa no domingo.

Com esta vitória, Yanca confirmou uma decisão cearense contra Larissa Santos, que na primeira semifinal derrotou a carioca Luara Thompson, irmã mais jovem da campeã brasileira de Longboard, Mainá Thompson, com uma nota 9,0 da melhor onda surfada pelas meninas no último dia. Mas, na grande final quem surfou as melhores direitas que entraram na bateria foi Yanca Costa, com a surfista da Praia de Icaraí batendo a do Titanzinho por uma larga vantagem de 14,40 a 7,50 pontos, somando notas 7,25 e 7,15 com suas manobras de frontside.

FINAL FEMININA CEARENSE – “Foi muito irado conseguir uma vitória aqui em Baía Formosa”, vibrou Yanca Costa. “O Pontal é um pico de direitas, eu amo surfar direitas e peguei duas ondas muito boas para fazer minhas manobras e estou muito feliz por ter ganhado esse campeonato. Eu não pensava que isso pudesse acontecer quando eu vim do Ceará para cá, pois eu nunca tinha competido em uma etapa do Pro Junior, mas dei o meu máximo para chegar nessa final. Eu e a Larissa (Santos) sempre competimos juntas, uma contra a outra, mas somos grandes amigas. Dessa vez eu levei a melhor e agora vou com tudo para o Peru para tentar ser campeã sul-americana lá”.

Yanca Costa é a nova líder do ranking sul-americano Pro Junior com a vitória em Baía Formosa (Foto: Fabriciano Junior / Red Nose)

Yanca Costa é a nova líder do ranking sul-americano Pro Junior com a vitória em Baía Formosa (Foto: Fabriciano Junior / Red Nose)

Larissa Santos vinha fazendo as melhores apresentações entre as meninas desde o início do Red Nose Pro Junior, mas na decisão do título só conseguiu pegar duas regulares que foram insuficientes para confirmar o favoritismo construído durante a competição. “A Yanca (Costa) é uma pessoa muito humilde e merece muito tudo de bom na vida. Eu só tenho que agradecer a Deus por termos duas cearenses na final de uma etapa do Sul-americano Pro Junior e o vice-campeonato também é um bom resultado. Competição é isso mesmo, tem que saber ganhar e perder, então estou feliz pela vitória dela também”.

 

 

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RESULTADOS DO DOMINGO EM BAÍA FORMOSA:

FINAL MASCULINA DO RED NOSE PRO JUNIOR:

Campeão: Deivid Silva (BRA) por 19,35 pontos (notas 9,50+9,85) – US$ 5.000 e 1.000 pontos

Vice-campeão: Italo Ferreira (BRA) com 16,20 pontos ( 8,00+8,20) – US$ 3.000 e 750 pontos

FINAL FEMININA DO RED NOSE PRO JUNIOR:

Campeã: Yanca Costa (BRA) por 14,40 pontos (notas 7,15+7,25) – US$ 1.500 e 1.000 pontos

Vice-campeã: Larissa Santos (BRA) com 7,50 pontos (4,00+3,50) – US$ 800 e 750 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com US$700 e 563 pontos:

1.a: Larissa Santos (BRA) 16.25 x 10.00 Luara Thompson (BRA)

2.a: Yanca Costa (BRA) 14.75 x 12.25 Lucia Cosoleto (ARG)


DOMINGO DOS PAIS , 10 DE  AGOSTO 2014.

JESSÉ MENDES VENCE EVENTO INÉDITO PARA O BRASIL
E PAULO MOURA FICA EM TERCEIRO POR APENAS 0,01.


O paulista Jessé Mendes conquistou a primeira vitória brasileira da história do ASP 3-Star Maui and Sons Arica World Star Tour no Chile neste domingo. Na grande final, ele bateu o uruguaio Marco Giorgi que tirou as duas únicas notas 10 nas ondas desafiadoras de El Gringo em seu caminho até a decisão do título em Arica. A vitória valeu um prêmio de 8 mil dólares, com Jessé Mendes marcando 750 pontos no ranking mundial do ASP Qualifying Series e 1.000 pontos no sul-americano da ASP South America. O vice-campeão Marco Giorgi levou 4 mil dólares e 563 pontos, enquanto o brasileiro Paulo Moura e o havaiano Danny Fuller, que perderam nas semifinais, ganharam 2,3 mil dólares e 422 pontos pelo terceiro lugar no ASP 3-Star do Chile.

Jessé Mendes incluiu o Brasil na Galeria dos Campeões do Desafio de Arica no Chile (Foto: Rommel Gonzales)

Jessé Mendes incluiu o Brasil na Galeria dos Campeões do Desafio de Arica no Chile (Foto: Rommel Gonzales)

“Estou amarradão por vencer este campeonato, que é um dos melhores e mais difíceis do Circuito Mundial”, disse Jessé Mendes, que saiu direto do US Open of Surfing nos Estados Unidos para competir no Chile. “Eu estava me sentindo bastante confiante desde a minha primeira bateria de hoje (domingo). As ondas pareciam que estavam sempre vindo para mim e tive a sorte de pegar os melhores tubos nas baterias. Foi muito legal fazer a final com o Marco (Giorgi) e agora vou direto prá França competir na perna europeia muito mais confiante em conseguir outros bons resultados lá”.

O campeão Jessé Mendes foi o único que disputou três baterias nas ondas excelentes de 3-5 pés com ótimos tubos no domingo decisivo do Maui and Sons Arica World Star Tour em El Gringo. Ele começou o dia tirando o último chileno do campeonato, Cristian Merello, no duelo que faltava para fechar as quartas de final. Depois, conseguiu o maior placar do último dia na vitória sobre o havaiano Danny Fuller por 17,50 a 7,00 pontos nas semifinais.

Já o vice-campeão Marco Giorgi também saiu feliz do Chile, pois foi o único que conseguiu arrancar nota 10 dos juízes nas grandes ondas de El Gringo esse ano. No sábado, o uruguaio bateu todos os recordes do campeonato contra o francês Paul Cesar Distinguin nas quartas de final. Ele totalizou 19,50 pontos com a nota 10 no tubo mais fantástico surfado durante toda a semana em El Gringo. No domingo, ele repetiu a dose em outro tubo incrível que valeu nota máxima para superar o brasileiro Paulo Moura na semifinal por uma pequena vantagem de 14,25 a 14,15 pontos.

Pena que na bateria decisiva o vento apertou, afetando diretamente a qualidade das ondas e a formação dos tubos em El Gringo. Os dois finalistas praticamente só conseguiram surfar uma onda regular e a do brasileiro foi um pouco melhor, nota 6,50 contra 5,25 do uruguaio, com o placar sendo encerrado em 8,50 a 7,75 pontos a favor de Jessé Mendes.

“Estou muito contente em ter feito a final, mas claro que eu queria ganhar, só que na final as ondas não vieram pra mim, foram todas para o Jessé (Mendes)”, disse Marco Giorgi, que compete representando o Uruguai no Circuito Mundial, mas há muitos anos mora em Garopaba (SC) no Brasil. “Eu consegui fazer outra nota 10 nas semifinais e isso tinha me dado mais confiança ainda para a final. Mas, tudo bem, a vitória não veio, mas tá tranquilo. Agora é focar nos eventos da perna europeia e hoje (domingo) mesmo já embarco pra lá”.

VITÓRIA INÉDITA DO BRASIL – Esta foi a primeira vitória de um brasileiro nas cinco edições da etapa do ASP Qualifying Series em Arica no Chile. O primeiro campeão foi o peruano Gabriel Villarán em 2009. Em 2010 o evento não foi realizado, mas voltou em 2011 para Guillermo Satt fazer a festa em casa com o único título do Chile nas ondas desafiadoras de El Gringo. Em 2012 o vencedor foi o australiano Anthony Walsh e no ano passado deu Peru de novo com Alvaro Malpartida. Agora, Jessé Mendes colocou o nome do Brasil na Galeria dos Campeões da etapa da ASP South America no Chile.

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 WORLD STAR TOUR:

Campeão: Jessé Mendes (BRA) por 8,50 pontos (notas 6,50+2,00) – US$ 8.000 e 750 pontos

Vice-campeão: Marco Giorgi (URU) com 7,75 pontos (5,25+2,50) – US$ 4.000 e 563 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com US$ 2.300 e 422 pontos:

1.a: Marco Giorgi (URU) 14.25 x 14.15 Paulo Moura (BRA)

2.a: Jessé Mendes (BRA) 17.50 x 7.00 Danny Fuller (HAV)

 
Sábado 09 de agosto 2014

O PERNAMBUCANO PAULO MOURA CHEGA
NA SEMI FINAL DO WQS NO CHILE.



O uruguaio Marco Giorgi brilhou no mar clássico do sábado em Arica, com tubos perfeitos de 6-8 pés em El Gringo. Ele ganhou a primeira nota 10 deste ano no ASP 3-Star Maui and Sons Arica World Star Tour e ainda surfou outra onda de forma sensacional para totalizar incríveis 19,50 pontos de 20 possíveis contra o francês Paul Cesar Distinguin. Marco Giorgi agora vai disputar a primeira vaga para a grande final com Paulo Moura, que ganhou um duelo brasileiro de big riders com Marcos Monteiro. Quem também já se classificou para as semifinais foi o havaiano Danny Fuller e seu adversário sairá do confronto entre o chileno Cristian Merello e o brasileiro Jessé Mendes, que ficou para abrir o domingo decisivo do Desafio de Arica no Chile.

Marco Giorgi batendo todos os recordes em El Gringo (Foto: Rommel Gonzales)

Marco Giorgi batendo todos os recordes em El Gringo (Foto: Rommel Gonzales)

“Caramba, estou muito, mas muito feliz mesmo com este dia que será inesquecível para mim”, disse Marco Giorgi. “Eu fiz dois tubaços e consegui avançar para as semifinais, mas ainda quero chegar à final este ano. No segundo tubo, que valeu nota 10, eu pensei que não ia conseguir sair, pois fiquei muito deep lá dentro. Mas dei um gás, passei a sessão e consegui sair já quase em cima das pedras. Estou amarradão, o tubo foi incrível mesmo”.

Antes de despachar o francês Paul Cesar Distinguin por massacrantes 19,50 a 12,50 pontos, Marco Giorgi já havia vencido a outra bateria que disputou nos tubos fantásticos do sábado em El Gringo. O seu adversário na semifinal, Paulo Moura, passou em segundo lugar, com ambos eliminando o havaiano Hank Gaskell e o chileno Leonardo Acevedo no segundo confronto do dia. Depois, o pernambucano que por muitos anos defendeu o Brasil na elite mundial do WCT, ganhou o duelo de “big riders” com Marcos Monteiro na abertura das quartas de final.

“Apesar da minha bateria com o Marquinhos (Marco Monteiro) ter sido uma das mais fracas porque não entrou muitas ondas, estou bem feliz por ter passado para as semifinais”, disse Paulo Moura. “Já fazia tempo que eu estava correndo atrás de um bom resultado. Na verdade, eu queria muito me classificar para continuar pegando estes tubos fantásticos que rolam aqui em El Gringo e consegui. Agora, é focar total para amanhã (domingo)”.

NOVO CAMPEÃO – O sábado começou com Marcos Monteiro e Paul Cesar Distinguin barrando um dos surfistas que tentavam um inédito bicampeonato no ASP 3-Star do Chile, o peruano Gabriel Villarán, que foi o Rei dos tubos de El Gringo em 2009. O outro concorrente ao segundo troféu de campeão da etapa mais desafiadora da América do Sul era o surfista local de Arica, Guillermo Satt, eliminado na disputa pelas duas últimas vagas para as quartas de final. Com isso, um novo campeão do Maui and Sons Arica World Star Tour será conhecido neste domingo.

Danny Fuller garantiu o Havaí no domingo decisivo (Foto: Rommel Gonzales)

Danny Fuller garantiu o Havaí no domingo decisivo (Foto: Rommel Gonzales)

O brasileiro Jessé Mendes e o havaiano Danny Fuller acabaram com a chance do bicampeonato acontecer esse ano, quando superaram o chileno Guillermo Satt. O havaiano depois despachou o melhor surfista nas grandes ondas da sexta-feira em El Gringo, o brasileiro Robson Santos, no último confronto do dia. Por causa do forte vento que entrou em Arica, o duelo entre o chileno Cristian Merello e Jessé Mendes foi transferido para o domingo.

“Estou bem contente por conseguir avançar às semifinais, mas não foi fácil porque na minha bateria já não tinha tantos tubos porque o vento já tinha entrado”, disse Danny Fuller. “Mesmo assim, eu consegui fazer uma boa onda no final para virar em cima do Robson (Santos), que para mim vinha sendo um dos grandes nomes do evento. Estou feliz por colocar o Havaí nas semifinais deste grande evento e vamos ver como vão estar as ondas amanhã (domingo)”.

CHAMADA ÀS 7 HORAS – Assim como vem acontecendo todos os dias, a primeira chamada do domingo também foi marcada para as 7 horas no Chile, 8 horas pelo fuso de Brasília. A primeira bateria a entrar no mar será a que faltou para fechar as quartas de final, entre Jessé Mendes e Cristian Merello, última esperança de uma vitória chilena esse ano em El Gringo. O Maui and Sons Arica World Star tour está sendo transmitido ao vivo pela internet e o link pode ser acessado clicando-se no banner do evento na capa do www.aspsouthamerica.com

SEMIFINAIS DO ASP 3-STAR MAUI AND SONS ARICA WORLD STAR TOUR:

1.a: Paulo Moura (BRA) x Marco Giorgi (URU)

2.a: Danny Fuller (HAV) x vencedor da última quarta de final

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar com US$ 1.500 e 316 pontos:

1.a: Paulo Moura (BRA) 6.00 x 5.95 Marcos Monteiro (BRA)

2.a: Marco Giorgi (URU) 19.50 x 12.50 Paul Cesar Distinguin (FRA)

3.a: Danny Fuller (HAV) 9.25 x 7.75 Robson Santos (BRA)

————ficou para abrir o domingo:

4.a: Cristian Merello (CHL) x Jessé Mendes (BRA)




TERÇA FEIRA 05 DE AGOSTO 2014

FILIPE TOLEDO BOTA PRA TORAR NO US OPEN

Uma final verde-amarela para festejar o inédito bicampeonato do Brasil em um dos campeonatos mais prestigiados do mundo, com os aéreos do paulista Filipe Toledo, 19 anos, superando o “power surf” do catarinense Willian Cardoso, 28, na decisão do título do ASP Prime Vans US Open of Surfing na Califórnia, Estados Unidos. Uma multidão lotou o píer e as areias de Huntington Beach no domingo e viu Filipe Toledo repetir o feito do catarinense Alejo Muniz, 24, que no ano passado bateu o norte-americano Kolohe Andino, 20, diante da sua torcida. Filipe acaba de se mudar de Ubatuba (SP) com toda a família para a Califórnia e tirou os Estados Unidos da decisão ao eliminar Brett Simpson, 29, na semifinal.

Filipe Toledo usou os aéreos para vencer o US Open (Foto: Sean Rowland / ASP)

Filipe Toledo usou os aéreos para vencer o US Open (Foto: Sean Rowland / ASP)

“Estou superfeliz porque foi uma bateria incrível contra o Willian (Cardoso)”, disse Filipe Toledo. “Ele(Willian) surfou muito bem o campeonato todo, mas acabei jogando o meu jogo, fazendo o que eu gosto de fazer que são os aéreos e deu tudo certo. Eu surfei aqui com muita dor no meu tornozelo (contundido na etapa passada, na África do Sul), então precisei tirar isso da minha mente e me senti bem nestas condições de mar. Eu ganhei aqui em Huntington mesmo a etapa do Pro Junior em 2011 e estava me sentindo confiante durante toda a semana”.

Pela vitória no Vans US Open of Surfing, Filipe Toledo faturou 40 mil dólares de prêmio e subiu do décimo para o segundo lugar no ranking que passou a ser liderado pelo australiano Matt Banting, 20 anos. Foi ele a primeira vítima do campeão no domingo, depois Filipe achou boas rampas para usar a sua variação de aéreos e fazer os maiores placares do último dia nas ondas de Huntington Beach. Contra o californiano Brett Simpson na semifinal, somou notas 8,93 e 8,60 para vencer por 17,53 a 13,60 pontos. E na grande final, aumentou essa marca para 17,56 com notas 8,83 e 8,73 e ainda jogou um 8,07 fora nas quatro únicas ondas que surfou na bateria. Willian ainda tirou a maior nota da final – 9,03 – e acabou computando um 3,77 porque não conseguiu surfar outra onda boa para reverter o resultado.

FINAIS BRASILEIRAS – Esta era a quarta final de Filipe Toledo em etapas do ASP Qualifying Series e a primeira foi contra o próprio Willian Cardoso, que em 2012 o derrotou no ASP 6-Star Burton Toyota Pro em Newcastle, na Austrália. No mesmo ano, Filipe ganhou o ASP 5-Star Sooruz Lacanau Pro na França batendo o australiano Jack Freestone, 22 anos, mas perdeu outra decisão brasileira contra um catarinense nos Estados Unidos, Jean da Silva, 29, no ASP 6-Star de Virginia. Mesmo assim, com estas três finais se classificou para a elite dos top-34 do ASP World Championship Tour de 2013. Willian ficou bem perto de entrar também nos três últimos anos, sempre saindo da lista dos dez indicados pelo ASP Qualifying Series nas etapas finais da Tríplice Coroa Havaiana.

“Estou feliz pelo resultado, o vice-campeonato em um evento importante como o US Open”, disse Willian Cardoso. “Eu tenho surfado bem nos últimos campeonatos, tudo parecia certo, mas os resultados não aconteciam. Aqui eu consegui chegar a uma final de novo e isso me dá mais confiança para o restante do ano. É incrível estar aqui neste lugar de tanta história no nosso esporte e isso realmente vai me ajudar na motivação para os outros eventos”.

Willian Cardoso entrando no G-10 pela primeira vez no ano (Foto: Sean Rowland / ASP)

Willian Cardoso entrando no G-10 pela primeira vez no ano (Foto: Sean Rowland / ASP)

G-10 PARA O WCT – O catarinense agora passa a figurar no G-10 pela primeira esse ano, saltando da 66.a para a 12.a posição no ranking com os 5.200 pontos do vice-campeonato no ASP Prime dos Estados Unidos. Ele é o penúltimo da lista porque o novo vice-líder Filipe Toledo, o terceiro Adriano de Souza, 27 anos, e o sétimo Adam Melling, 29, da Austrália, estão entre os 22 primeiros do WCT que são mantidos na elite e dispensam a vaga pelo ranking de acesso. O 13.o colocado que fecha o G-10 após as quatorze etapas completadas no US Open of Surfing é o australiano Matt Wilkinson, 25 anos.

Willian Cardoso foi o único a entrar na zona de classificação no ASP Prime dos Estados Unidos e quem saiu foi o norte-americano Patrick Gudauskas, 28 anos, que não passou da primeira fase esse ano. Ele já havia perdido a última vaga para o paranaense Peterson Crisanto, 22, que no último dia foi ultrapassado pelo catarinense e também pelo seu algoz em Huntington Beach, o californiano Brett Simpson. Mesmo assim, o Brasil continuou com quatro surfistas entre os dez indicados pelo ASP Qualifying Series para o WCT de 2015, sem contar Filipe Toledo e Adriano de Souza.

O paulista Wiggolly Dantas, 24 anos, campeão da primeira etapa com status Prime de 6.500 pontos do ano, o Quiksilver Saquarema Prime no Brasil, está em quarto no ranking, o potiguar Jadson André, 24, é o sexto e os catarinenses Tomas Hermes, 27, e Willian Cardoso ocupam a 11.a e 12.a posições. Dois são da Austrália, o líder Matt Banting e o último do G-10, Matt Wilkinson. E os outros quatro são o havaiano Keanu Asing, 21, em quinto lugar, o oitavo Charles Martin, 24, de Guadalupe, o nono Tim Reyes, 32, dos Estados Unidos e o décimo Billy Stairmand, 24, da Nova Zelândia.

WCT FEMININO – No domingo o US Open of Surfing também encerrou a sexta das dez etapas do Samsung Galaxy ASP Women´s World Tour e a disputa do título mundial ficou ainda mais acirrada. A decisão foi australiana e Tyler Wright, 20 anos, conseguiu a sua primeira vitória no ano para entrar na briga, ganhando a disputa contra Stephanie Gilmore, 26, que valia a terceira posição no ranking. A nova campeã do US Open já havia barrado a defensora do título mundial e líder do ranking 2014, Carissa Moore, 21, nas quartas de final realizadas no sábado, sempre fazendo as melhores apresentações entre as meninas.

Pódio dos campeões com Tyler Wright e Filipe Toledo (Foto: Sean Rowland / ASP)

Pódio dos campeões com Tyler Wright e Filipe Toledo (Foto: Sean Rowland / ASP)

Com a derrota, a havaiana poderia perder o primeiro lugar para Sally Fitzgibbons, 23 anos, se ela passasse para a final, mas a australiana acabou eliminada quando Stephanie Gilmore surfou a melhor onda do domingo em Huntington Beach, nota 9,93. Mesmo assim, a vantagem de Carissa Moore para Sally Fitzgibbons caiu para apenas 200 pontos. A havaiana segue na frente com 44.900 pontos, contra 44.700 da australiana, 41.000 de Tyler Wright e 40.750 de Stephanie Gilmore. As quatro vão brigar pelo título mundial nas quatro etapas que restam para fechar o WCT feminino de 2014.

“O campeonato foi longo, mas muito agradável para mim em todos os dias”, disse Tyler Wright. “Eu não estaria aqui sem o apoio da minha equipe e eles significam o mundo para mim. Todas as meninas surfaram muito bem todo o evento e foi maravilhoso ver isso. Eu me senti bem relaxada, só tentando surfar meu melhor e tudo correu muito bem para mim esta semana, então adorei tudo”.

PERU NO PÓDIO PRO JUNIOR – O maior campeonato do mundo também promoveu etapas do circuito norte-americano Pro Junior masculina e feminina em Huntington Beach, que foram encerradas no sábado. Dois brasileiros e igualmente catarinenses como Willian Cardoso, disputaram as semifinais, mas quem passou para representar a América do Sul na decisão do título foi o peruano Miguel Tudela. Ele ganhou a disputa pelas duas últimas vagas, que acabou tirando Yago Dora. E o atual campeão sul-americano Pro Junior, Luan Wood, já havia perdido na primeira semifinal.

Na bateria decisiva, Miguel Tudela não conseguiu achar boas ondas para continuar mostrando o seu surfe e terminou em quarto lugar, ainda assim um ótimo resultado para o surfista do Peru no maior palco do esporte nos Estados Unidos. O campeão Pro Junior do US Open of Surfing foi o australiano Matt Banting, que também no sábado confirmou a liderança no ranking do ASP Qualifying Series quando derrotou o brasileiro Jadson André nas oitavas de final do ASP Prime. O vice-campeão Pro Junior foi o norte-americano Cam Richards e em terceiro lugar ficou o havaiano Joshua Moniz.

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FINAL DO ASP WOMENS TOUR DO US OPEN OF SURFING:

Campeã: Tyler Wright (AUS) por 14,77 pontos (notas 8,67+6,10) – US$ 60.000 e 10.000 pontos no WCT

Vice-campeã: Stephanie Gilmore (AUS) com 13,16 (7,33+5,83) – US$ 25.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar – US$ 15.000 e 6.500 pontos:

1.a: Tyler Wright (AUS) 13.17 x 8.70 Malia Manuel (HAV)

2.a: Stephanie Gilmore (AUS) 16.10 x 14.03 Sally Fitzgibbons (AUS)

TOP-5 DO RANKING DO WCT FEMININO – 6 etapas:

1.a: Carissa Moore (HAV) – 44.900 pontos

2.a: Sally Fitzgibbons (AUS) – 44.700

3.a: Tyler Wright (AUS) – 41.000

4.a: Stephanie Gilmore (AUS) – 40.750

5.a: Malia Manuel (HAV) – 31.900

FINAL DO ASP PRIME VANS US OPEN OF SURFING:

Campeão: Filipe Toledo (BRA) por 17,56 pontos (notas 8,83+8,73) – US$ 40.000 e 6.500 pontos

Vice-campeão: Willian Cardoso (BRA) com 12,80 (9,03+3,77) – US$ 20.000 e 5.200 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar – US$ 11.000 e 4.225 pontos:

1.a: Willian Cardoso (BRA) 15.66 x 8.57 Adam Melling (AUS)

2.a: Filipe Toledo (BRA) 17.53 x 13.60 Brett Simpson (EUA)

QUARTAS DE FINAL – 5.o lugar – US$ 7.000 e 3.320 pontos:

1.a: Willian Cardoso (BRA) 14.67 x 14.37 Maxime Huscenot (FRA)

2.a: Adam Melling (AUS) 15.60 x 11.67 Jordy Smith (AFR)

3.a: Filipe Toledo (BRA) 14.93 x 12.33 Matt Banting (AUS)

4.a: Brett Simpson (EUA) 13.83 x 11.43 Garrett Parkes (AUS)

G-10 DO ASP QUALIFYING SERIES – 14 etapas:

1.o: Matt Banting (AUS) – 12.920 pontos

2.o: Filipe Toledo (BRA) – 12.880

3.o: Adriano de Souza (BRA) – 10.789

4.o: Wiggolly Dantas (BRA) – 10.025

5.o: Keanu Asing (HAV) – 9.276

6.o: Jadson André (BRA) – 9.040

7.o: Adam Melling (AUS) – 8.702

8.o: Charles Martin (GLP) – 8.566

9.o: Tim Reyes (EUA) – 8.410

10: Billy Stairmand (NZL) – 8.030

11: Tomas Hermes (BRA) – 7.100

12: Willian Cardoso (BRA) – 6.995

13: Matt Wilkinson (AUS) – 6.480


SÁBADO 02 DE AGOSTO 2014
AGOSTO COMEÇA EM PERNAMBUCO


Arre Albuquerque brinda  o começo de agosto no Cupe, em Porto de Galinhas.

Tradicional mês do cachorro louco e dos fortes ventos, agosto começou com um terral nesse
dia 01 em Porto de Galinhas. Convidado pelo Shaper 
Ricardo Marroquim Jr fomos conferir a
Vala do Lobo que apresentava uma formação perfeita e segurou o terral até às 9:30 h, O
Shaper Marrocão surfando com suas novas criações 100$ epóxi estava muito satisfeito
com as novas criações. Foi uma caída muito tranquila pois o crowd não existia.
Sejam bem vindos ao Agosto do Surf.

CLIQUE AQUI E VEJA FOTOS DESSE DIA 01/08/14

QUINTA FEIRA  31 DE JULHO 2014.

JULHO SE CONSAGRA COMO O MÊS 
DO SURF EM PERNAMBUCO.




O local de Gaíbu Betinho Rodrigues acelera no trilho do quintal de casa.

O mês de julho finaliza com uma consagração exemplar em 2014. Além de ter sido
o mês dos grandes eventos em Pernambuco, ele também apresentou dias de 
grandes ondas e grandes terrais. Ainda hoje conversando como big rider Bruno Pig
ele me falava que o final de semana foi espetacular nas principais bancadas do estado.

Gaíbu também apresentou bons momentos com sua vala muito alinhada e 
proporcionando terrais matinais de alta qualidade.

Que venha agosto e apresente seu repetório.



SÁBADO 26 DE JULHO 2014

GABRIEL FARIAS VENCE E O PINO DETONADOR
FAZ HISTÓRIA EM ITAPUAMA.



Encerrada nessa sexta a quarta etapa do pernambucano 2014 de forma brilhante na praia de Itapuama, (25 km do Recife) considerada o novo Acaiaca, aonde nasceu o Surf no Recife. Com um swell forte a competição aconteceu com uma Itapuama mostrando seus dias nervosos com as series bombando sem parar, e essa foi um dos pontos forte desse circuito muita onda. Parabenizar a Federação Pernambucana a Associação Nordestina e a CBS por mais um grande evento. O nosso Presidente Geraldinho muito feliz com a realização do evento já contabilizava o circuito como um dos melhores já realizados.

 Na água brilhou o Gabriel Farias, atual campeão profissional que teve de bater três surfistas muitos fortes para ficar no lugar mais alto, Cezar Aguiar (2) Luel Felipe (3) seus vizinhos de Porto de Galinhas e o Paulo Henrique  local de Natal. Foi uma das melhores baterias que tivemos esse ano, pois o nível do Surf estava muito alto com os atletas fazendo  notas atrás de notass e se revezando no topo. Parabéns ao Gabriel Farias que subiu para a décima primeira colocação depois de perder duas etapas por motivo de viagens internacionais e na única etapa que competiu foi apenas o décimo sexto.


Quem ficou muito feliz foi o Cezar Aguiar que no dia do seu aniversário assumiu os rankings pernambucano / nordestino e agora busca o titulo na última etapa em Olinda, que deve ter sua data anunciada nos próximos dias.



O grande destaque do evento foi com certeza a vitória do Anão Detonador, Roberto Pino na categoria Máster  Ele que na semi final tinha detonado o atual Campeão Brasileiro Pedro Lima e que já estava satisfeito de fazer duas finais, detonou o Guga Roque, Paulo Germano e Luiz Monteiro, o Potó em bateria histórica. Parabéns Detonador.

Nas demais categorias também não faltaram emoções e todos os atletas estão de parabéns, afinal se não fosse por vocês não haveria alegria.

Resultados:

PROFISSIONAL
 

 1.       Gabriel Farias

 

 2.       César Aguiar

 

 3.       Luel Felipe

 

 4.       Paulo Henrique

 
 OPEN
 
1.       Elivelton Santos
 

 2.       Emanuel de Souza

 

 3.       José Francisco

 

 4.       Pedro Henrique

 
> Máster
 

 1.       Roberto Pino

 

 2.       Gustavo Roque

 

 3.       Paulo Germano

 

 4.       Luiz Fernando

 
 Sênior
 

 1.       Emanuel de Souza

 

 2.       Oswaldo Cajá

 

 3.       Fernando Santos

 

 4.       Roberto Pino

 
 
 Junior
 

 1.       Tiago Silva

 

 2.       Dener Carvalho

 

 3.       Ivis opes

 

 4.       Douglas José

 
 Mirim
 

 1.       Douglas José

 

 2.       Wallace Junior

 

 3.       Tiago Pereira

 

 4.       Cauã Nunes

 
 Iniciante
 

 1.       Cauã Nunes

 

 2.       Lucas Lisboa

 

 3.       Grego

 

 4.       Lucas Henrique

 
 Longboard
 

 1.       Reginaldo Nascimento

 
2.       Romualdo Nascimento
 

 3.       Rafael Cavalcante

 

 4.       Carlos Silveira

 
 Feminino
 

 1.       Edjane de Oliveira

 

 2.       Carol Souza

 

 3.       Ramayana Silveira

 

 4.       Marília Lacerda





QUINTA FEIRA 24 DE JULHO 2014
PERNAMBUCANO EM ITAPUAMA, COMEÇA
COM EXCELENTES CONDIÇÕES DE ONDAS.



Thalis Galvão decola na vala e avança na Open.

A quarta etapa do pernambucano 2014 começou com excelentes condições de ondas e muito
prestigiada com atletas de vários estados disputando a premiação de R$ 5 mil reais e os pontos
que também são válidos para o Nordestino PRO. Com a presença de nomes como Elivelton
Santos, Luel Felipe Silva, Junior Lagosta, Alan Donato, Cezar Aguiar Molusco e o atual
Campeão Gabriel Farias tivemos uma quinta feira de boas baterias na categoria principal.
Amanhã sera um dia de muitas disputas pois várias categorias ainda na segunda fase terão
de ser finalizadas pois no sábado já começam as disputas do Brasileiro amador. Nessa
sexta a categoria que abre o dia é a MASTER á partir dás 7 horas.Venha para Itapuama
e acompanhe o show de Surf que vai acontecer durante todo o dia.

CLIQUE AQUI E VEJA FOTOS DESSA QUINTA EM ITAPUAMA.





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