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23 de setembro 2017

GALERIA DO NORDESTINO PRO.





NORDESTINO PRO COMEÇA COM BOAS ONDAS.


22 DE SETEMBRO 2017

TUDO PRONTO PARA O NORDESTINO PRO.




21 de setembro 2017

MARACAÍPE RECEBE NORDESTINO PRO.





19 DE SETEMBRO 2017

SETEMBRO SEGUE COM BOAS ONDAS.



17 de setembro 2017

CARLOS BAHIA É CAMPEÃO BRASILEIRO DE LONGBOARD 2017.



16 de setembro 2017

MARACAÍPE  SHOW DO LONGBOARD



13 de setembro 2017

MARACAÍPE RECEBE BRASILEIRO LONGBOARD.


12 DE SETEMBRO 2017

ROUND 03 VAI SER PESADO.



11 / 09 / 17

COMEÇA A ETAPA CALIFÓRNIANA DA WSL.


sexta 08 de setembro 2017

YAGO VENCE E ASSUME VICE NO WQS.

O catarinense Yago Dora venceu outra final brasileira em etapas do QS 6000 e praticamente garantiu sua vaga na elite dos top-34 que vai disputar o título mundial no World Surf League Championship Tour do ano que vem. Na primeira do ano com esse status, ele derrotou o líder do ranking, Jessé Mendes, em Newcastle, na Austrália. E nessa sexta-feira, a decisão do Azores Airlines Pro em Portugal foi contra o cearense Michael Rodrigues, que já havia sido vice-campeão em outro QS 6000 encerrado no último fim de semana na Espanha. Com a vitória, Yago Dora voltou ao segundo lugar no ranking com 19.610 pontos e Michael entrou na lista dos dez que se classificam para o CT, saltando do 12.o para o quarto lugar. Agora, o Brasil possui metade das vagas do WSL Qualifying Series.

Podio dominado pelos brasileiros Michael Rodrigues, Yago Dora e Bino Lopes. (Foto: Poullenot – WSL)

“É um sentimento incrível conseguir uma segunda vitória este ano e nem tenho palavras para descrever tanta emoção”, disse Yago Dora. “No ano passado, eu não consegui ir tão bem no circuito e é muito louco como tudo mudou. Fazer a final com o Michael (Rodrigues) foi muito legal. Ele acabou de fazer uma final na Espanha e voltou a surpreender aqui também, então espero que ele consiga mais bons resultados no restante do ano para entrar no CT, porque surfa muito e merece também”.

Os dois são especialistas nas manobras aéreas, que arrancaram as maiores notas dos juízes nas ondas de 3-4 pés da Praia de Santa Bárbara formando boas rampas para voar na Ilha de São Miguel, nos Açores. Foi assim que Yago Dora ganhou uma nota 9,0 para despachar o espanhol Gony Zubizarreta no primeiro confronto da sexta-feira. O catarinense repetiu o ataque para derrotar o australiano Wade Carmichael por 16,00 pontos com nota 9,23 na semifinal. E na decisão do título, conseguiu um 7,07 para superar Michael Rodrigues por 13,50 a 12,27 pontos e levantar o troféu de campeão do Azores Airlines Pro, que no ano passado foi vencido pelo pernambucano Ian Gouveia.

“O Ian (Gouveia) me pediu para ganhar esse evento para ele, pois ele não poderia estar aqui porque está rolando o CT em Trestles nessa semana”, contou Yago Dora. “Definitivamente saiu um peso dos ombros agora. Meu objetivo era terminar a perna europeia com todos os pontos que precisava para me qualificar e acho que consegui fazer isso. Competir é o que eu amo fazer, então não importa pontos e classificação, vou aproveitar ao máximo os próximos eventos, pois enfrentar alguns dos melhores surfistas do mundo é sempre emocionante”.

Yago Dora (Foto: Poullenot – WSL)

No ano passado, o havaiano Ezekiel Lau ficou com a última vaga no G-10 somando 18.750 pontos no ranking. Yago Dora já ultrapassou essa marca e atingiu 19.610 com os 6.000 recebidos pelo título no Azores Airlines Pro. Ele superou até os 19.450 que Ian Gouveia totalizou para se classificar para o CT 2017 em nono lugar, chegando perto dos 19.700 do oitavo colocado, o potiguar Jadson André. Ou seja, Yago Dora está com sua vaga praticamente garantida para reforçar a “seleção brasileira” do ano que vem junto com Jessé Mendes.

O cearense Michael Rodrigues também se aproximou bastante com a impressionante performance na “perna europeia”, decidindo os títulos das duas etapas seguidas com status QS 6000. Apesar de não ter conseguido nenhuma vitória, foram dois resultados importantes que o levaram para o quarto lugar na classificação geral das 44 etapas completadas nas Ilhas Açores nesta sexta-feira em Portugal. Para chegar na final, Michael passou por dois duelos difíceis, decididos por pequenas diferenças.

Nas quartas de final, competiu numa hora ruim do mar, com poucas ondas boas entrando para os dois competidores. Ambos computaram as notas das duas primeiras que eles surfaram na bateria. As do cearense valeram 5,33 e 4,50, que foram suficientes para superar o espanhol Aritz Aranburu por 9,83 a 9,23 pontos. Já o baiano Bino Lopes, não deu chances para o australiano Davey Cathels e conquistou a última vaga para as semifinais por uma larga vantagem de 14,84 a 5,36 pontos.

Michael Rodrigues (Foto: Poullenot – WSL)

Os dois brasileiros então se enfrentaram nas semifinais e Michael Rodrigues confirmou a passagem para a sua segunda final consecutiva na Europa por décimos de diferença no placar encerrado em 12,77 a 12,40 pontos. A nota 7,17 da sua última onda garantiu a classificação e Bino Lopes terminou em terceiro lugar no QS 6000 Azores Airlines Pro, subindo da 51.a para a 27.a posição no ranking do WSL Qualifying Series. O cearense chegou em Portugal na 12.a e agora é o quarto colocado com 15.090 pontos.

“Estou me sentindo muito bem, sabendo que tentei fazer o meu melhor para vencer, mas infelizmente não foi suficiente mais uma vez”, disse Michael Rodrigues. “Mesmo assim, o segundo lugar foi mais um ótimo resultado para mim e estou muito mais confiante e animado para continuar na busca por mais pontos nos próximos eventos”.

QS 10000 EM CASCAIS – O Brasil agora tem metade das dez vagas para o CT 2018 que estão sendo disputadas no WSL Qualifying Series. O paulista Jessé Mendes já está 100% garantido e lidera o ranking desde a sua vitória no QS 6000 de Sydney, no início do ano na Austrália. Yago Dora agora voltou a figurar na vice-liderança e Michael Rodrigues assumiu a quarta posição antes ocupada por Tomas Hermes, que caiu para o sexto lugar. Outro catarinense, Willian Cardoso, permaneceu em nono e a próxima etapa importante será também em Portugal, o QS 10000 Cascais Billabong Pro de 26 de setembro a 5 de outubro na Praia de Carcavelos, onde Jessé Mendes vai defender o título conquistado no ano passado.

Bino Lopes (Foto: Poullenot – WSL)

O baiano Bino Lopes ficou bem perto da classificação para o CT em 2016, já figurou no G-10 esse ano e volta a brigar por uma vaga com o terceiro lugar conquistado no QS 6000 Azores Airlines Pro. Ele já fez duas finais esse ano, ficando em segundo lugar no QS 3000 da Ilha Martinica e em terceiro no QS 1000 de Sunset Beach, no Havaí. Agora, Bino é o quarto brasileiro entre os que estão mais próximos do G-10, abaixo dos paulistas Alex Ribeiro em 16.o lugar e Flavio Nakagima em 19.o, além do catarinense Alejo Muniz em 24.o.

“É claro que o terceiro lugar foi um ótimo resultado também, mas estou me sentindo muito mal porque um único erro que cometi me fez perder a bateria, infelizmente”, destacou Bino Lopes, sobre a derrota na última onda surfada por Michael Rodrigues. “Parabéns para o Michael, porque ele aproveitou muito bem, esmagou a onda e mereceu a vitória. Fico feliz porque subi bastante no ranking e quero agradecer minha família, aos amigos, patrocinadores, minha namorada e todos que me apoiaram com as mensagens que recebi durante toda a semana”.

Outro brasileiro que competiu no último dia do QS 6000 Azores Airlines Pro foi o paranaense Peterson Crisanto. Ele foi o único que não passou pelas quartas de final que abriram a sexta-feira na Praia de Santa Bárbara. O australiano Wade Carmichael achou as melhores ondas que entraram na bateria para vencer por 14,66 a 11,50 pontos, impedindo que as semifinais ficassem 100% verde-amarelas. Isso quase aconteceu no QS 3000 de Durban, na África do Sul, onde Alex Ribeiro ganhou uma final paulista com Hizunomê Bettero e Victor Bernardo terminou em terceiro lugar, empatado com o peruano Miguel Tudela.
 

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO QS 6000 AZORES AIRLINES PRO:

Campeão: Yago Dora (BRA) por 13,50 pontos (notas 7,07+6,43) – US$ 25.000 e 6.000 pontos

Vice-campeão: Michael Rodrigues (BRA) com 12,27 (6,27+6,00) – US$ 12.000 e 4.500 pontos

SEMIFINAIS – 3.o lugar com 3.550 pontos e US$ 5.500 de prêmio:

1.a: Yago Dora (BRA) 16.00 x 10.83 Wade Carmichael (AUS)

2.a: Michael Rodrigues (BRA) 12.77 x 12.40 Bino Lopes (BRA)

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após 44.a etapa em Portugal:

01: Jessé Mendes (BRA) – 25.250 pontos

02: Yago Dora (BRA) – 19.610

03: Kanoa Igarashi (EUA) – 16.490

04: Michael Rodrigues (BRA) – 15.090

05: Michael February (AFR) – 14.750

06: Tomas Hermes (BRA) – 14.560

07: Keanu Asing (HAV) – 14.300

08: Jorgann Couzinet (FRA) – 13.685

09: Willian Cardoso (BRA) – 13.000

 

10: Griffin Colapinto (EUA) – 12.910


terça 05 de setembro 2017

SUPER GALERIA DO PERNAMBUCANO EM OLINDA.



DOMINGO 03 DE SETEMBRO 2017

CAUÃ NUNES BRILHA EM OLINDA

Local de Itapuama venceu a PRO na sua estreia como profissional




sábado 02 de setembro 2017.

SÁBADO SHOW EM OLINDA.





sexta 01 de setembro 2017

GALERIA DO MARANDS SURF FESTIVAL.



MARANDS SURF FESTIVAL COMEÇA EM OLINDA.




QUINTA FEIRA 31 DE AGOSTO 2017

ZÉ PEQUENO CHAMA PARA O ESTADUAL.




quarta 30 de agosto 2017

PERNAMBUCO EM PÂNICO.




TERÇA 29 DE AGOSTO 2017

LA BOMBONERA DO SURF.


sábado 26 de agosto 2017

FEDERAÇÃO PERNAMBUCANA HOMENAGEIA
LENDAS DE OLINDA.


Como anunciamos no informativo 01 do MARANDS SURF FESTIVAL, segue a relação dos nomes de surfistas que marcaram história no surf olindense em mais de 40 anos e de várias gerações. Claro que teríamos bem mais nomes, mas a ideia da federação e da marands e fazer sempre homenagens a olindenses que deixaram e deixam seus nomes na história do surf de Olinda, outros nomes virão nos próximos anos.

Vai ser um dia inesquecível não só para o surf olindense e sim de Pernambuco.

Espero o contato e confirmação de todos, diretamente comigo pelo fone/WhatsApp:

(81) 98271.5331 Geraldinho.

A homenagem será dia 03/09 durante as finais do MARANDS SURF FESTIVAL, na praia do Zé Pequeno e na ocasião serão entregues a cada homenageado uma camisa com seu nome gravado nas costas.

Teremos neste momento a presença de grande parte da imprensa, o prefeito e vice do município, vários secretários e demais autoridades.

Aguardo com urgência o contato de todos, abraços e Aloha.



Segue a relação por ordem alfabética:


ALEMÃO, ANDREIA, BRENO MEDEIROS, CEZAR BOCÃO, DECO, DINHO, EDUARDO FORMIGA, FABÍO PARIZI, FERNANDO PEREIRA BACTERIA, GEL, IRAJÁ NETO, JOÃO MAURÍCIO, JUBA, LUCIANA, LUCIDIO, MARCOS BORNAIT, MARINHO, MAURÃO LUCENA, MATEUS SÁ, NENÉM, NEY MARANHÃO, PAULINHO BORO, PAULINHO MENDES, PAULO PATETA, PAULO TAMPINHA, RENATINHO MENDES, RENATO LISBOA BOLINHO, RICARDO CABEÇA, ROBINHO, RUCLECIO, TONHO, VALENCIA, XANDO.



quarta feira 23 de agosto 2017

PERNAMBUCO BOMBOU ESSE ANO.




Ainda são aguardados alguns swells, mas a contabilidade
de ondas esse ano foi muito boa até o momento. As bancadas
de Ipojuca como sempre, registraram as maiores e mais perfeitas
ondas do ano. Fica só a velha frase, "...quem pegou pegou."

Na foto Ozias aproveita o swell do dia 01 de agosto considerado
um dos dias prime.



terça 22 de agosto 2017

OLINDA RECEBE ETAPA DO PERNAMBUCANO.


sábado 19 de agosto 2017

DEYVISON SANTOS JÁ PODE SORRIR.


QUARTA 16 DE AGOSTO 2017

AGOSTO SEGUE GERANDO.



segunda 14 de agosto 2017

JULIAN WILSON VENCE MEDINA NA FINAL DO THAITI

Uma decisão emocionante nos tubos de Teahupoo fechou o Billabong Pro Tahiti, com o campeão mundial Gabriel Medina ganhando a única nota 10 no domingo, antes de disputar o título pela terceira vez na etapa mais desafiadora do World Surf League Championship Tour. Ele também achou bons tubos na final, para liderar a bateria com uma “combination” de 17,87 pontos com notas 9,20 e 8,67. Mas, o australiano Julian Wilson reagiu pegando ondas que rodaram tubos mais limpos para tirar a vitória do brasileiro com notas 9,23 e 9,73. Medina agora entra na lista dos sete surfistas que vão brigar pela lycra amarela do Jeep WSL Leader na próxima etapa, que passará a ser vestida pelo sul-africano Jordy Smith no Hurley Pro Trestles, do dia 6 a 17 de setembro na Califórnia, Estados Unidos.

Medina tem um retrospecto impressionante na etapa das ondas mais perigosas do Circuito Mundial. Foi campeão em 2014 na final contra Kelly Slater, vice em 2015 contra o francês Jeremy Flores e terceiro colocado no ano passado, perdendo a semifinal para John John Florence, com ambos somando mais de 19 pontos de 20 possíveis em tubos incríveis. Já Julian Wilson conseguiu sua terceira vitória em etapas do CT e todas contra Medina, sempre ganhando de virada nas baterias lideradas pelo brasileiro. Ele só venceu o australiano na sua primeira vitória em 2011 na França, no seu ano de estreia na divisão de elite da World Surf League. Depois, Julian deu o troco em 2012 na etapa portuguesa em Peniche e também ganhou a final do Pipe Masters de 2014, quando Medina já tinha se desconcentrado festejando o primeiro título mundial do Brasil garantido nas semifinais.

Julian Wilson (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“É muito especial ganhar e estou em êxtase, não sei nem dizer tudo que estou sentindo agora”, disse Julian Wilson. “Estou feliz e aliviado por finalmente ganhar um evento novamente. Eu precisava de muitas ondas boas para vencer esse evento e tive sorte em conseguir fazer os tubos que eu procurava surfar. Eu venho conseguindo alguns bons resultados, chegando em finais, mas precisava vencer para ganhar confiança e fico feliz por estar mais perto da briga pelo título agora. Estou realmente ansioso para ver como será o restante do ano”.

A bateria final começou tensa, como na semifinal entre Gabriel Medina e Kolohe Andino, devido a batalha para pegar a primeira onda boa da bateria. O brasileiro ganhou essa briga nas duas. O australiano pressionou bastante na remada braço a braço, mas Medina foi mais forte e dropou, só que a onda fechou. Medina logo pega outra onda, faz um tubo rápido seguido por duas manobras pra tirar nota 5,0.  Julian Wilson demora um pouco e pega uma maior, que rende um tubo e duas manobras mais fortes para começar com nota 7,0.

Medina responde num tubo mais profundo e bem maior para ganhar 8,67. Depois, o brasileiro pega outro tubo que fica muito entocado lá dentro, some, reaparece e manda mais três manobras na onda para tirar 9,20 dos juízes e deixar o australiano em “combination”. Teahupoo começa a bombar bons tubos para Julian, que reage com nota 8,10. Logo faz outro melhor para ganhar 9,23 e diminuir a vantagem que era de 17,87 pontos para 8,64. E o australiano ainda pega outro tubaço de backside, some lá dentro e sai limpo para ganhar 9,73 e tirar uma vitória quase certa de Gabriel Medina, virando o placar para 18,96 a 17,87.

Gabriel Medina (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Foi uma ótima final e obrigado ao Gabe (Gabriel Medina) por mais uma bateria fantástica”, destacou Julian Wilson. “Nós sempre fazemos grandes confrontos em finais e tivemos mais uma boa batalha hoje (domingo). Os tubos apareceram para nós dois na bateria e esse é um dia especial para mim, acho que o campeonato terminou em boas condições”.

Gabriel Medina também ficou feliz pelo resultado, pois ainda não tinha feito nenhuma final esse ano: “Foi legal ter feito outra final com o Julian (Wilson). Ele vinha surfando bem durante todo o evento e acho que é até um pouco mais difícil de backside aqui, mas ele soube trabalhar muito bem e mereceu a vitória. Estou feliz pelo resultado também, é bom voltar ao jogo e já estou pensando em Trestles agora. Hoje (domingo) é Dia dos Pais no Brasil e meu pai está aqui, então esse foi um bom presente para ele”.

Com a vitória no Taiti, Julian Wilson tirou o quinto lugar no ranking de Adriano de Souza, enquanto Gabriel Medina trocou de posição com Filipe Toledo, subindo da nona para a sétima colocação. No entanto, a chance matemática para os dois brasileiros, Mineirinho e Medina, saírem de Trestles liderando a corrida do título mundial é ingrata, tem que vencer a etapa norte-americana e os que estão à sua frente perderem nas primeiras fases. A briga segue mais concentrada em Jordy Smith, John John Florence e Matt Wilkinson, que caiu do primeiro para o terceiro lugar com a derrota para Wiggolly Dantas na quinta fase. Owen Wright também poderia ter ultrapassado o ex-líder, mas foi barrado por Gabriel Medina nas quartas de final e permaneceu em quarto lugar.

Wiggolly Dantas (Foto: Kelly Cestari – WSL)

ÚNICA NOTA 10 – Foi nessa bateria que saiu a única nota 10 desse ano no Billabong Pro Tahiti. E o tubo perfeito, ou o mais difícil na análise dos juízes, foi surfado por Medina logo na primeira onda que pegou contra Owen Wright. Ele ficou muito profundo, passando por várias placas que caíam a sua frente, parecia que não conseguiria sair, mas ressurgiu e ainda mandou uma série de três manobras potentes para fechar a melhor apresentação do ano no Taiti. O australiano também começou bem com 7,17 e na segunda onda tirou 6,77 para liderar a bateria. O brasileiro foi em várias ondas e o máximo que conseguiu foi 2,83, mas ele trocou as posições desses números em outro tubaço que achou no final para receber nota 8,23 e confirmar a primeira vaga nas semifinais por 18,23 a 13,94 pontos.

Na bateria seguinte, Wiggolly Dantas foi vitimado pelas longas calmarias em Teahupoo no domingo, perdendo muito tempo esperando por ondas com tubos e só pegou um que valeu nota 6,17. O norte-americano Kolohe Andino ficou mais ativo, pegando as que ele deixava passar para liderar com notas 5,00 e 5,60, que depois foram trocadas por 6,23 e 8,10 no placar encerrado em 14,33 a 7,67 pontos. Apesar da derrota, o quinto lugar foi um excelente resultado para Wiggolly, que entrou no grupo dos 22 primeiros do ranking que são mantidos na elite dos top-34 para o ano que vem. Ele ganhou seis posições, subindo do 25.o para o 19.o lugar na classificação geral das sete etapas completadas no Taiti.

Kolohe Andino (Foto: Poullenot – WSL)

SEMIFINAIS – Kolohe então seguiu para enfrentar Gabriel Medina e a bateria começou sem ondas, chegando a ser reiniciada após 10 minutos sem entrar nenhuma série. Os dois travaram uma grande disputa pela primeira onda e Medina começou melhor com nota 7,33, O californiano falhou nas primeiras tentativas, sua prancha chegou a ser partida numa queda, aí pegou outra do seu pai e com ela surfou um tubaço nota 8,90, a maior da bateria. Mas, Gabriel Medina ainda acha outro tubo que rende 7,83 para vencer Kolohe Andino por 15,16 a 13,90 pontos, se classificando para a final do Billabong Pro Teahupoo pela terceira vez.

Na outra semifinal, não entraram muitas ondas boas e Julian Wilson derrotou Jordy Smith por 14,26 a 7,33 pontos. O sul-africano estreava como líder isolado na corrida pelo título mundial, posição conquistada num confronto direto com o havaiano John John Florence na terceira quarta de final. Os dois já tinham ultrapassado o ex-líder Matt Wilkinson, barrado na fase anterior pelo brasileiro Wiggolly Dantas e a lycra amarela do Jeep WSL Leader foi disputada nessa bateria. Ela ficou com Jordy Smith, que surfou o melhor tubo da bateria para tirar nota 8,0 que garantiu a vitória por 14,50 a 13,10 pontos sobre o havaiano.

Jordy Smith (Foto: Kelly Cestari – WSL)

No domingo, as condições do mar e do vento variaram bastante como nos outros dias, mas algumas baterias aconteceram nos melhores momentos, com Teahupoo bombando mais tubos nas séries de 4-6 pés. No entanto, as longas calmarias também continuaram, com poucas ondas entrando para os dois competidores. Gabriel Medina vinha sempre começando bem suas baterias, apesar de que no sábado ficou esperando por uma onda que só chegou nos últimos segundos. Ele não começou bem no último dia, inclusive fez uma “interferência” em Matt Wilkinson na bateria que Kolohe Andino ganhou a vaga direta para as quartas de final.

Medina teve que disputar uma rodada extra e aproveitou a segunda chance de classificação surfando dois tubos na casa dos 7 pontos para despachar Connor O´Leary por 14,37 a 11,66. Na bateria seguinte, deu Brasil de novo com Wiggolly Dantas derrotando o lycra amarela Matt Wilkinson por 15,50 a 12,00 pontos, com um tubaço nota 8,17 na primeira onda. O australiano perdeu a bateria e a liderança do ranking, que foi disputada num confronto direto entre John John Florence e Jordy Smith nas quartas de final, vencido pelo sul-africano.
 

TOP-22 DO JEEP WSL LEADERBOARD – após a sétima etapa no Taiti:

1.o: Jordy Smith (AFR) – 37.850 pontos

2.o: John John Florence (HAV) – 36.900

3.o: Matt Wilkinson (AUS) – 35.950

4.o: Owen Wright (AUS) – 35.350

5.o: Julian Wilson (AUS) – 33.200

6.o: Adriano de Souza (BRA) – 29.650

7.o: Gabriel Medina (BRA) – 29.000

8.o: Joel Parkinson (AUS) – 26.150

9.o: Filipe Toledo (BRA) – 24.450

10: Connor O´Leary (AUS) – 24.200

11: Kolohe Andino (EUA) – 23.000

12: Mick Fanning (AUS) – 21.350

13: Michel Bourez (TAH) – 20.200

14: Frederico Morais (PRT) – 19.450

15: Sebastian Zietz (HAV) – 17.750

16: Joan Duru (FRA) – 17.650

17: Conner Coffin (EUA) – 17.500

18: Adrian Buchan (AUS) – 17.000

19: Wiggolly Dantas (BRA) – 16.450

20: Caio Ibelli (BRA) – 15.500

21: Jeremy Flores (FRA) – 14.500

22: Bede Durbidge (AUS) – 14.450


SÁBADO 12 DE AGOSTO 2017

PISTAS LIBERADAS SEM CROWD


QUINTA 10 DE AGOSTO 2017

INVERNO AGRADA PERNAMBUCANOS



terça 08 de agosto 2017

FÁBIO GOUVEIA FALA SOBRE OLINDENSE.



DOMINGO 06 DE AGOSTO 2017

JULIO PEREIRA COMANDA O MARACATU

EM OLINDA E VENCE FESTIVAL
.


SÁBADO 05 DE AGOSTO 2017

ALTO ASTRAL E SHOW DE SURF NA

ABERTURA DO FESTIVAL OLINDENSE.



SEXTA 04 DE AGOSTO 2017

LIBERADO TROFÉU FÁBIO GOUVEIA.



QUINTA 03 DE AGOSTO 2017

TUDO PRONTO PARA O OLINDENSE.


terça 01 de agosto 2017

AGOSTO COMEÇA FUMAÇANDO.



Domingo 30 de julho 2017

3X ATALANTA, ESPETACULAR.

O bicampeão mundial Phil Rajzman conseguiu o desejado título sul-americano da WSL South America que faltava em sua carreira e Atalanta Batista manteve sua invencibilidade no Peru com uma nota 10 na decisão do Huanchaco Repalsa Longboard Pro 2017. O sábado foi um dia de mar enorme na Playa El Elio, exigindo um bom preparo físico para suportar a força das ondas de 6-8 pés entrando sem parar durante todo o dia. Atalanta garantiu o tricampeonato na onda que pegou nos minutos finais da bateria liderada pela número 1 do mundo, Chloé Calmon. A americana Kaitlin Maguire ficou em terceiro lugar e a peruana Carolina Thun em quarto. A grande surpresa foi o jovem Julian Schweizer, 17 anos apenas e primeiro uruguaio a chegar na final em sete edições do Mundial de Huanchaco no Peru.

Phil Rajzman (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

“Estou muito feliz com meu primeiro título sul-americano aqui no Peru. As condições estavam difíceis, a maré muito seca, mas achei boas ondas e estou muito feliz”, vibrou Phil Rajzman. “A correnteza também estava muito forte, tivemos que remar muito mais, as ondas estão muito difíceis de achar as boas, mas tentei manter a tranquilidade na final e tive sorte também. O Julian (Schweizer) é muito talentoso, o Piccolo (Clemente) já havia me falado dele, que tinha potencial para ganhar esse campeonato, mas estou muito contente por ter conseguido o título sul-americano, que há muitos anos venho buscando. Quero agradecer a todos aqui do Peru e do Brasil também, é mais um título aí pra galera festejar comigo”.

Essa foi a quinta participação de Phil Rajzman nas sete edições do Huanchaco Repalsa Longboard Pro. Em duas, perdeu logo em sua primeira bateria no campeonato, mas foi finalista em dois anos seguidos. Só que acabou vendo Rodrigo Sphaier ganhar seu segundo título sul-americano em 2013 e o peruano Piccolo Clemente repetir o feito em 2014. A terceira chance de conseguir seu primeiro troféu da WSL South America, foi contra o jovem Julian Schweizer. O uruguaio só tinha competido uma vez em Huanchaco, em 2015, com apenas 15 anos de idade, ficando em último na sua primeira bateria.

Julian Schweizer (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

Na grande final, Phil Rajzman usou toda a sua experiência para escolher as melhores ondas e repetir a atuação da semifinal brasileira contra Wenderson Biludo, quando se tornou o recordista absoluto do Huanchaco Repalsa Longboard Pro com nota 9,65 e 17,65 pontos. Na decisão do título, surfou apenas três ondas. Começou com nota 4,00, depois ganhou 6,25 na segunda e a terceira foi simplesmente a melhor apresentação de todo o campeonato. Sua combinação das manobras clássicas dos pranchões, com batidas e rasgadas numa longa esquerda surfada até o fim, arrancou nota 10 de dois dos quatro juízes e a média ficou 9,75. Com ela, ganhou fácil de Julian Schweizer por uma “combination” de 16,00 a 6,05 pontos.

“O mar estava muito mais complicado do que na semifinal e eu já estava sem braços e sem pernas de tanto cansaço”, disse Julian Schweizer, lembrando que os finalistas encararam as morras de El Elio três vezes, nas quartas de final, semifinais e na grande final. “Eu não consegui pegar nenhuma onda boa, mas fiz o meu melhor e estou muito contente pelo segundo lugar também, que é um resultado inédito para o Uruguai. Certamente minha família está muito contente e tenho muitos amigos na Costa Rica também que ficaram felizes. Eu realmente estava muito cansado, quase 2h30 remando sem parar nas baterias, já não aguentava mais. Eu vim para cá mais para me divertir e fazer uma final com um cara como o Phil (Rajzman), um ídolo para todos nós, foi muito bom, bem mais do que eu esperava”.

Phil Rajzman com o troféu de campeão do Huanchaco Repalsa Longboard Pro (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

Phil Rajzman viajou ao Peru com o objetivo de conquistar o título sul-americano e na semifinal fez a melhor apresentação do campeonato nas grandes ondas de 6-8 pés do sábado de mar pesado na Playa El Elio. Com a forte correnteza dificultando ainda mais as condições, era preciso escolher bem a onda para não desperdiçar chance nenhuma, senão o preparo físico seria mais exigido, ou na remada contra a corrente, ou na corrida pela praia até o melhor lugar para varar a arrebentação.

RECORDISTA ABSOLUTO – Contra o também brasileiro Wenderson Biludo, Phil começou bem com uma nota 8,0 e depois achou uma onda com a parede mais limpa para mostrar toda a sua variedade de manobras e confirmar a passagem para a sua terceira final em Huanchaco. O 9,65 que ele recebeu nessa onda, era a maior nota que os juízes deram no Huanchaco Repalsa Longboard Pro 2017 até ali. Com ela, se tornou o recordista absoluto com os 17,65 pontos que totalizou, batendo a nota 9 e os 17 pontos de Anderson da Silva na sexta-feira, o brasileiro que passou a representar o Peru por estar morando no país andino há dois anos.

Joel Ucañan (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

Na segunda semifinal, o peruano Joel Ucañan, local de Huanchaco, foi abatido pela força do mar na Playa El Elio. Ele começou melhor com nota 6,75, contra 6,25 de Julian Schweizer. Mas, não conseguiu aproveitar a outra oportunidade que teve de surfar, para tirar a vantagem da nota 4,00 da segunda onda computada pelo uruguaio. Mesmo assim, Joel foi o melhor representante do Peru esse ano e o terceiro lugar é seu melhor resultado no Huanchaco Repalsa Longboard Pro, pois nunca tinha passado da segunda fase nas outras seis edições.

“O mar está muito forte, muita correnteza e lamentavelmente não consegui pegar a onda que eu queria. Mas, seguirei lutando, com a força de todos os amigos, da família, e estou feliz por ter sido o único peruano nas semifinais”, disse Joel Ucañan. “Espero que seja uma boa final, que tenha boas ondas e eu vou seguir adiante, treinando com força e dedicação para que no próximo campeonato aqui, eu consiga fazer ainda melhor”.

Atalanta Batista com o seu terceiro troféu de campeã do Huanchaco Repalsa Longboard Pro (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

DECISÃO FEMININA – A decisão do título sul-americano de longboard feminino, entrou no mar depois das semifinais masculinas. Como o mar estava muito grande para as meninas, a comissão técnica decidiu realizar baterias com quatro atletas. Elas foram as primeiras a encarar as ondas de El Elio no sábado e duas delas não conseguiram pegar nenhuma onda na primeira bateria do dia. A número 1 do ranking mundial, Chloé Calmon, e a peruana Carolina Thun, se classificaram nessa. Na outra, a peruana Maria Fernanda Reyes chegou a ter seu pranchão partido ao meio pela força da arrebentação. Vice-campeã em 2015, ela acabou eliminada pela americana Kaitlin Maguire e pela bicampeã sul-americana, Atalanta Batista.

Na grande final, estava um pouco diferente, sem a neblina da manhã, com a praia já cheia por um bom público, Sol, porém as ondas continuavam grandes e com forte correnteza. A escolha das melhores era fundamental, além de aproveitar ao máximo cada chance de surfar. A bateria de 45 minutos começou depois que as quatro ultrapassaram a arrebentação e as ondas não paravam de bombar em El Elio. A peruana Carolina Thun logo foi pega por uma série e voltou para a zona de perigo no inside, até ela decidir pegar uma ondinha para sair pela praia para entrar em outro lugar sem tanta turbulência. Assim, passou a liderar a bateria com nota 1,75.

Atalanta Batista (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

Atalanta Batista foi a segunda a surgir no espumeiro, jogada pela força das ondas que quebrou sua prancha principal. Ela pegou outra e ficou remando para retornar ao outside. Como não conseguia, passou a buscar as ondas do inside para pontuar na bateria e conseguiu notas 2,25 e 3,00 para assumir a ponta. Kaitlin Maguire também foi varrida pelas séries, ficou remando contra a corrente e surfou uma esquerda no inside para começar com nota 3,15. Já Chloé Calmon pega uma direita que rendeu 4,00 e sai do mar sem passar sufoco na arrebentação. As duas escolhem ir pela praia para voltar ao mar mais à esquerda, mais próximo do pico.

O posicionamento no mar estava difícil e as competidoras tinham que ficar remando o tempo todo. Kaitlin Maguire consegue caminhar um pouco pelo pranchão em sua segunda onda e recebe 2,35 para tirar a liderança de Atalanta Batista. Mas, Chloé Calmon foi a primeira a surfar uma onda por inteiro, fazer um longo hang-five no bico para tirar nota 8,0 e abrir uma grande vantagem de 8,85 pontos sobre a americana e 9,00 sobre Atalanta. Carolina Thun tinha sido levada pelas séries de novo e continuava só com 1,75.

Phil Rajzman e Atalanta Batista com os troféus da WSL South America de campeões sul-americanos de 2017 (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

A briga do título parecia definida, mas Atalanta Batista pega uma onda enorme que abre uma parede limpa para ela mostrar suas manobras e arrancar a primeira nota 10 do Huanchaco Repalsa Longboard Pro 2017. Com ela, voltou a liderar a bateria com Chloé Calmon precisando de 5,01 para impedir seu tricampeonato sul-americano. Mas, nem a número 1 do mundo conseguiu acabar com a invencibilidade de Atalanta Batista nas ondas de Huanchaco, nem no mar gigante do sábado em El Elio, que partiu outra prancha sua depois da nota 10 unânime dos quatro juízes.

“Já estava muito feliz por estar aqui novamente em Huanchaco, mas as ondas dessa vez estavam muito difíceis, muito grandes, quebrei duas pranchas, tomei muitas séries na cabeça, mas estou com Deus, Ele me protegeu e me deixou calma para achar aquela onda incrível, que entrou perfeita para mim”, disse Atalanta Batista. “As minhas oponentes eram superfortes, uma que está liderando o ranking mundial (Chloé Calmon), uma campeã californiana (Kaitlin Maguire) e uma peruana também que é promessa (Carolina Thun). Mas, dei tudo de mim para conseguir superar todas as dificuldades e conquistar meu terceiro título sul-americano aqui em Huanchaco. Estou muito feliz e dedico essa vitória aos meus filhos, minha família e a todos que me apoiaram e torcem por mim”.

Chloé Calmon (Foto: Renato Moreno – Olas Norte)

A favorita ao título dessa vez era Chloé Calmon, que no ano passado foi vice-campeã mundial e lidera o ranking 2017 da World Surf League. A pernambucana Atalanta Batista entrou na final com o status de ter vencido as duas únicas edições do Huanchaco Repalsa Longboard Pro com a categoria feminina, em 2014 e 2015. Mas, a carioca também estava invicta esse ano, ganhando os dois eventos que tinha competido, em Papua Nova Guiné e Portugal. Essa era a primeira vez que Chloé Calmon participava da disputa do título sul-americano, mas a nota 10 garantiu o tricampeonato de Atalanta Batista.

“As condições estavam muito difíceis para competir, teve uma confusão no início da bateria porque não sabíamos se tinha começado ou não, mas sei que dei o meu melhor dentro da água e estou feliz pelo resultado”, disse Chloé Calmon. “Fico feliz em ver outras surfistas mais jovens do Brasil aqui, as peruanas também, vendo que a cada ano o nível está melhor e espero que continue assim. Não consegui a vitória que eu queria, mas todo resultado serve de aprendizado e já estou pronta para a próxima competição. Parabéns a todos pelo evento”.

DECISÃO FEMININA DO HUANCHACO REPALSA LONGBOARD PRO 2017:

Tricampeã: Atalanta Batista (BRA) por 13,00 pontos (10,00+3,00) – US$ 800 e 1.000 pontos

Vice-campeã: Chloé Calmon (BRA) com 12,00 pontos (8,00+4,00) – US$ 400 e 750 pontos

Terceiro lugar: Kaitlin Maguire (EUA) com 5,50 pontos (3,15+2,35) – US$ 300 e 560 pontos

 

Quarto lugar: Carolina Thun (PER) com 3,20 pontos (1,75+1,45) – US$ 200 e 525 pontos

sábado 29 de julho 2017

MAQUINA LIGADA

quinta 27 de julho 2017.

CAMPEÃ PERNAMBUCANA CONFIRMA

FESTIVAL OLINDENSE.


Quarta feira 26 de julho 2017

SHOW DO MESTRE ZIG BROA.

SEGUNDA 24 DE JULHO 2017

SEGUNDA SEM LEI EXISTE.



DOMINGO 23 DE JULHO 17

MOLUSCO VENCE NORDESTINO EM CASA.


SEXTA 21 DE JULHO 17

CHOVE 18 HORAS SEM PARAR.


quinta feira 20 de julho 17

FILIPINHO APAVORA NA ÁFRICA.



QUARTA 19 de julho 2017

INVERNO QUENTE.


segunda 17 de julho 2017

CEARENSE FAZ FESTA EM PERNAMBUCO.



SÁBADO 15 de julho 2017.

COMEÇA O SHOW EM MARACAÍPE.



Sexta 14 de julho 2017.

PERNAMBUCO RECEBE O BRASILEIRO

MASTER EM MARACAÍPE.



TERÇA 11 DE JULHO 2017

SWELL ENCOSTA COM FORÇA.



DOMINGO 09 DE JULHO 2017

CARDOSO É VICE EM BALITO.

O catarinense Willian Cardoso não conseguiu a terceira vitória consecutiva do Brasil nas etapas da “perna sul-africana” do WSL Qualifying Series. Mas, o vice-campeonato na final do QS 10000 Ballito Pro, o levou da 29.a para a segunda colocação no ranking liderado por Jessé Mendes, que já garantiu sua vaga na elite da World Surf League em 2018 por antecipação na África do Sul. No sábado, Willian só perdeu para o grande favorito ao título em KwaZulu-Natal, o ídolo local Jordy Smith, vice-campeão mundial no ano passado. Agora, tem duas etapas seguidas na América do Sul, o QS 1000 Rip Curl Pro San Bartolo Peru que começa na quinta-feira e o QS 3000 Maui and Sons Arica Pro Tour no Chile na semana seguinte, antes do segundo QS 10000 do ano no início de agosto nos Estados Unidos.

Willian Cardoso (Foto: Kelly Cestari – WSL)

A potência das manobras de frontside de Willian Cardoso nas direitas de Willard Beach, dizimou mais dois adversários no último dia do QS 10000 Ballito Pro apresentado pela Billabong em KwaZulu-Natal. A primeira vítima foi o português Vasco Ribeiro nas quartas de final, quando o catarinense conseguiu notas 8,33 e 7,50 para vencer por 15,83 a 12,77 pontos. Depois, barrou o recordista absoluto do campeonato, Mikey Wright, por 14,00 a 10,84, somando notas 8,00 e 6,00 na semifinal com o australiano.

“Eu sabia que o Jordy (Smith) ia vir com tudo pra vencer o campeonato e eu fiquei tentando encontrar as ondas realmente boas para supera-lo, mas só consegui achar uma e não deu”, disse Willian Cardoso. “Mesmo assim, estou feliz pelo resultado, pois já fazia dois anos que eu não chegava numa final. O segundo lugar me coloca em uma posição muito boa no ranking, mas já vivi isso algumas vezes e acabei não conquistando a vaga pro CT. Então, espero obter outros bons resultados nas etapas do QS 10000 e nos QS 6000 também que ainda vem por aí, para chegar no final do ano no Havaí mais relaxado”.

Jordy Smith (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Ele só não conseguiu superar o ataque aéreo de Jordy Smith, que apresentou todo o seu repertório de voos espetaculares nas ondas de Willard Beach, para repetir a vitória conquistada no Ballito Pro em 2010. Na manobra mais impressionante que acertou na bateria final, o sul-africano recebeu nota 9,73 para faturar o prêmio máximo de 40.000 dólares por 18,06 a 15,37 pontos. Esta foi a primeira etapa do WSL Qualifying Series que ele disputou esse ano e com os 10.000 pontos recebidos já aparece em quinto lugar no ranking, mas dispensa a vaga por já estar se garantindo na elite pelo World Surf League Championship Tour.

“O Willian (Cardoso) é um competidor muito forte, como são todos os brasileiros, mas ele é um dos que tem o surfe mais poderoso do mundo, então foi realmente uma boa final”, disse Jordy Smith. “Eu comecei a bateria meio devagar, mas tudo mudou depois que acertei o meu primeiro aéreo. Eu consegui achar uma onda que formou uma das maiores rampas da semana aqui e estou feliz por ter completado a manobra. Para mim, é uma honra ganhar esse evento de novo, com tantos amigos e familiares aqui. Agora é preparar para J-Bay (próxima etapa do CT que começa na quarta-feira) e espero levar toda essa motivação daqui para lá também”.

Jesse Mendes (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Além de Willian Cardoso, mais dois brasileiros competiram no último dia do QS 10000 Ballito Pro, porém foram barrados pelos sul-africanos nos primeiros duelos do sábado. O líder disparado do ranking e já com vaga confirmada no CT 2018, Jessé Mendes, perdeu por 15,33 a 12,43 pontos para Michael February. Já Miguel Pupo deu mais trabalho para Jordy Smith e tirou a maior nota da bateria, 8,03, mas o sul-africano levou a melhor na soma das duas ondas computadas e venceu por uma pequena vantagem de 14,50 a 14,20 pontos.

Nas semifinais, curiosamente, a maioria da torcida que lotou a praia no sábado era para Michael February, mas o favoritismo de Jordy Smith foi confirmado com duas notas na casa dos 8 pontos, no placar encerrado em 16,10 a 13,10. Já Willian Cardoso usou o seu “power-surf” mais uma vez para despachar o australiano Mikey Wright por 14,00 a 10,84. Os semifinalistas terminaram em terceiro lugar no QS 10000 Ballito Pro, marcaram 6.500 pontos no ranking e entraram no grupo dos dez surfistas que o WSL Qualifying Series indica para completar a elite dos top-34 que disputa o título mundial da World Surf League.

Michael February (Foto: Kelly Cestari – WSL)

“Quando você surfa contra o Jordy (Smith), você tem que dar o seu melhor, pois ele é muito bom e foi bem legal assisti-lo dentro d´água”, disse Michael February, que já venceu três provas do QS 1000 na África do Sul esse ano. “É incrível competir contra ele, porque realmente é um surfista fantástico. Estou muito feliz por chegar nas semifinais num evento tão importante, é o meu melhor resultado da carreira e espero me manter entre os dez primeiros do ranking nas próximas etapas até o fim do ano”.

MUDANÇAS NO G-10 – O resultado do QS 10000 Ballito Pro provocou quatro mudanças no G-10. O vice-campeão Willian Cardoso recebeu 20.000 dólares e 8.000 pontos que o levaram do 29.o para o segundo lugar no ranking. Mas, o primeiro a entrar na zona de classificação para o CT 2018 foi o norte-americano Griffin Colapinto, que subiu da 11.a para a sétima colocação com o nono lugar nas oitavas de final. Os outros dois foram os que perderam nas semifinais. Michael February pulou da 21.a para a quarta posição, enquanto Mikey Wright saltou da 87.a para a 11.a e está fechando o G-10 porque Jordy Smith dispensa a vaga do QS.

Mikey Wright (Foto: Kelly Cestari – WSL)

Os quatro acabaram tirando da lista o francês da Ilha Reunião, Jorgann Couzinet, que caiu do quarto para o 12.o lugar no ranking, o australiano Soli Bailey, de sexto para 15.o, o norte-americano Ian Crane, de oitavo para 21.o, e o brasileiro Flavio Nakagima, de décimo para 14.o. O catarinense Alejo Muniz chegou a entrar no G-10 durante a semana, mas parou na quarta fase da competição e até caiu no ranking, pois chegou em Ballito em 14.o lugar e agora é o 18.o colocado na classificação geral das 31 etapas completadas na África do Sul.

Entre os seis que permaneceram no G-10, o líder Jessé Mendes sai de Ballito com a vaga no CT 2018 confirmada por antecipação no meio da temporada. O catarinense Yago Dora subiu do quinto para o terceiro lugar. O havaiano Keanu Asing foi de nono para sexto. Já os outros três perderam posições. O australiano Cooper Chapman só desceu uma, da sétima para a oitava. Mas, o ex-vice-líder Alex Ribeiro e o japonês Hiroto Ohhara caíram sete. O brasileiro tinha vencido as duas etapas anteriores da “perna sul-africana” e perdeu na estreia em Ballito, despencando para o nono lugar. E Ohhara foi da terceira para a décima posição.

 

G-10 DO WSL QUALIFYING SERIES – após a 31.a etapa na África do Sul:

1.o: Jessé Mendes (BRA) – 22.060 pontos

2.o: Willian Cardoso (BRA) – 12.095

3.o: Yago Dora (BRA) – 11.960

4.o: Michael February (AFR) – 10.550

5.o: Jordy Smith (AFR) – 10.000 com vaga pelo CT

6.o: Keanu Asing (HAV) – 9.450

7.o: Griffin Colapinto (EUA) – 9.280

8.o: Cooper Chapman (AUS) – 9.260

9.o: Alex Ribeiro (BRA) – 8.900

10.o: Hiroto Ohhara (JPN) – 8.830


sexta 07 de julho 2017

JESSÉ MENDES CONSEGUE VAGA PARA

O MUNDIAL DE 2018.



quarta 05 de julho 2017

GAÍBU SEGURA O TUFÃO





SEGUNDA 03 DE JULHO 2017.

TIAGO SILVA (PE) SEM GRANA FAZ FINAL

EM FORTALEZA.




SEXTA 30 DE JUNHO 2017

JUNHO SE CONSAGRA.




QUINTA 29 DE JUNHO 2017.

SÃO PEDRO DERRAMA ÁGUA



QUARTA 28 DE JUNHO 2017

TEMPESTADE CHEGA COM TUDO.



TERÇA 27 DE JUNHO 2017

GAÍBU FUNCIONA NA SECANTE.


Segunda 26 de junho 2017

EMANUEL DE SOUZA DETONA EM BF

VEJA RESULTADOS:

http://www.surfcore.com.br/system/2017/detonacao/index.php?etapa=2&tab=2

sábado 24 de junho 2017

SÁBADO DA DETONAÇÃO EM BF.


Sexta 23 de junho 2017

COMEÇA A DETONAÇÃO EM BF.



QUARTA FEIRA 21 DE JUNHO 2017

BF RECEBE ETAPA DO DETONAÇÃO.



Domingo 18 de junho 2017

SEMANA COM BOAS ONDAS.


Quinta feira 15 de junho 2017

MATT WILKINSON FATURA FIJI E

SOBE AO TOPO DO RANKING.


Domingo 11 de junho 2017.

BOAS ONDAS NO FINAL DE SEMANA.

QUARTA FEIRA 07 DE JUNHO 2017.

FIJI PAROU.
Sem condições de competições, Fiji Parou só deve voltar
dia 13 de junho. Se fosse no Brasil já estaria o maior
ti ti ti. Previsão falhou feio.

SEGUNDA 05 DE JUNHO 2017

FIA JUNIOR AVANÇA AO ROUND 05

DOMINGO 04 DE JUNHO 2017

SÓ 03 NO ROUND 03


SÁBADO 03 DE JUNHO 2017

AMERICANA VENCE EM FIJI.



TERÇA 30 DE MAIO 2017

MAIO VAI ATÉ O FIM COM BOAS ONDAS.



SEGUNDA 29 DE MAIO 2017

SAQUAREMA SUPER GALERIA.


sábado 27 de maio 2017

ESSE NÃO PODE FALTAR AO SURF.

SEXTA 26 DE MAIO 2017.

MAIO CONTINUA COM ONDA.


QUINTA 25 DE MAIO 2017

PARQUE ABERTO.


quarta 24 de maio 2017

BANCADAS FUMAÇANDO.


TERÇA 23 DE MAIO 2017

JOHN JONH NA JUNÇÃO.


SEGUNDA 22 DE MAIO 2017

SONHANDO COM O BICAMPEONATO.


DOMINGO 21 DE MAIO 2017

VALEU SAQUAREMA.

sexta 19 maio 2017.

SAQUAREMA É O LUGAR.

QUINTA FEIRA 18 DE MAIO 2017

SAQUAREMA COM SHOW LOCAL.


quarta feira 17 de maio 2017.

MINEIRINHO É CAMPEÃO EM ITAÚNA



EM EVENTO DE DORA, ADRIANO É REI.

Sensacional a etapa 04 da WSL que acabou a pouco na praia de
Itaúna em Saquarema, o Adriano de Souza foi o grande campeão
derrotando na final o australiano Adrian Buchan que surfou muito
valorizando ainda mais a vitória do Mineirinho.
Nesses 08 dias de campeonato a torcida escolheu o Yago Dora para 
vencer o evento, afinal ele teve um história de campeão, venceu a
triagem, caiu em duas repescagens, derrotou 03 campeões mundiais
e perdeu na semi final para o campeão do evento. 
Foi uma tragetória espetacular que empolgou a todos em Saquarema
mostrando para o mundo que ano que vem teremos um novo atleta
na elite mundial.
Saquarema também se consagrou como Capital Mundial do Surfe
realizando um evento de alto nível, sem nenhuma ocorrência, com
alto astral e muito Surf na veia. Um encontro com os melhores do 
mundo no melhor lugar do Rio de Janeiro.
Nesse cenário mágico Mineirinho foi o melhor e virou REI.


DOMINGO 14 DE MAIO 2017

TYLER WRIGTH É TRI NO RIO
.

A australiana Tyler Wrigth foi a campeã da etapa Brasil da
WSL em Saquarema. Com um surf muito poderoso não deu
chances as suas adversárias. PARABÉNS CAMPEÃ.


SÁBADO 13 DE MAIO 2017

FILIPINHO FAZ INTERFERÊNCIA RECLAMA

DOS JUIZES E PEGA PUNIÇÃO.

Noticia que caiu como uma bomba hoje em Saquarema, Filipe Toledo foi multado e suspenso pela WSL. Todo mundo esperava uma multa pela confusão que ele fez ao tentar invadir a sala dos juízes depois que perdeu a bateria para Kanoa Igarashi fazendo uma interferência no começo da bateria, mas ser suspenso de Fiji por causa disso foi um pouco demais. Ano complicado para os brasileiros.


SEXTA 12 DE MAIO 2017
SAQUAREMA VOLTA A BOMBAR.


quinta 11 de maio 2017

PARADO MAIS AGITADO.



quarta 10 de maio 2017

SAQUAREMA PAROU.


terça 09 de maio 2017

SAQUAREMA ESTRÉIA COM GARFO DE OURO.



SEGUNDA 08 DE MAIO 2017

GALERIA DO SURF MASTER NORDESTE.


domingo 07 de maio 2017

POTIGUAR FAZ A FESTA EM ITAPUAMA.


sábado 06 de maio 2017

MUITA CHUVA E MUITO SURF.


sexta 05 de maio 2017

TREINO EM ITAPUAMA PARA O MASTER.


SWELL ENTRA NO SEGUNDO EXPEDIENTE.


terça 02 de maio 2017

TERRAL SOPRA NA TERÇA.


SEGUNDA 01 DE MAIO 2017

MAIO COMEÇA TRONCHO.