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Pernambuco, a terra dos altos coqueiros                                                                        

 

NORONHA SEMPRE / APERTE O PLAY











   

 


  



12 de março 2019
NOTICIA BOA

JADSON ANDRÉ ASSINA COM A MARESIA.


06 de março 2019

BAÍA FORMOSA SEMPRE SALVA.


03 de março 2019

SURFE PERNAMBUCANO DE LUTO

28 DE FEVEREIRO 2019

TEMPORADA NORDESTINA ABERTA COM SUCESSO.





25 DE FEVEREIRO 2019

JADSON ANDRÉ VENCE EM NORONHA, E O VICE, YAGO DORA, TRAVA COM O JULGAMENTO


20 de fevereiro 2019

GABRIEL MEDINA VENCE E AVANÇA EM NORONHA.

O bicampeão mundial Gabriel Medina, avançou ao round 03 em Fernando de Noronha dando um show na água. Pernambuco perdeu quase todos os seus competidores, só resta Luel Felipe que vai tentar avançar ao round 03 na bateria 22. A competição está em espera e a nova chamada será às 13h horário de Recife




19 de fevereiro 2019

PARAIBANO É DESTAQUE NA ABERTURA DO WQS EM NORONHA.

Samuel Igo marcou 19 pontos de 20 possivéis.

16 de fevereiro 2019

LIMÃO NA CARA DOS OUTROS É REFRESCO.


15 de fevereiro 2019

TERRAL DE VERÃO


14 de fevereiro 2019

SEM COMPETÊNCIA PARA JULGAR, TJD DEVOLVE CARGO AO VICE DA CBSURF E REUNIÃO FICA VALENDO.



08 de fefereiro 2019.

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DESPORTIVA SUSPENDE O VICE DA CBSURF, GUILHERME POLLASTRI, POR 30 DIAS.



07 de fevereiro 2019

ADALVO APARECE NO COB E DIZ QUE REUNIÃO VAI SER EM MARÇO DENTRO DO COB.


05 DE FEVEREIRO 2019

VICE DA CBSURF CONFIRMA REUNIÃO DIA 08 DE FEVEREIRO



04 de fevereiro 2019

CRISE SEM FIM, ADALVO ENFRENTA FEDERAÇÕES.




03 de fevereiro 2019
A NOVELA CBSURF CONTINUA.....

CBSURF VAI SOFRER NOVA INTERVENÇÃO.
O vice vem agora com o apoio das federações




30 de janeiro 2019

NORDESTE RECEBE UM BALANÇO DE VERÃO


25 de janeiro 2019.

ADALVO ARGOLO VOLTA A PRESIDÊNCIA DA CBSURF.



21 de janeiro 2019

NEVASCA EM OHIO CHEGA COM -22GRAUS.



20 de janeiro 2019

CALIFÓRNIA DREAMS.



19 de janeiro 2019

MAURO TEIXEIRA É REFERÊNCIA NA CALIFÓRNIA



12 de janeiro 2019

A LAMA OLÍMPICA ESTA JORRANDO.



09 de janeiro 2019.

O PRESIDENTE AFASTADO DA CBSURF APARECE, E SE DEFENDE.



06 de janeiro 2019

O CIRCO ESTA PEGANDO FOGO.




04 de janeiro 2019

WSL ANUNCIA CALENDÁRIO E MUDANÇAS NAS BATERIAS PARA 2019.



31 de dezembro 2018.

RETROSPECTIVA 2018.



26 de dezembro 18

PEDRO VEIGA A APOSTA PARA 2019



24 de dezembro 18

FELIZ NATAL E VIVA 2019


18 de dezembro 18

MEDINA JÁ BICAMPEÃO MUNDIAL, VENCE EM PIPE E FAZ BARBA , CABELO E BIGODE.

Gabriel Medina conquistou o bicampeonato mundial dando um show nos tubos do maior palco do esporte no Havaí. Ele confirmou o título de 2018 da World Surf League nas semifinais, depois ganhou o Billabong Pipe Masters em homenagem à Andy Irons, batendo seu último concorrente, Julian Wilson, com outra performance impressionante nos tubos de Pipeline e do Backdoor. Para completar mais uma festa brasileira no Havaí, Medina garantiu o título de campeão da Tríplice Coroa Havaiana para Jessé Mendes, ao barrar o sul-africano Jordy Smith nas semifinais. Fechou com chave de ouro uma temporada dominada pelos brasileiros, que venceram nove das onze etapas do World Surf League Championship Tour em 2018.

Gabriel Medina (Foto: @WSL / Ed Sloane)

“Eu trabalhei muito esse ano. Foi um ano intenso e estou feliz agora que deu tudo certo”, foram as primeiras palavras de Medina, que vai completar 25 anos de idade agora em 22 de dezembro, logo após garantir seu segundo título mundial nas semifinais. “Ver toda minha família e amigos felizes indo me pegar ali (no mar), com orgulho de mim, me deixa muito feliz. É isso que me faz vir aqui e fazer o meu melhor sempre. Só tenho que agradecer a Deus e eu tive fé até o final. Eu vi os caras da bateria anterior pegando altas ondas, então mantive a calma no início e estou amarradão. Isso é para o Brasil”.

Ele falou sobre a temporada 2018, só assumindo a liderança do ranking na nona etapa, na França, mas não largando mais a lycra amarela do Jeep Leaderboard, que vai continuar vestindo no ano que vem. “Todo mundo está aumentando os limites. O nível está altíssimo. Todos são muito bons e isso é o que me incentiva a treinar mais, surfar mais. Essa é a minha motivação, pois quero estar sempre no mesmo nível deles. Foi incrível vir para Pipeline disputar o título com o Julian (Wilson) e o Filipe (Toledo). São duas pessoas incríveis, grandes surfistas, sou fã dos dois e foi um ótimo ano para mim, porém muito longo e muito intenso”.

Gabriel Medina (Foto: @WSL / Tony Heff)

DECISÕES DO TÍTULO – Medina teve que mostrar toda sua técnica em surfar os tubos de Pipeline e Backdoor, para sacramentar a conquista do título por ele mesmo. Foi pressionado nas duas baterias mais decisivas. Nas quartas de final, o californiano Conner Coffin pegou três tubos seguidos no Backdoor nos 5 primeiros minutos, deixando o campeão nas cordas.

No entanto, tudo mudou em 2 minutinhos apenas, com Medina devolvendo a “combination” em duas ondas seguidas surfadas de forma espetacular. A primeira foi um tubo difícil em Pipeline, que ele finalizou com um aéreo muito alto para ganhar 9,43. A segunda foi um tubaço de grabrail no Backdoor incrível, que valeu a primeira e única nota 10 do Pipe Masters esse ano. Com ela, fez um novo recorde de 19,43 pontos, contra os 14,26 do californiano.

Nas semifinais, o sul-africano Jordy Smith também largou na frente com notas 7,33 e um 8,50 num tubão no Backdoor logo nas duas primeiras ondas. Medina começou com 7,17 e fez um 6,33 em outro tubo em Pipeline. Nessa bateria, não entraram muitas ondas, então a escolha das melhores ganhou peso decisivo. Cada um só teve mais uma chance.

Gabriel Medina saindo do tubo nota 10 (Foto: @WSL / Tony Heff)

O surfista criado nas ondas pesadas de Maresias, em São Sebastião, achou outro tubaço no Backdoor como nas quartas de final, sumiu na cortina d´água, as placas foram quebrando à sua frente e ele conseguiu sair para ganhar 9,10 dos juízes. Jordy também pegou mais um tubo, mas Gabriel Medina confirmou o bicampeonato mundial vencendo por 16,27 a 15,83 pontos.

DESAFIO FINAL – Na grande final, ele deu mais um espetáculo no desafio dos dois melhores surfistas da temporada dominada pelos brasileiros. Medina já havia perdido para Julian Wilson na decisão de 2014, quando igualmente chegou na final como primeiro surfista brasileiro a ser campeão mundial. O australiano atingiu sua meta inicial para conquistar seu primeiro título, que era chegar na final em Pipeline e fez isso derrotando a fera Kelly Slater nas semifinais. Só que Medina tinha o objetivo claro de ganhar o Pipe Master pela primeira vez e conseguiu a vitória com mais um show para a torcida que lotou as areias de Pipeline.

Julian Wilson (Foto: @WSL / Tony Heff)

Julian começou a final com um tubo rápido no Backdoor, já mostrando o caminho preferido que o levou até ali. O do Medina era Pipeline e foi onde pegou um tubaço logo na primeira onda, ficando entocado lá dentro e saindo na baforada com nota 8,43. Depois, a batalha se concentrou nas direitas do Backdoor. O australiano completa um tubo muito difícil que valeu 8,77, mas Medina dá o troco com a mesma nota para se manter na frente. Só que ele pegou outro tubaço ainda mais fantástico, ficou muito profundo, o canudo ia fechando, ele lá dentro, até ressurgir de forma impressionante da onda que recebeu 9,57 dos juízes e confirmou seu primeiro título de campeão do Billabong Pipe Masters, por 18,34 a 16,70 pontos.

“Todos os meus ídolos venceram este campeonato e estou feliz por ter conseguido também”, disse Gabriel Medina. “Ganhar este evento é um pouco diferente e eu realmente queria vencer aqui. Trabalhei muito duro para isso, então estou muito feliz. Foi uma boa final. O Julian (Wilson) é o adversário mais difícil de enfrentar e tive sorte em pegar duas ondas muito boas. Ele me venceu na final aqui anos atrás (2014), agora ganhei e isso é bom. Eu quero agradecer a todos que vieram aqui hoje (segunda-feira) assistir o campeonato e fico feliz em fazer um show tão bom para vocês. Eu trabalhei muito e estou feliz por fazer parte da história”.

Gabriel Medina campeão do Pipe Masters (Foto: @WSL / Ed Sloane)

Esta foi a terceira final de Gabriel Medina no Billabong Pipe Masters. A primeira foi em 2014, quando ele perdeu para o próprio Julian Wilson, depois de conquistar o título mundial igualmente nas semifinais. Em 2015, garantiu o título para Adriano de Souza no bicampeonato do Brasil, também na semifinal contra o australiano Mick Fanning. Os dois fizeram uma inédita e única decisão verde-amarela no maior palco do esporte e Mineirinho coroou a conquista do título mundial como primeiro brasileiro a vencer o Pipe Masters.

Naquele ano, Medina também festejou ao ser o primeiro brasileiro campeão da Tríplice Coroa Havaiana. Agora, ele confirmou o segundo título do Brasil para o também paulista Jessé Mendes, nesta competição que computa os resultados das duas etapas do QS 10000 de Haleiwa e Sunset Beach, com o do Billabong Pipe Masters. O sul-africano Jordy Smith era o último que poderia ultrapassar Jessé Mendes, mas Medina o derrotou nas semifinais e o Brasil fecha o ano com a coroa de melhor do Havaí pela segunda vez.

Jesse Mendes campeão da Triplice Coroa Havaiana (Foto: @WSL / Ed Sloane)

“Eu venho aqui para o Havaí há 13 anos já e isso tudo parece um sonho, mas um sonho distante, então só agradeço a Deus por ter me abençoado com este título”, disse Jessé Mendes. “Disputar o título com um cara como o Joel (Parkinson), um dos melhores surfistas de todos os tempos, foi uma honra. Quero agradecer a minha família por sempre me apoiar, não importa em quê, minha namorada, meu treinador, a WSL, meus fãs e esses surfistas incríveis (Medina e Julian), pois não poderia ter acontecido uma final melhor do que essa”.

TRAJETÓRIA DO TÍTULO – A temporada 2018 do World Surf League Championship Tour foi totalmente dominada pelos brasileiros, que venceram nove das onze etapas. O australiano Julian Wilson ganhou as outras duas e por isso chegou no Havaí brigando pelo título com Gabriel Medina e Filipe Toledo. A trajetória do novo bicampeão não começou bem, só passando uma bateria na Gold Coast, onde Julian Wilson ganhou seu primeiro evento.

Na segunda etapa, chegou nas semifinais em Bells Beach, parando no potiguar Italo Ferreira, que festejou a primeira vitória brasileira no ano, badalando o sino do emblemático troféu de campeão do Rip Curl Pro. No Oi Rio Pro em Saquarema, parou nas quartas de final e Filipe Toledo ganhou a etapa brasileira no Rio de Janeiro. Na Indonésia, descartou o nono lugar em Keramas vencido novamente por Italo Ferreira, mas somou a quinta posição nas quartas de final em Uluwatu, que terminou com o estreante Willian Cardoso como campeão.

Gabriel Medina (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

Medina repetiu esse quinto lugar na África do Sul, perdendo para Filipe Toledo que conquistou o bicampeonato consecutivo nas direitas de Jeffreys Bay. Já no Taiti, Medina conseguiu sua primeira vitória, sendo o melhor de novo nos tubos de Teahupoo. E os dois dominaram a etapa seguinte, nas ondas perfeitas da piscina idealizada por Kelly Slater, com Medina sendo o primeiro campeão do Surf Ranch Pro e Filipe Toledo ficando em segundo lugar.

Aí veio a “perna europeia” que Medina tinha vencido as duas etapas no ano passado. Com duas vitórias seguidas, bastou ele chegar nas semifinais na França para assumir a liderança no ranking e não largar mais. Ele perdeu para Julian Wilson, que depois ganhou o Quiksilver Pro. Em Portugal, Medina vestiu a lycra amarela do Jeep Leaderboard pela primeira vez e poderia até ter confirmado o bicampeonato mundial lá. Mas, parou de novo em Italo Ferreira nas semifinais e a decisão do título ficou para o Havaí. Italo ganhou o MEO Rip Curl Pro em Supertubos, mas estava fora da briga e terminou em um excelente quarto lugar no ranking.

SELEÇÃO BRASILEIRA – O Jeep Leaderboard do World Surf League Championship Tour 2018 terminou com três brasileiros no seleto grupo dos top-5 do mundo. Gabriel Medina foi o campeão com 62.490 pontos, 69,4% de aproveitamento nas nove etapas computadas. Julian Wilson ficou em segundo com 57.585, Filipe Toledo em terceiro com 51.450, Italo Ferreira em quarto com 43.070, seguido por Jordy Smith com 36.440, tirando a quinta posição do australiano Owen Wright ao chegar nas semifinais em Pipeline.

Gabriel Medina com o troféu de campeão mundial e o Jeep zerinho de prêmio (Foto: @WSL / Kelly Cestari)

Além dos três no topo do ranking, mais quatro dos onze titulares da “seleção brasileira” esse ano, ficaram entre os 22 primeiros do ranking que são mantidos na elite dos top-34, os estreantes Willian Cardoso em 13.o lugar e Michael Rodrigues em 15.o, o campeão mundial Adriano de Souza em 19.o e Yago Dora, que garantiu sua vaga em 21.o lugar no Havaí.

Na segunda-feira, o catarinense surfou um tubo atrás do outro nas esquerdas de Pipeline para derrotar os australianos Julian Wilson e Joel Parkinson na bateria que classificava os dois primeiros para as quartas de final. Yago venceu por 15,97 pontos e Julian achou um tubão no Backdoor para passar em segundo com 12,44. Depois, o jovem catarinense de 22 anos, não achou os tubos contra o mister Pipeline, Kelly Slater, ficando em quinto lugar. Mas, já tinha confirmado a maioria brasileira na elite dos top-34 do CT pelo segundo ano consecutivo.

Yago Dora (Foto: @WSL / Tony Heff)

Assim como em 2018, a “seleção brasileira” de 2019 terá onze surfistas, os campeões mundiais Gabriel Medina (24 anos) e Adriano de Souza (31), Filipe Toledo (23), Italo Ferreira (24), Willian Cardoso (32), Michael Rodrigues (24) e Yago Dora (22), se mantendo no time entre os top-22 do ranking principal. Jessé Mendes (25) também fez parte da elite esse ano e ficou de fora deste grupo, mas garantiu sua permanência entre os dez indicados pelo WSL Qualifying Series nas duas etapas do Havaí, que valeram o título de campeão da Triple Crown of Surfing.

NOVIDADES NO TIME – Os outros três classificados pelo G-10 do QS foram o paranaense Peterson Crisanto, 26 anos, o paulista Deivid Silva, 23, e o potiguar Jadson André, 28. Peterson e Deivid são as novidades da “seleção brasileira” em 2019 e Jadson recuperou a vaga perdida no ano passado. Eles vão substituir o catarinense Tomas Hermes, o pernambucano Ian Gouveia e o paulista Caio Ibelli, que não conseguiram se manter na elite em nenhum dos dois rankings.



 


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